Revista Brasileira de Horticultura Ornamental

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EISSN : 23593237
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Revista Rbho
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.730

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Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.728

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Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.729

Antonio Helio Junqueira, Marcia Da Silva Peetz
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.727

Abstract:
A floricultura empresarial brasileira constitui-se em um dos mais dinâmicos e promissores segmentos do agronegócio brasileiro contemporâneo, exibindo indicadores de crescimento significativos, tanto em termos de número de produtores, quanto de área cultivada e de Valor Bruto da Produção (VBP). O presente artigo revisa e atualiza dados nacionais e macrorregionais destesindicadores, a partir de uma extensa e exaustiva pesquisa de dados estatísticos e análises geradas junto a empresas e órgãos públicos e privados ligados ao setor. Oferece, assim, um panorama comparativo entre os anos de 2008 e 2013, apontando para alguns fenômenos tendenciais da organização produtiva do setor no País.
Angeline Martini, Daniela Biondi, Camila Maria Natal, Luciana Leal
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.461

Abstract:
Peltodon rugosus Tolm. (Lamiaceae), espécie herbácea nativa do Brasil, pertencente ao ecossistema de Campos, apresenta grande potencial ornamental. Para viabilizar seu uso no mercado, o presente estudo teve como objetivo testar a propagação vegetativa de Peltodon rugosus em diferentes estações do ano. As matrizes para os experimentos foram coletadas no Campus III da UniversidadeFederal do Paraná, Curitiba, Paraná, nos meses de fevereiro, junho, agosto e dezembro de 2008. O experimento foi instalado em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 2, com quatro estações do ano e duas secções do xilopódio (com folha e sem folha). Como leito de enraizamento foi utilizada uma bandeja de plástico branco (50 cm x 35 cm 10 cm) preenchidacom vermiculita. Esse recipiente foi mantido em ripado, coberto com sombrite 50% e umedecido com regador diariamente até a saturação de umidade no substrato. A avaliação ocorreu 90 dias após o plantio e as variáveis analisadas foram: percentagem de xilopódios enraizados, vivos e mortos; número de raízes por xilopódio; número e comprimento das brotações em cada xilopódio.A análise estatística foi feita pelo teste SNK a 95% de probabilidade. Considerou-se que a porção do xilopódio, com ou sem folha,não é um fator que afeta esta forma de propagação. O experimento implantado no inverno apresentou os menores percentuais deenraizamento (36,85 %). Nas demais estações do ano, não foram verificadas diferenças estatísticas para esta variável, pois todasapresentaram índices de enraizamento superior a 69%. A propagação vegetativa por meio de xilopódio mostrou-se eficiente paraesta espécie na maior parte do ano. Apenas no inverno não foi encontrado um valor expressivo.
Maria Leandra Resende De Castro, Patrícia Duarte De Oliveira Paiva, Paulo Roberto Corrêa Landgraf, Maysa Mathias Alves Pereira, Roseane Rodrigues Souza
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.522

Abstract:
A produção de flores de corte constitui uma atividade importante, cuja comercialização exige técnicas de conservação que contribuam para manter a qualidade floral após a colheita. Assim, objetivou-se avaliar diferentes pontos de abertura da espata, na colheita de hastes florais de copo-de-leite e seu efeito na conservação pós-colheita em duas formas de armazenamento, temperatura ambiente e em câmara fria. As hastes foram colhidas pela manhã, adotando 3 estádios diferentes de abertura da espata: espata fechada, 1/3 aberta e aberta. As hastes florais foram padronizadas quanto ao tamanho da pseudo-haste em 40 cm e armazenadas em câmara fria a 4 °C e em temperatura ambiente a 20 °C. As avaliações foram realizadas por 7 dias consecutivos, observando a qualidade visual das hastes florais, expansão da espata em comprimento e largura e a presença de pólen. Observou-se que nãohouve diferença qualitativa entre todos os estádios de colheita quando as hastes foram armazenadas em câmara fria, sendo que as hastes florais permaneceram na classe qualitativa A1, já em temperatura ambiente, as inflorescências colhidas fechadas e 1/3 abertas apresentaram melhor qualidade, permanecendo na mesma classe qualitativa. As hastes colhidas fechadas e 1/3 abertas,armazenadas em câmara fria ou em temperatura ambiente, expandiram até o final da avaliação, sem apresentar necrose e murcha da espata, contudo, não completaram o processo de abertura. Conclui-se que as hastes florais colhidas com a espata fechada e espata 1/3 aberta continuam o processo de abertura da espata, mas não atingem a abertura completa, contudo apresentam maiordurabilidade, independentemente da condição de armazenamento.
Juliana Marsala, Marcelo Vieira Ferraz, Silvia Helena Modenese Gorla Da Silva, Danilo De Moraes Gomes Pereira
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.544

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Rosangela Juliana Marques Rosa, Yara Brito Chaim Jardim Rosa, Edgard J Rosa Junior, Eulene Francisco Silva, Matheus Andrade Martinez, Derek Brito Chaim Jardim Rosa, Jackeline Schultz Soares
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.545

Abstract:
O gladíolo é uma das flores de corte mais produzidas e comercializadas no Brasil e no mundo. Conduziu-se esse trabalho com o objetivo de avaliar o uso da adubação nitrogenada e potássica associada a diferentes fontes e doses de fósforo na qualidade e durabilidade em pós-colheita de gladíolos (Gladiolus hortulanus L. cv. T704) cultivados em Latossolo Vermelho Distroférrico. Utilizou-se o delineamento experimental em blocos cazualizados e os tratamentos foram arranjados em esquema de parcelas sub-subdivididas. Nas parcelas foram alocadas a presença ou não da adubação nitrogenada e potássica (NK), nas subparcelas as fontes de fósforo (superfosfato triplo, superfosfato simples e farinha de osso) e nas sub-subparcelas as cinco doses de P (0, 75,150, 225 e 300 kg ha-1) dos fertilizantes estudados. As plantas foram avaliadas quanto ao número de botões florais, número de botões coloridos, número de flores abertas, qualidade da folha, qualidade da flor, qualidade da haste, altura da planta, comprimento da espiga floral, diâmetro e durabilidade da flor. Independentemente dos tratamentos e das combinações estudadas, as folhas produzidas foram classificadas como ótimas. A ação conjunta dos três fatores estudados (p<0,05) foi observada apenas sobre o diâmetro e a durabilidade das flores. Concluiu-se que a adubação NK é fundamental e que as dosagens utilizadas neste trabalhoforam suficientes para a obtenção da classe I de qualidade de gladíolos. A utilização de superfosfato triplo é mais eficiente quando se objetiva durabilidade das flores e, a de superfosfato simples, quando se objetiva qualidade das hastes florais. Doses de fósforo entre 150 e 160 kg ha-1 são suficientes para obtenção de durabilidade e qualidade das flores e hastes dessa cultivar.
Natalia Teixeira Schwab, Leonita Beatriz Girardi, Mauricio Neuhaus, Fernanda Alice Antonello Londero Backes, Rogério Antônio Bellé, Janine Farias Menegaes
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.563

Abstract:
As áreas arborizadas existentes no contexto urbano contribuem significativamente para a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Diagnosticar essas áreas é importante para a elaboração do planejamento da arborização de umacidade. Assim, o objetivo do trabalho foi identificar, por meio de um inventário, e diagnosticar a qualidade das espécies vegetais no bairro Nossa Senhora das Dores em Santa Maria, RS, realizado no período de fevereiro a abril de 2010. Foram encontradas 99 espécies botânicas distribuídas em 47 famílias, sendo o bairro considerado com ampla diversidade vegetal. As espécies Lagerstroemia indica L., Tipuana tipu (Benth.)Kuntze e Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman apresentaram maior frequência nas vias. Verificou-se a presença de várias espécies inadequadas à arborização das calçadas, como Ficus benjamina L., Inga marginata Willd., Hovenia dulcis Thunb., Melia azedarach L., entre outras. Sugere-se uma adequação e renovação de algumas espécies para o bairro Nossa Senhora das Dores a fim de proporcionar aos moradores um melhor aproveitamento do verde urbano.
Cassia De Carvalho, Camila Soares Rosa Lemes, Jose Carlos Sorgato, Walber Luiz Gavassoni, Lilian Maria Arruda Bacchi, Lúcia Mayumi Hirata
Revista Brasileira de Horticultura Ornamental, Volume 20; doi:10.14295/rbho.v20i2.575

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