Liinc em Revista

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EISSN : 1808-3536
Published by: Liinc em Revista (10.18617)
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Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5776

Abstract:
O artigo propõe uma discussão acerca do chamado “patrimônio dissonante” (dissonant heritage), em particular o patrimônio ligado ao colonialismo italiano. Qualquer patrimônio, ainda que em estado silente, enquanto não mais envolvido no quotidiano e nos processos culturais do presente, é recebido, mesmo que inconscientemente, pelos públicos. Optamos para analisar dois estudos de caso de patrimônios definidos como “dissonantes”, para observarmos, nas práticas, as trajetórias político-culturais de manutenção dessa memória em um contexto em que a dissonância precisa ser identificada e centralizada, o monumento ao explorador Vittorio Bottego e a coleção de máscaras faciais do antropólogo fascista Lidio Cipriani. Desvelar o papel principal que a ‘dissonância’ desempenha nas discussões sobre os diferentes usos da memória e do patrimônio significa reconhecer como essa dissonância abriu novas perspectivas no campo dos estudos sobre o patrimônio, no qual o conceito foi originalmente introduzido para discutir heranças que envolvem histórias discordantes e usos públicos de memórias e representações de passados contenciosos
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5828

Abstract:
Decolonialidade e Ciência da Informação: veredas dialógicas
Naiene Sanchez Silva, Thais Pereira da Silva
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5819

Abstract:
Relatoria Crítica: O texto-performance como tentativa de exuzilhamento
Franciéle Carneiro Garcês da Silva, Dirnéle Carneiro Garcez, ,
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5780

Abstract:
Este artigo apresenta a bibliotecária negra[1], Dorothy Porter Wesley, com especial enfoque em sua atuação na organização da Coleção Especial do Moorland-Spingarn Research Center. Com base em materiais bibliográficos e documentais, evidencia a denúncia realizada pela bibliotecária sobre a abordagem etnocêntrica, preconceituosa e limitante da Classificação Decimal de Dewey para catalogação dos recursos informacionais da Coleção. Para resolver essa lacuna, Porter Wesley preparou diversas bibliografias e catálogos destinados à organizar o conhecimento elaborado por e sobre as populações negras, africanas e da diáspora da Coleção. O estudo investiga o desenvolvimento crítico de sua trajetória e o papel metaepistemológico e metametodológico que conjuga a apropriação de ferramentas do campo informacional – a começar, a bibliografia –, como forma de luta, de resistência e de emancipação da comunidade negra americana. A pesquisa, em seus resultados, atesta a potencialidade revolucionária da práxis de Dorothy Porter Wesley, assim como fundamenta outra via epistemológico-histórica de concepção do campo biblioteconômico-informacional. [1] Não usaremos o termo “de cor” para se referir a pessoas negras americanas a não ser quando a passagem abordar uma citação da própria Dorothy Porter Wesley, embora seu uso popular seja um fato em alguns contextos dos Estados Unidos. Para tanto, quando utilizamos o termo “negra” ou “afro-americana” estamos nos referindo a pessoas de origem africana na diáspora, esta última resultante de crimes contra humanidade.
Cayo Honorato, Suene Honorato
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5783

Abstract:
A partir de questões suscitadas pelas palestras de Maria Aparecida Moura e Bianca Santana no encontro Decolonialidade e Ciência da Informação: veredas dialógicas, o artigo faz uma comparação inicial entre três conceitos distintos, mas correlatos: interseccionalidade, encruzilhada e exuzilhada. Para isso, toma como referência principal textos de Patricia Hill Collins e Sirma Bilge, Leda Maria Martins e Cidinha da Silva, respectivamente. Nesse percurso, avalia o modo como cada conceito busca representar a complexidade e heterogeneidade de experiências marginalizadas ou rarefeitas. Considerando alguns dilemas do primeiro conceito, entende que os dois últimos podem nos sugerir um conceito não essencialista de representação. Em todo caso, o artigo marca o início de uma discussão, aberta a outros caminhos e transformações, sublinhando o diálogo como "processo vital móvel"
Guilherme Goulart Righetto, ,
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5750

Abstract:
A competência em informação diz respeito, em síntese, à aprendizagem contínua, sendo uma forma de autoconsciência, socialização autoguiada ou de autodenominação. É uma ferramenta que pode levar ao empoderamento, à autoexpressão e ao diálogo intercultural dos cidadãos. No entanto, dependendo da natureza do terreno social, a competência em informação pode servir a propósitos distintos dos que se esperam em sua função social. Isso porque, ao considerar a informação como mecanismo de poder, podem-se constituir práticas opressivas ou libertadoras às minorias sociais, em especial às populações latino-americanas, considerando suas diversidades culturais, sociais e históricas. O objetivo geral do artigo, dito isto, é apresentar os pressupostos teóricos para a construção de uma competência em informação “subversiva” aos padrões hegemônicos colonizadores, respaldado pela pedagogia decolonial e pela interculturalidade, buscando, assim, responder a seguinte questão: quais pressupostos são necessários para a edificação de uma competência em informação “subversiva”? Metodologicamente, a pesquisa que resultou neste artigo é exploratória, qualitativa e bibliográfica, com cunho ensaístico. O principal resultado se pauta na ratificação do fazer a competência em informação como fazeres-outros, expandindo as formas de discutir, de ensinar e de assimilar as múltiplas formas possíveis dessa metacompetência. Conclui-se que é preciso assumir tal competência como metodologia(s) e ação(es) emergente(s) em contextos de marginalização, subalternização, luta, reexistência e resistência, contribuindo com práticas insurgentes de resistir, (re)existir e (re)viver, que possibilitam modos muito diversos de ser, existir, pensar, conhecer, sentir, ser e conviver – ou seja, como práxis fronteiriça que afronta a colonialidade do poder e as suas práticas pedagógicas
Laíza Ferreira
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5817

Abstract:
Memória Ancestral, Série fotocolagem, fotoarquivo e fitotipia
Claudio Xavier, , Nadia Virginia Barbosa Carneiro
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5774

Abstract:
O trabalho trata diretamente da experiência na realização de um curso livre na modalidade online, como atividade complementar ao currículo em um curso de graduação na área de Comunicação da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Tal atividade surge como possibilidade em contribuir na construção de rumos/direcionamentos para a educação no contexto da pandemia Covid-19, na medida em que reflexiona o locus de ensino/aprendizagem – processos, espaços, sujeitos – através da arte e tecnologia, a partir de uma perspectiva decolonial. O curso MostrEmCasa teve como objetivo refletir sobre a importância da arte e das linguagens midiáticas como um elemento fundamental para a consciência, acolhimento e enfrentamento aos desafios vividos mundialmente, buscando experienciá-las no cotidiano “mínimo” imposto por esse período de isolamento/confinamento social. Os resultados apontam que a arte, através das tecnologias digitais, numa perspectiva decolonial, se constitui como um recurso para o livre pensar/fazer sobre si e sobre o mundo
Rodrigo Sérgio Ferreira de Paiva, , , , Ana Luisa Erthal, Luciana Coutinho Araújo, Isabela Regina da Silva Pontes
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5764

Abstract:
O texto apresenta os resultados de uma pesquisa mercadológica sobre a representatividade negra na Mauricio de Sousa Produções (MSP). Foram aplicados referenciais teóricos alusivos à representação de grupos historicamente descriminados, a exemplo de Cirne (1982), Agostinho (2017) e Chinen (2019) e ao estudo do Design da Informação, com Padua, Dias e Lima (2015) e Sá (2016), que permitiram construir uma infografia para ilustrar os dados coletados. Investigou-se a aparição de personagens negros de proeminência nas capas das revistas da Turma da Mônica, dos primórdios que antecederam a adoção explícita do pensamento decolonial às edições da atualidade, assim como números pertinentes sobre os artigos já publicados sobre a temática investigada, extraídos do Portal de Periódicos da CAPES (2020). A peça gráfica produzida apresenta uma nova tendência do estúdio em acentuar a presença afrodescendente em seus produtos editoriais, assim como ratificar a carência de estudos acessíveis sobre o negro nos quadrinhos nacionais
, María Camila Restrepo-Fernández
Published: 30 November 2021
Liinc em Revista, Volume 17; https://doi.org/10.18617/liinc.v17i2.5727

Abstract:
La Bibliotecología emergió del seno de la práctica bibliotecaria, sus orígenes están signados por el desarrollo de sistemas organizativos para colecciones bibliográficas y la necesidad social de la existencia de bibliotecas públicas, hasta su constitución como disciplina científica, proceso caracterizado en una permanente obligación de renovación teórica y metodológica afín de responder a las cambiantes estructuras del quehacer científico y las tendencias globales de la tecnociencia. En este texto se presenta una propuesta teórica y filosófica que retoma las epistemologías del sur; primero, se evalúa el impacto e influencia del paradigma dominante de ciencia (realismo) en la bibliotecología; posteriormente, se revisan los fundamentos teóricos elementales: lenguaje, información, conocimiento, documento y biblioteca en clave sur y finalmente, se expone la propuesta de fundamentación filosófica para una bibliotecología desde Abya-Yala
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