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EISSN : 25254715
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Natalino Perovano Filho
ODEERE, Volume 4, pp 01-06; doi:10.22481/odeere.v4i8.6231

Abstract:
Apresentação dos artigos que compõe este número da ODEERE.
Ivoneide De França Costa
ODEERE, Volume 4, pp 200-220; doi:10.22481/odeere.v4i8.6240

Abstract:
Neste artigo serão abordadas as ações da Comissão de Melhoramento do Rio São Francisco (CMRSF) destacando principalmente as obras que foram realizadas. Apresentando também como se dava o ambiente de trabalho da Comissão. São apresentados ainda os principais problemas surgidos durante a etapa de melhoramento do Rio São Francisco e os fatos que desencadearam na finalização da referida Comissão de Melhoramento do rio São Francisco. Palavras-chave: Rio São Francisco, Comissão, Melhoramento, Amarante
Josildeth Gomes Consorte
ODEERE, Volume 4, pp 30-34; doi:10.22481/odeere.v4i8.6232

Abstract:
A diversidade humana, temática de origem e por isto mesmo crucial da Antropologia, tem sido objeto de inúmeras abordagens ao longo da história da nossa disciplina. Quer se trate da diversidade física ou biológica, quer se trate de costumes ou modos de ser ou existir, o interesse em compreender suas origens, suas relações e suas razões de ser tem motivado antropólogos das mais diversas orientações teóricas. Palavras-chave: Etnicidade; Raça; Etnia.
Ademario Souza Ribeiro, Raphael Fontes Cloux
ODEERE, Volume 4, pp 119-139; doi:10.22481/odeere.v4i8.6236

Abstract:
Este artigo se propõe a apresentar em linhas gerais o que foi proposto durante dois eventos realizados pelo ODEERE – Órgão de Educação e Relações Étnicas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Jequié, no Estado da Bahia, em novembro de 2018 e em novembro de 2019, quando ministramos palestras, minicursos, oficinas e participamos de mesas redondas – tendo como princípios teóricos, discutir e refletir acerca do ensino da temática indígena nas escolas da Educação Básica do Brasil e apresentar as autorias indígenas enquanto aportações contributivas para a aplicabilidade da Lei 11,645/08 a qual torna obrigatório o ensino em consideração. Palavras-chave: Ensino da Temática Indígena; Autorias Indígenas; Perspectivas; Abordagens.
Mary Garcia Castro
ODEERE, Volume 4, pp 173-199; doi:10.22481/odeere.v4i8.6239

Abstract:
Este ensaio revisita artigo em que abordamos conceito chave no marxismo, o de emancipação, relacionando entrelaces sobre seu norte, o gênero humano, categoria trabalhada na ontologia do ser social por Lukács e Marx, com debates sobre gênero, como elaborado no plano de debates feministas sobre patriarcado. Já neste texto, se insistimos que a centralidade do trabalho deve ser compartida com as de sexualidade e desejo, defendemos que o debate sobre projetos de emancipação, quer do gênero no feminino, quer do gênero humanizado, como o de sujeitos colonizados, no caso da América Latina, passam tanto pelo desejo, como élan de vida, implicando decolonialidade do ser, como pela decolonialidade do saber. Considera-se aportes de feministas emancipacionistas e as decoloniais, e a ênfase em diversidades de experiencias e níveis de resistência. Defende-se que desejo, sexualidade e trabalho são singularidades do ser humano, mas quem é considerado humano? Palavras-chave: Emancipação, trabalho, decolonialidade, desejo e sexualidade.
Sandro Dos Santos Correia
ODEERE, Volume 4, pp 380-384; doi:10.22481/odeere.v4i8.5113

Abstract:
A resenha é sobre a publicação medicas sacerdotisas de professora Jacimara Santana.
Viviane Sales Oliveira, Marise De Santana
ODEERE, Volume 4, pp 94-118; doi:10.22481/odeere.v4i8.5775

Abstract:
Este artigo apresenta uma discussão a respeito da etnicidade a partir de interpretações de elementos simbólicos identificados nas narrativas do/as entrevistados participantes de uma pesquisa de campo realizada numa comunidade tradicional religiosa de matriz africana, sobre ancestralidade. Possibilitando, assim, a compreensão do real e os sentidos étnicos e suas etnicidades. Considerando, portanto, essa categoria como principio que norteia construções simbólicas e ainda, responsável pelos traços dos repertórios da identidade étnica e vetores de etnicidades. Para tanto, utilizou-se como metodologia, o Estudo das Formas Simbólicas - Hermenêutica de Profundidade-HP, elaborado por John B. Thompson (1995), cujo arcabouço de trabalho fundamenta-se na etnografia, tendo as análises dos dados estruturadas observando os contextos em que as formas simbólicas são produzidas e interpretadas. Essa metodologia nos proporciona uma discussão de qual etnicidade está presente nas narrativas fontes deste artigo. Palavras-chave: Etnicidade; Ancestralidade; Identidade étnica; Formas simbólicas.
Djean Ribeiro Gomes, Monica Lima De Jesus
ODEERE, Volume 4, pp 260-291; doi:10.22481/odeere.v4i8.5763

Abstract:
Nesta comunicação, discutimos os discursos intolerantes e privilégios religiosos que circulam no contexto prisional baiano, que por um lado afeta a presença e expressão de religiosidades de matriz africana através de processos de demonização, desqualificação e desautorização religiosa, por outro, produz privilégios direcionados a cristãos, em especial, vinculados as vertentes evangélicas/protestantes. Os dados apresentados são oriundos de parte da dissertação intitulada “nome suprimido”, desenvolvida no Programa (nome suprimido). Adotamos a perspectiva da psicologia social, sustentada teórico-metodologicamente no movimento do Construcionismo Social. Além disso, utilizamos contribuições mais específicas que situam os processos de racialização e seus efeitos para a compreensão do tema desse estudo, em especial de Franz Fanon. Os dados foram produzidos através de entrevistas, via roteiro semiestruturado, de quatro custodiados, três agentes penitenciários/as e um agente religioso no Complexo Penitenciário Lemos Brito na cidade de Salvador, analisadas à luz da análise categorial temática. Concluímos que a instituição prisão ainda funciona de forma preponderadamente colonial, onde a reatualização da hegemonia cristã, com a roupagem atual das vertentes evangélicas/protestantes. Esse horizonte localiza o corpus religioso de matriz africana, importante e fundamental prisma de resistência identitária negra diaspórica, como algo a ser neutralizado, incidindo maior vulnerabilidade da população negra ao discurso cristão que produz auto-ódio, desvinculação social, com base em intolerância religiosa, racismo religioso e institucional.
Marise De Santana
ODEERE, Volume 4, pp 35-49; doi:10.22481/odeere.v4i8.6233

Abstract:
Neste artigo estamos propondo falar sobre Ensino, Pesquisa e Extensão como pretexto para pensar sobre as Relações Étnicas. Ou seja, de forma didática vamos falar sobre as Relações Étnicas e a indissociabilidade no tripé ENSINO-EXTENSÃO-PESQUISA, nesta ordem, pois enseja nossa experiência na educação superior no espaço do ODEERE. As perspectivas educacionais descolonizadoras lançam o olhar sobre processos de produção de conhecimentos que se voltem para pensar/debater metodologias que dê voz aos sujeitos, enaltecendo a oralidade e, portanto, o “senso comum” no sentido atribuído por Geertz em sua produção “Saber Local”. Tais perspectivas nos coloca os desafios que a problemática das fronteiras nas relações entre diferentes etnicidades nos apontam nos espaços educacionais. Palavras-chave: Pesquisa, Ensino, Exrtensão, Relações Étnicas, ODEERE.
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