Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos

Journal Information
EISSN : 2318-9304
Current Publisher: Galoa Events Proceedings (10.17648)
Total articles ≅ 241
Current Coverage
DOAJ
Filter:

Latest articles in this journal

Janira Feliciano Pohlmann
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 155-170; doi:10.17648/rom.v0i15.23765

Abstract:
O objetivo deste artigo é analisar alguns elementos edificados por Ambrósio, bispo de Milão, para formatar uma identidade cristã baseada no Concílio de Niceia de 325, e, ao mesmo tempo, identificar Graciano como um “santo imperador” defensor da fé professada pelo sacerdote milanês. Para alcançar este objetivo e comprovar minhas hipóteses, examino duas obras tratadísticas de Ambrósio: De fide e De Spiritu Sancto. Observo que ambas as obras foram escritas entre 378/380?-383, por solicitação do Augusto Graciano. Era, portanto, um momento em que o credo de Niceia afirmava sua noção de ortodoxia e a natureza divina do imperador romano ganhava aspectos cristãos.
Maria Beatriz B. Florenzano
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 9-19; doi:10.17648/rom.v0i15.31812

Abstract:
Entrevista com Maria Beatriz B. Florenzano.
Willian Fernandes Garcia, Monica Selvatici
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 195-212; doi:10.17648/rom.v0i15.27708

Abstract:
Neste artigo, empreendemos um exame minucioso dos argumentos do autor cristão Tertuliano de Cartago acerca do cristão considerado herege, Marcião. Analisamos, por meio dele, o processo de construção, em termos do discurso, da identidade cristã, tendo por premissa a oposição discursiva entre o “verdadeiro” cristianismo e os “falsos cristianismos”, neste caso, representados pelo marcionismo. A partir dos critérios elencados pelo antropólogo Fredrik Barth, em sua teoria da etnicidade, pudemos compreender o processo de construção (ou desconstrução) de um adversário levado a cabo por Tertuliano, ao mesmo tempo que ele construía as premissas de sua identidade cristã por meio da comparação entre as ideias que ele julgava corretas em oposição ao que supostamente seus oponentes pregavam.
Gabriel Cabral Bernardo
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 75-94; doi:10.17648/rom.v0i15.30135

Abstract:
A história de Esparta é geralmente dividida entre os Períodos Arcaico e Clássico, caracterizados, respectivamente, pela abertura a influências externas e pelo posterior bloqueio dessas. Entretanto, uma análise mais cuidadosa da relação entre Esparta e o Oriente Próximo pode mostrar, nesses dois períodos, um continuum e não fases completamente diferentes de uma mesma sociedade. Considerando a cultura material espartana e as evidências literárias dos períodos Arcaico e Clássico, temos um quadro em que Esparta manteve sim alguma inserção nas redes do Mediterrâneo oriental, mas indiretamente, associando-se a cidades ou agentes já bem estabelecidos nessas redes. Nesse sentido, Esparta não mudou completamente de atitude em relação às suas relações “internacionais”, mas manteve a mesma lógica de conexão, investindo apenas na conectividade que respondia às suas demandas internas específicas.
Ana Livia Bomfim Vieira
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 20-31; doi:10.17648/rom.v0i15.30902

Abstract:
Este artigo tem como objetivo discutir as transformações que a perspectiva de história conectada trouxe para a área de Antiguidade. Além disso, objetivamos demonstrar como a expansão das pesquisas em Arqueologia, a partir do final do século XX, estimularam a compreensão da cultura material como intermediária nas relações de conexão e na construção de redes sociais no mundo grego.
João Carlos Furlani
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 218-225; doi:10.17648/rom.v0i15.30878

Abstract:
Resenha de: KEMMERS, F. The functions and use of Roman coinage: an overview of 21st century scholarship. Leiden: Brill, 2019. 89 p.
Macsuelber De Cássio Barros Da Cunha
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 173-194; doi:10.17648/rom.v0i15.25213

Abstract:
Em agosto de 29 a.C., Roma foi palco de um grandioso acontecimento. Trata-se do triplo triunfo de Otaviano. Cerimônia que exaltou as vitórias do Imperator Caesar e de suas tropas e exibiu as riquezas daí advindas. A procissão triunfal ligava passado, presente e futuro, pois se vinculava, em sua origem, com o fundador de Roma e primeiro triunfador, Rômulo; festejava no momento presente as vitórias do general triunfante, exibindo os povos vencidos e as riquezas trazidas; e inscrevia o nome do triunfador na memória das futuras gerações, tanto pelo feito realizado, quanto pelo triunfo memorável que percorreu as ruas de Roma, como também pelos monumentos e/ou edifícios que poderiam ser erguidos com as riquezas trazidas. Neste artigo, fazemos uma análise sobre este grandioso acontecimento e suas relações com a arquitetura e com a memória.
Martinho Guilherme Fonseca Soares
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 118-136; doi:10.17648/rom.v0i15.30735

Abstract:
Este artigo apresenta a condição dos nautai como “protegidos” de Atená, as particularidades de seu ofício no campo da navegação no contexto do expansionismo grego rumo à fundação de suas apoikiai no Mediterrâneo ocidental. Explora os desafios da navegação em alto-mar e, a partir da leitura da Odisseia, de Homero, como Atená foi invocada pelos marinheiros do Período Arcaico em suas travessias. Em seguida, dedica-se ao mapeamento dos templos e santuários dedicados à divindade nas apoikiai fundadas em território siciliano ao longo dos séculos VIII e VI a.C., buscando, por fim, destacar os elementos que conduziram à promoção de seu culto como resultado dos modos de intervenção de Atená no campo das tékhnai da navegação.
Eleftheria Pappa
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 32-74; doi:10.17648/rom.v0i15.30296

Abstract:
The article reviews the evidence for cultic activity at the Orientalizing settlement of Alcácer do Sal (Portugal). It offers new comparanda for the assemblage of cultic artefacts identified at two locations and then interprets it in the broader context of Mediterranean interconnections. It is suggested that a cult brought by Phocaean Greek merchants, perhaps from southern Iberia where such cults are archaeologically attested during the same period, may explain the evidence better than the hypotheses so far formulated.
Pedro Luís De Toledo Piza
Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos pp 214-217; doi:10.17648/rom.v0i15.29212

Abstract:
Resenha de: BASLEZ, M-F. Les premiers batîsseurs de l’Église: correspondances épiscopales, Iie-IIIe siècles. Paris: Fayard, 2016. 304 p.
Back to Top Top