ABEI Journal

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ISSN / EISSN : 1518-0581 / 2595-8127
Current Publisher: ABEI Journal (10.37389)
Total articles ≅ 68
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Latest articles in this journal

Laura P. Z. Izarra, Hedwig Schwall, Nicholas Taylor-Collins
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 15-17; doi:10.37389/abei.v22i1.3874

Mehdi Ghassemi
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 237-238; doi:10.37389/abei.v22i1.3861

Abstract:
Hedda Friberg-Harnesk. Reading John Banville through Jean Baudrillard. New York: Cambria Press, 2018. pp.223.LCCN 2018027875 | ISBN 9781604979534
John O'donnell
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 49-52; doi:10.37389/abei.v22i1.3846

Abstract:
This section brings different voices from writers who narrate their experience as readers of John Banville’s work to pay tribute to his 50 years of an inspiring writing.Resumo: Esta seção traz diferentes vozes de escritores que narram sua experiência como leitores do trabalho de John Banville para homenagear seus 50 anos de escrita inspiradora.
Cody D Jarman
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 85-95; doi:10.37389/abei.v22i1.3850

Abstract:
This article considers John Banville’s engagement with memories of the Irish Famine and the conventions of the Irish Gothic and Big House novel in his 2009 novel The Infinities by comparing his approach to these topics to that of Emily Lawless in her considerably earlier 1897 collection Traits and Confidences. I argue that Banville’s engagement with the history of the Irish Famine and the conventions of the Irish Gothic and Big House novel are not incidental to the novel’s exploration of the problem of identity and the idea of the self but, rather, are fundamental to its thematic investments. Furthermore, I suggest that the novel’s experimental form fits into Irish literary tradition as Banville’s novel develops questions of identity, form, and content central to Lawless’s text.Resumo: Este artigo considera o envolvimento de John Banville com as memórias da fome irlandesa e as convenções do romance gótico irlandês e sobre a Casa Grande em The Infinities, publicado em 2009, comparando sua abordagem desses tópicos à de Emily Lawless em sua coleção anterior Traits and Confidences de 1897. Argumento que o envolvimento de Banville com a história da fome irlandesa e as convenções do romance gótico irlandês e sobre a Casa Grande não são acidentais à exploração do romance sobre a problemática da identidade e da ideia de si, mas são fundamentais para sua delimitação temática. Além disso, sugiro que a forma experimental do romance se encaixa na tradição literária irlandesa, pois o romance de Banville desenvolve questões de identidade, forma e conteúdo, as quais são centrais ao texto de Lawless.
Adel Cheong
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 233-236; doi:10.37389/abei.v22i1.3860

Abstract:
Neil Murphy. John Banville. Maryland, USA: Bucknell University Press, 2018. pp. 216. ISBN 978-1-61148-872-2 (cloth); 978-1-61148-873-9 (electronic)
Jessica Traynor
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 53-55; doi:10.37389/abei.v22i1.3847

Abstract:
This section brings different voices from writers who narrate their experience as readers of John Banville’s work to pay tribute to his 50 years of an inspiring writing.Resumo: Esta seção traz diferentes vozes de escritores que narram sua experiência como leitores do trabalho de John Banville para homenagear seus 50 anos de escrita inspiradora.
Hedwig Schwall
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 147-158; doi:10.37389/abei.v22i1.3854

Abstract:
Both Banville and Lacan are Freudian interpreters of the postmodern world. Both replace the classic physical-metaphysical dichotomy with a focus on the materiality of communication in an emophysical world. Both chart the ways in which libidinal streams combine parts of the self and link the self with other people and objects. These interactions take place in three bandwidths of perception, which are re-arranged by the uncanny object a. This ‘object’ reawakens the affects of the unconscious which infuse the identity formations with new energy. In this article we look briefly at how the object a is realised in The Book of Evidence, Ghosts and Eclipse to focus on how it works in The Infinities, especially in the relations between Adam Godley junior and senior, Helen and Hermes.Resumo: Banville e Lacan são intérpretes freudianos do mundo pós-moderno. Ambos substituem a dicotomia físico-metafísica clássica pelo foco na materialidade da comunicação em um mundo emofísico. Ambos traçam a diferentes maneiras pelas quais os fluxos libidinais combinam partes do eu e vinculam o eu a outras pessoas e objetos. Essas interações ocorrem em três larguras de banda da percepção, que são reorganizadas pelo objeto misterioso a. Esse “objeto” desperta os afetos do inconsciente que infundem as formações identitárias com nova energia. Neste artigo, veremos brevemente como o objeto a é percebido em The Book of Evidence, Ghosts e Eclipse, a fim de focar em como ele funciona em The Infinities, especialmente nas relações entre Adam Godley Júnior e Sênior, Helen e Hermes.
Catherine Toal
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 173-182; doi:10.37389/abei.v22i1.3856

Abstract:
Mrs Osmond (2017) is unique to date among John Banville’s non-pseudonymous novels in having a female protagonist and no first-person voice. Reviewers have hailed it as a pastiche faithful to the style and dramatic situation of the classic work for which it offers a sequel, Henry James’s The Portrait of a Lady (1881). This essay argues that Mrs Osmond dismantles all the central elements of Portrait. Its manner of doing so shows the fundamental importance of a quality often observed in Banville’s male narrators—misanthropy—to the design of his novels, particularly its close connection to the aspect of his work most highlighted by scholars: metafictional self-reflexivity.Resumo: Mrs. Osmond (2017) é o único entre os romances não pseudonímicos de John Banville a ter uma protagonista feminina e nenhuma voz em primeira pessoa. Os críticos o saudaram como um pastiche fiel ao estilo e à situação dramática da obra clássica The Portrait of A Lady (1881), de Henry James, para a qual oferece uma sequência. Este ensaio argumenta que Mrs. Osmond desmonta todos os elementos centrais de Portrait. Sua maneira de fazer isso mostra a importância fundamental de uma qualidade frequentemente observada nos narradores masculinos de Banville para a construção de seus romances – a misantropia – e particularmente sua estreita conexão com o aspecto mais destacado de sua obra pelos estudiosos: a auto reflexividade metaficcional.
Eiléan Ní Chuilleanáin
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 41-42; doi:10.37389/abei.v22i1.3843

Abstract:
This section brings different voices from writers who narrate their experience as readers of John Banville’s work to pay tribute to his 50 years of an inspiring writing.Resumo: Esta seção traz diferentes vozes de escritores que narram sua experiência como leitores do trabalho de John Banville para homenagear seus 50 anos de escrita inspiradora.
Joakim Wrethed
Published: 4 September 2020
ABEI Journal, Volume 22, pp 183-196; doi:10.37389/abei.v22i1.3857

Abstract:
John Banville’s long career can of course conventionally be viewed as a linearity, but it would be better seen as a form of spiral. This spiral is the hermeneutic process and concomitantly the movements of eternal recurrence in the oeuvre. In accordance with Nietzsche’s concept, these recurrences are not to be construed as returns of the identical. Rather, this ethic and aesthetic dimension in Banville is explicated as an attunement to the overall force of becoming. In agreement with Wallace Stevens’ poetics, Banville’s aesthetic is seen primarily as process. Through the immediate access to metacognition and reflection in the intentional act, Banville, through his protagonists, maintains a sense of wonder as hope in a fictional world often permeated by loss, melancholy and despair. This fictional trait is argued to have been there since the debut up to Banville’s more recent creative work.Resumo: A longa carreira de John Banville pode, evidentemente, ser vista convencionalmente de modo linear, contudo seria melhor se fosse vista como uma forma de espiral. Essa espiral representa o processo hermenêutico e, concomitantemente, os movimentos de recorrência eterna na obra. De acordo com o conceito de Nietzsche, essas recorrências não devem ser interpretadas como retornos do idêntico. Em vez disso, essa dimensão ética e estética em Banville é explicada como uma sintonização com a força geral do devir. De acordo com a poética de Wallace Stevens, a estética de Banville é vista principalmente como processo. Por meio do acesso imediato à metacognição e reflexão no ato intencional, Banville, através de seus protagonistas, mantém um sentimento de admiração como esperança em um mundo fictício, muitas vezes permeado por perda, melancolia e desespero. Argumenta-se que esse traço ficcional está presente desde a sua estréia até a escrita mais recente de Banville.
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