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ISSN / EISSN : 1517-7599 / 1517-7599
Former Publisher: FapUNIFESP (SciELO) (10.1590)
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Carlos Alberto Figueiredo
Per Musi pp 1-14; doi:10.35699/2317-6377.2019.5239

Abstract:
O Catálogo Temático das obras de José Maurício Nunes Garcia, publicado em 1970, por Cleofe Person de Mattos, representa um marco na musicologia brasileira. Primeiramente, por colocar em primeiro plano a imensa produção do compositor negro carioca; em segundo lugar, por estabelecer um novo padrão metodológico, que foi a base para outros empreendimentos do gênero. Decorridos quase 50 anos de sua publicação, porém, faz-se necessária sua revisão e atualização incluindo itens, tais como a possível reorganização dos verbetes, a inclusão de novos verbetes ou obras, a individualização das fontes, e outros mais. Para o trabalho de revisão são fundamentais os documentos existentes no Acervo Cleofe Person de Mattos, não só para compreender as decisões da musicóloga em sua pesquisa pioneira, mas como repositório de muitas das fontes musicais utilizadas em sua pesquisa.
, Bruno Fernandes Magalhães De Oliveira
Per Musi pp 1-21; doi:10.35699/2317-6377.2019.5305

Abstract:
José Maurício Nunes Garcia escreveu dois pares de Laudate Pueri Dominume Laudate Dominum Omnes Gentes, em 1813 e 1821 respectivamente, para serem tocados juntos nestas oportunidades. Os procedimentos compositivos demonstram que a elaboração musical obedeceu a critérios de persuasão que envolvem desde conceitos linguísticos, de natureza verbal e musical, bem como a dimensão cultural que engloba fatores socio-culturais. As obras conservam dependência de compreensão entre si e compartilham aspectos infra-estruturais e estruturais, bem como as possibilidades de interpretação.
Per Musi pp 1-22; doi:10.35699/2317-6377.2019.5324

Abstract:
This article uses the story of a Chinese immigrant in Brazil and his love of música sertaneja as a starting point to discuss his adaptation to a new society and the way in which his music learning played an important role in this process. Anchored in the ideals of Narrative Inquiry and inspired by Mezirow's Transformative Learning Theory, the article then extrapolates from this unique story to present a broad discussion that includes ideas about music education, immigration, identity, individual and social transformation, empowerment, and self-definition. The article concludes with reflections about the importance of music learning to the adaptation of immigrants in general, an idea that has wide applicability, being useful both for immigrants themselves, as well as for teachers and policymakers.
Per Musi pp 1-27; doi:10.35699/2317-6377.2019.5314

Abstract:
Partindo de uma releitura do catálogo temático de Cleofe Person de Mattos (1970), este trabalho reflete sobre elementos informacionais extraídos de outros catálogos e também de fontes musicais manuscritas que transmitem a obra de José Maurício Nunes Garcia, existentes em acervos como a Coleção Dom Oscar (Museu da Música de Mariana) e a Coleção Francisco Curt Lange (Museu da Inconfidência de Ouro Preto). A partir de tais reflexões, o autor procura discutir as relações entre tais fontes, seus copistas, a sua circulação entre as instituições, de forma a contribuir para a elaboração de descrições consistentes para os instrumentos de busca (inventários, catálogos, bases etc) que permitam tanto um recenseamento o mais exaustivo possível de fontes para a elaboração de estemas voltados para o trabalho de edição crítica, como também para uma história das fontes mauricianas.
Per Musi pp 1-12; doi:10.35699/2317-6377.2019.14685

Abstract:
Apesar de se tratar de um “dado adquirido”, a suposta rivalidade entre o Pe. José Maurício Nunes Garcia e Marcos Portugal, da forma como costuma ser retratada, é extremamente reducionista e simplista. Quando a corte portuguesa chegou ao Rio de Janeiro, em 1808, José Maurício era o único músico em condições de assumir os principais papéis musicais e fornecer o leque de composições que a corte precisava. Contudo, aos poucos, as chegadas sucessivas de músicos de Portugal aliviaram-no de certas tarefas: não só Marcos Portugal, mas, antes deste, Bernardo José de Souza Queiroz e Fortunato Mazziotti. Assim, a questão das relações profissionais entre os vários protagonistas nos primeiros anos da estada da Família Real é bem mais complexa do que a tradicional polarização entre José Maurício (o bom) e Marcos Portugal (o mau). Um entendimento, por um lado, dos cargos e tarefas a cumprir e, por outro, da sua distribuição entre os principais músicos disponíveis, revela uma grande diversidade de atividade musical e múltiplas figuras de destaque.
Luiz Guilherme Goldberg
Per Musi pp 1-18; doi:10.35699/2317-6377.2019.12573

Abstract:
A localização do manuscrito autógrafo de Alberto Nepomuceno da sua transcrição da Missa Festiva, de José Maurício Nunes Garcia, trouxe à luz uma informação inédita até aquele momento. Uma vez que tal partitura não constava no Alberto Nepomuceno Catálogo Geral (CORRÊA, 1985; 1996), tal identificação promoveu o retorno à investigação sobre a significação de José Maurício Nunes Garcia no estabelecimento de uma identidade musical pela Primeira República brasileira. Este é o objetivo deste artigo.
Per Musi pp 1-16; doi:10.35699/2317-6377.2019.5306

Abstract:
Este texto tem como próposito apresentar um panorama da música para tecla do Padre José Maurício Nunes Garcia, sua destinação didática ou recreativa, suas influências e origens estéticas e históricas, questões de dedilhados, dinâmicas, citações e auto-citações nos solfejos, lições e fantasias do Compêndio e Método de Pianoforte, problemas de autoria e atribuições na Peça para Piano e Modinhas.
Ana Guiomar Rêgo Souza
Per Musi pp 1-22; doi:10.35699/2317-6377.2019.5310

Abstract:
George Balandier em sua obra Poder em Cena (2009) afirma que as formas de poder se representam por meio da espetacularização de seus rituais configurando uma “teatrocracia” ou conjunto performático de manifestações que lhe devolve uma imagem idealizada de si e para outrem. No mundo Luso-Brasileiro e no Brasil, durante os dois períodos imperiais, foi recorrente a realização de pompas fúnebres, efemérides que ao mesmo tempo em que funcionavam como pedagogia para o “bem morrer” e se afirmava como representação de poder. Na construção do espetáculo da morte destacava-se a arte efêmera visual e sonora. Nesta última, destaca-se as Missas de Réquiem. Em foco neste artigo, o Réquiem de 1816 de autoria do Padre José Maurício Nunes Garcia, composto para as exéquias da Rainha Dona Maria I, progenitora de Dom João VI. Objetiva-se aqui situar e problematizar essa obra como imagem sonora da morte e seu lugar nos espaços de performance nos tempos joaninos.
Clementina Casula
Per Musi pp 1-24; doi:10.35699/2317-6377.2019.5270

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Lutero Rodrigues Da Silva
Per Musi pp 1-27; doi:10.35699/2317-6377.2019.5304

Abstract:
Partiu-se da associação sistemática de acentos prosódicos a acordes dissonantes, descoberta numa pequena obra coral do Pe. José Maurício Nunes Garcia, composta em sua fase inicial. Procurou-se o procedimento em suas obras corais do mesmo período, comparando-se também com composições de outros autores que atuavam no Brasil colonial, na mesma época. Por fim, buscou-se encontrar a continuidade do seu interesse pela prosódia, em duas de suas mais importantes obras, compostas em períodos posteriores.
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