Revista Contexto & Saúde

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ISSN / EISSN : 1676188X / 21767114
Current Publisher: Editora Unijuí (10.21527)
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Bruno Cesar Correa Arbiza, Natiele Camponogara Righi, Anelise Lunardi Delevati, Léo José Rubin Neto, Antônio Marcos Vargas Da Silva, Gustavo Orione Puntel, Luis Ulisses Signori
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 163-169; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.163-169

Abstract:
Os exercícios resistidos (ER) realizados de forma intensa resultam no surgimento de dor muscular de inicio tardio (DMIT) e na redução da funcionalidade. Diferentes formas de recuperação após os exercícios veem sendo estudadas para atenuar o desconforto e melhorar a funcionalidade. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos das recuperações passiva (RP) e ativa (RA) sobre a DMIT e a funcionalidade de voluntários fisicamente ativos após sessão de ER. A amostra foi composta por 15 voluntários, com idade média de 24,2 (± 2,2) anos e IMC de 24,7 (± 2,5) kg/m2, submetidos ao protocolo de ER e às formas de recuperação. As sessões de ER (agachamento, cadeira extensora e leg press) consistiram em 4 séries de 10 repetições, com 80% da carga máxima (intervalo de uma semana entre a avaliação e as sessões). A DMIT foi avaliada (Escala Visual Analógica) 24 h, 48 h e 72 h após sessão de ER. A funcionalidade (força muscular avaliada pelo pico de torque isométrico, flexibilidade, potência, agilidade, velocidade e resistência à fadiga) foi avaliada 30 min após as intervenções (RA e RP). A RA foi mais eficiente na redução da DMIT em relação à RP nos três momentos avaliados (24 h: -1,3, 48 h: -1.3 e 72 h: -1.5 pontos; p < 0.005). A RA melhorou em aproximadamente 9% a força muscular dos membros inferiores em relação à RP. As demais variáveis funcionais não apresentaram diferenças entre as recuperações. A RA diminui a DMIT e atenua a perda da força muscular após ER em voluntários fisicamente ativos.
Kerulyn Maria Chanivski Machado, Juliana De Lara Castagnoli, Mayra Lopes De Oliveira, Flávia Teixeira, Jaqueline Machado Soares, Daiana Novello
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 131-137; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.131-137

Abstract:
Objetivo: Avaliar os fatores de prevalência sobre o estado nutricional de crianças em idade escolar. Método: Participaram da pesquisa 626 crianças de ambos os sexos, com idade entre 7 a 10 anos, matriculadas em 18 escolas municipais. Foram avaliadas as variáveis gênero, idade e escolaridade. O estado nutricional foi avaliado pelo Índice de Massa Corporal (IMC). Resultados: A média de idade, peso e altura foram de 8,49±0,79 anos, 33,58±9,32 kg e 1,34±0,07 metros, respectivamente. A maioria das crianças frequentava o 4° ano do ensino fundamental, com estado nutricional de eutrofia (58,31%), entretanto um grande número de alunos apresentou excesso de peso (40,73%). Não houve prevalência significativa (p>0,05) do estado nutricional sobre as variáveis gênero, idade e escolaridade. Apesar disso, uma maior frequência de obesidade foi observada em indivíduos do sexo masculino e com idade entre 9 e 10 anos e que frequentavam o 4° ano do ensino fundamental. Conclusão: O estado nutricional de crianças em idade escolar não apresenta influência sobre variáveis específicas de gênero, idade e escolaridade.
Grasiéle Costa Matos, Rosangela Moraes De Campos, Paulo Ricardo Moreira, Michele Ferraz Figueró, Graziela Valle Nicolodi, Rodrigo De Rosso Krug, Kalina Durigon Keller
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 28-33; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.28-33

Abstract:
Este estudo teve como objetivo avaliar a presença e o grau de fragilidade de pacientes portadores de Doença Renal Crônica, em tratamento de hemodiálise em uma clinica renal da região noroeste do estado do Rio Grande do Sul. A fragilidade foi avaliada através de três questionários, sendo eles Edmonton Frail Scale, Índice de Vulnerabilidade Clinico Funcional-20 (IVCF-20) e Survey of Health Ageing and Retirement in Europe (SHARE-FIx). Os dados foram analisados através de média, desvio padrão, percentual, teste “t” student, Qui-quadrado de Pearson, Análise de Variância (ANOVA) e análise de resíduos ajustados. A amostra foi composta de 94 pacientes em tratamento de hemodiálise, onde foi possível identificar a presença de fragilidade através dos 3 questionários utilizados, com uma prevalência entre 60,6 a 86,2%. A fragilidade apresentou correlação apenas com gênero e idade. Conclui-se que a amostra estudada apresentou fragilidade principalmente nos graus de moderada a severa, sendo que quanto maior a idade, maior a severidade da fragilidade. Sugere-se a realização de novos estudos a fim de identificar precocemente a síndrome de fragilidade possibilitando alguma intervenção preventiva e doentes renais crônicos.
Roseane Moreira Sampaio Barbosa, Nathalia Cardoso Oliveira, Daniele Mendonça Ferreira, Patrícia Camacho Dias, Silvia Pereira, Daniele Da Silva Bastos Soares, Patrícia Henriques
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 138-144; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.138-144

Abstract:
O presente estudo teve o objetivo de verificar as quantidades de sal e óleo de adição nas refeições “almoço” ofertadas em uma escola municipal do estado do Rio de Janeiro e comparar com a recomendação do Programa Nacional de Alimentação Escolar-PNAE. Inicialmente foram determinadas as quantidades utilizadas de sal e óleo às preparações alimentares das refeições, a partir da diferença entre o peso das quantidades de sal e óleo inicial e final diário disponível para uso na Unidade de Alimentação e Nutrição Escolar - UANE. Após o preparo, pesou-se o rendimento total das preparações alimentares e estabelecido o percentual de sal/óleo utilizados no total de preparações presentes nas refeições produzidas naquele dia. Em seguida, foi determinado o peso da porção da refeição ofertada aos escolares e então aplicado o percentual determinado anteriormente e calculada a quantidade de sal/óleo adicionados nas refeições oferecidas aos escolares. Foram encontrados como média 3,05g de sal por refeição, estando acima do que é preconizado pelo PNAE, e em relação às gorduras totais, a porção apresentou-se acima da recomendação por refeição, 7,5g, com o valor médio de 12,54g/refeição. Concluiu-se que existe a necessidade de redução das quantidades de sódio e óleo de adição no preparo das refeições que são distribuídas aos escolares e que estas devem ser padronizadas para não superar o limite de 1g de sal/refeição/aluno e manter o limite recomendável delipídios.
Dany Geraldo Kramer, Geraldo Barroso Cavalcanti Junior, Nathalie De Sena Pereira
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 16-21; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.16-21

Abstract:
A hidrocloroquina (HCQ) é um análogo da cloroquina, que foi projetada para terapêutica da malária. A longo das últimas décadas têm se observado o potencial de aplicação em outras patologias, como doenças autoimunes, oncologia e infecções virais. Neste ultimo grupo, enquadra-se o desafio da pandemia de coronavírus 2019 (COVID-19) que têm infectado centenas de milhares de pessoas e acarretado em milhares de mortes em todo mundo. Nesta conjuntura, objetivou-se discorrer acercar do uso potencial da hidrolcloroquina em infecções do coronovavírus. Através dos dados coletados, observou-se que a HCQ pode inibir a replicação viral pelo seu acúmulo no lisossoma e complexo de golgi celular, apresentando baixo custo e auxiliado na estabilização de pacientes graves com COVID-19. Entretanto, não evidência quanto a sua eficácia como droga profilática, existem diversas reações adversas e contra-indicações clínicas, de forma que seu uso deve ser devidamente prescrita por profissional de saúde. Além disso, ensaios clínicos randomizados, cegos, de tratamentos de coronoviroses devem ser estabelecidos, de forma que protocolos clínicos possam ser adequamente utilizados para a HCQ.
Kemily Benini Costa, Yaisa França Formenton, Márcia Niituma Ogata
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 228-236; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.228-236

Abstract:
O presente estudo tem como objetivo analisar as percepções e significados de HIV/aids de trabalhadores da saúde da família. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida com os 14 profissionais da equipe multiprofissional da Estratégia Saúde da Família num município paulista. Os dados foram coletados por entrevista semiestruturada e interpretados por análise de conteúdo. Construíram-se 3 categorias de análise. 1. Relação com o cuidado em que o HIV/aids refere-se à condição de anormalidade; 2. Impacto individual, familiar e social marcada pelo preconceito e julgamento pela forma de contágio e 3. HIV/aids e sexualidade em prevalece como causa de contaminação os atos sexuais ilícitos e a quantidade de parceiros, bem como culpabilização da pessoa a adquirir a condição. Apesar das mudanças no perfil epidemiológico da doença ao longo do tempo e introdução da terapia antirretroviral, os profissionais reproduzem e carregam percepções estigmatizantes resultando em discursos falsamente modificados que trazem a tona simbolismos primários da infecção relacionadas ao incorreto, medo e preconceito. A percepção e significados atribuídos podem refletir na sua prática de cuidado impactando na eficácia da atenção integral à saúde.
Patricia Menezes Schmitt, Sabrina Felin Nunes, Anaelena Bragança De Moraes, Ana Paula Ramos De Souza
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 217-227; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.217-227

Abstract:
Objetivo: Analisou-se a evolução do brincar em bebês com e sem risco psíquico e sua relação com o desenvolvimento infantil de nove aos 24 meses. Estudo quantitativo, observacional, retrospectivo. Método: A obtenção dos dados foi através do roteiro de análise do brincar, elaborado nesta pesquisa. Foram observados os aspectos cognitivos do brincar do bebê, a relação intersubjetiva e análise do investimento materno. Avaliaram-se 32 bebês e suas mães. Foram utilizados os indicadores clínicos do desenvolvimento infantil e os sinais PREAUT para detecção do risco psíquico. Resultados: Houve associação significativa no prazer da criança em relação ao risco na experiência com o objeto, bem como o prazer e empenho maternos no brincar. Com relação ao uso criativo do objeto nas crianças com risco aparece mais tardiamente do que no grupo sem sofrimento psíquico, aos 18 meses. Conclusão: As crianças com sofrimento psíquico e suas mães apresentaram menos construções criativas em relação às sem sofrimento.
Valmir Oliveira Silvino, Regis Bernardo Brandim Gomes, Sérgio Luiz Galan Ribeiro, Davyson De Lima Moreira, Marcos Antonio Pereira Dos Santos
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 5-9; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.5-9

Abstract:
Since the first case of COVID-19 reported at late 2019, it has quickly spread throughout the world and became a pandemic. Because of its high transmission rate, COVID-19 is a huge threat to public health worldwide. Fever is a common symptom of patients with severe acute respiratory syndromes (SARS), including the COVID-19 disease. Infrared thermography (IT) is widely used to mass-screen the skin temperature of people in crowded places, such as hospitals and airports. This is of importance for patients and health professionals as it drastically decreases the risk of transmission due to the minimal contact between the evaluator and the subject. Infrared thermography strategy has already been widely used for the screening of febrile people during the outbreak of other pandemics such as H1N1 and Ebola. We here describe the potential of IT to identify febrile people who may be infected with COVID-19 and provide recommendations for their monitoring and management during this pandemic based on literature data.
Eduardo Matias Dos Santos Steidl, Bruna Franciele Da Trintade Gonçalves, Nathalia De Morais Rockenbach, Adriane Schmidt Pasqualoto, Renata Mancopes
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 210-216; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.210-216

Abstract:
Objetivo: investigar os efeitos da terapia manual (TM) sobre a função respiratória e qualidade de vida de indivíduos com DPOC. Métodos: foram avaliados 18 indivíduos com idade média 66,06±8,86 anos, 61,1% (11) homens e %VEF1 médio 40,28±16,73 após-programa de TM. As medidas de desfecho foram: frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR), saturação periférica de oxigênio (SpO2), pressão inspiratória (PIM) e expiratória (PEM) máximas, sensação de dispneia (MRC) e qualidade de vida (SGRQ). Resultados: houve diferença significativa para FC (p=0,04), FR (p=0,007), SpO2 (p
Andressa Da Silveira, Bruna Thais Garcez Alves, Mariely Piovesan Elauterio, Flávia Oliveira E Silva, Yasmin Sabrina Costa, Neila Santini De Souza
Published: 30 June 2020
Revista Contexto & Saúde, Volume 20, pp 185-190; doi:10.21527/2176-7114.2020.38.185-190

Abstract:
Objetivo: descrever a participação dos familiares no cuidado clínico e acompanhamento escolar de crianças e adolescentes com necessidades especiais (CRIANES) de saúde na perspectiva dos profissionais de saúde e educação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Método: estudo de abordagem qualitativa, do tipo participativo, onde a produção de dados ocorreu pelo desenvolvimento da dinâmica de criatividade e sensibilidade linha da vida. Participaram da dinâmica 10 profissionais da saúde e da educação da clínica e da escola, onde a produção ocorreu por meio da metáfora de um varal que representava a linha da vida de cada profissional diante da questão geradora de debate. As produções foram frases e desenhos construídos individualmente e socializados em grupo. As enunciações foram áudio gravadas, transcritas e submetidas à análise de discurso na corrente francesa. Resultados: as produções e os discursos enalteceram a importância da participação das famílias em prol do desenvolvimento das habilidades das crianças e adolescentes e que o impacto é positivo inclusive na adesão ao tratamento e cuidados no âmbito domiciliar. Conclusão: os profissionais da saúde e da educação percebem a importância do trabalho que desenvolvem com as CRIANES. Para eles, o processo de desenvolvimento, da aquisição de habilidades e adesão ao tratamento somente serão satisfatórios com esforços coletivos da família, clínica e escola em prol da saúde e educação das CRIANES.
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