Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável

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EISSN : 2358-2367
Published by: Grupo Verde de Agroecologia e Abelhas (10.18378)
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, Francisco José Loureiro Marinho, , Leonardo Afonso Pereira Da Silva, ,
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.6929

Abstract:
Considerando a necessidade de se desenvolver pesquisas que contribuam para a convivência das populações rurais com as adversidades do semiárido brasileiro, realizou-se um teste de germinação e desenvolvimento inicial de plantas de Prosopis juliflora sob diferentes níveis de salinidade do solo, visando encontrar de forma numérica o grau de tolerância à salinidade dessa espécie. O ensaio foi conduzido em ambiente protegido pertencente ao CCAA-UEPB, em Lagoa Seca-PB. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos constaram de cinco níveis de salinidade do solo, dados pela condutividade elétrica no extrato de saturação do solo (CEes): T1 - 0,3; T2 - 5,0; T3 - 10,0; T4 - 15,0 e T5 - 20,0 dS m-1. Para obtenção dos resultados foram avaliados o percentual de germinação, comprimento das plântulas, número de folhas e número de folíolos. Verificou-se que os efeitos deletérios da salinidade foram mais acentuados no crescimento inicial das plântulas do que na emergência das sementes, que os níveis de salinidade > 15 dS m-1 provocaram morte das plântulas e que CEes de até 10 dS m-1 não provocaram danos expressivos nem na germinação nem no crescimento inicial das plântulas de Algaroba.
, , Andressa Rodrigues Dos Santos, , Camila Firmino De Azevedo
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.6976

Abstract:
As ervas como componentes culinários introduzem aroma, sabor e participam na conservação dos alimentos. Com o passar dos anos os aromatizantes e conservantes naturais foram dando espaço aos temperos industrializados, e com isso aumentando o índice de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), uma vez que podem causar alguns problemas de saúde.Para tal foi realizada uma pesquisa através de um questionário semi estruturado formado por questões a respeito do estudo, a respeito do tema o questionário foi disponibilizado online, através da plataforma Google-forms e divulgado em aplicativos de comunicação. Os dados obtidos através das análises dos questionários concluíram que 90% dos entrevistados usam temperos industrializados, Já no que se refere ao uso de temperos naturais, 91,7% disseram que utilizam. A pesquisa servirá como base para outras e para a disseminação desse conhecimento com a população. O objetivo deste trabalho foi analisar o conhecimento da população sobre o uso de temperos industrializados e naturais e realizar um levantamento sobre os riscos causados pelo uso de temperos industrializados.
Patrícia Da Silva Costa, Francisco De Assis Da Sillva, Robson Fábio Alves De Souza, Gleyka Nóbrega Vasconcelos, Ronaldo Do Nascimento, Deise Maria Farias Lima
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.7061

Abstract:
As mudanças climáticas promovem alterações na temperatura do ambiente e no regime de chuvas, refletindo-se em estresses térmico e hídrico, além de provocar instabilidade no rendimento das culturas. Objetivou-se avaliar a influência de temperatura e níveis de condutividade elétrica da água no crescimento inicial de feijão-caupi. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x5, com quatro repetições de 25 sementes crioulas, variedade corujinha. Os fatores consistiram de duas condições de temperatura (25 e 35 ºC) e cinco níveis de condutividade elétrica da água de umedecimento do substrato de germinação (0,4, 1,9, 3,4, 4,9 e 6,4 dS m-1). As avaliações consistiram na quantificação de variáveis de comprimento médio inicial e final da parte aérea, bem como a taxa de crescimento relativo. O aumento da temperatura do ambiente e da condutividade elétrica da água de umedecimento do substrato promoveu redução no crescimento das plântulas de feijão-caupi. Recomenda-se que a semeadura do feijão-caupi seja realizada em ambiente com temperatura de 25 ºC e umedecimento do substrato com água de boa qualidade com condutividade elétrica inferior a 1,5 dS m-1.
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.7055

Abstract:
Realizamos um estudo de abordagem etnobotânica sobre o uso de plantas medicinais no tratamento de animais por agricultores familiares do brejo paraibano. Foi aplicado um questionário para identificar os animais presentes nas propriedades e seus principais problemas de saúde, além dos tratamentos fitoterápicos realizados pelos agricultores. Foram entrevistados 66 agricultores e a maioria afirmou que cultivava plantas medicinais, sendo a babosa, capim-santo e erva-cidreira as mais citadas. Sobre o uso de plantas no tratamento animal, 72,5 % afirmou ter conhecimento e 53% já fizeram uso desse recurso. O mastruz ou alho para gripe em galinhas e babosa para ferimentos foram os tratamentos mais citados, com conhecimento passado principalmente através dos avós (28,7%) e dos pais (25,7%). A grande maioria dos agricultores familiares do brejo paraibano tem conhecimento sobre o uso de plantas medicinais no tratamento animal e cultivam muitas espécies medicinais, no entanto muitos deles nunca fizeram uso desse recurso em animais da propriedade. Ressalta-se a relevância da transmissão do conhecimento entre as gerações na agricultura familiar, principalmente em relação ao uso de plantas medicinais, pois representa uma forma econômica e eficiente de tratamento e de grande importância social, cultural e econômica.
Semirames Do Nascimento Silva, Newton Carlos Dos Santos, Raphael Lucas Jacinto Almeida, Sâmela Leal Barros, Virgínia Mirtes De Alcântara Silva, Josivanda Palmeira Gomes
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.6831

Abstract:
A textura, juntamente com a aparência e o sabor, constituem os três atributos de qualidade que estabelecem a aceitabilidade de um alimento pelo consumidor. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo realizar a desidratação osmótica do Physalis angulata L. e determinar o seu perfil de textura antes e após o processo de desidratação. Os frutos foram submetidos ao processo de desidratação osmótica em solução de sacarose nas concentrações de 45, 50, 55 e 60 °Brix com agitação mecânica de 100 rpm na temperatura de 60 °C. Para a obtenção dos parâmetros mecânicos de textura foi empregado o teste de resistência à compressão com o auxílio do probe P/36, onde os frutos in natura e desidratados foram avaliados quanto aos seguintes atributos através do diagrama de tensão-deformação: firmeza (N), coesividade, gomosidade (N) e mastigabilidade (J). Para todos os parâmetros avaliados, os maiores valores foram obtidos para os frutos desidratados a 60 °Brix e os menores para os frutos in natura. Através dos dados obtidos por meio dos parâmetros de textura, conclui-se que a concentração de sacarose foi diretamente proporcional aos parâmetros avaliados no presente estudo. No qual já era esperado visto que a saída de água do fruto, faz com que as fibras e os materiais insolúveis se concentrem, elevando os parâmetros de textura. A aceitabilidade do consumidor é influenciada pelos parâmetros de textura que fazem parte da análise sensorial. Dentre as amostras analisadas a com menor porcentagem de sacarose no processo de desidratação osmótico se destacou, por se assemelhar mais com os parâmetros da fruta in natura.
Paulo Alexandre Aguiar, , , Valter Silva Ferreira, José Elson Silva Júnior,
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378//cvads.v9i7.6842

Abstract:
O objetivo do trabalho foi implantar um módulo de SAFs como atividade curricular no Campus Picuí-PB, visando promover o desenvolvimento técnico e socioeconômico dos alunos de Agroecologia, bem como estimular a preservação e manutenção de uma área verde denominada de Bosque florestal. A atividade de estudo foi desenvolvida no IFPB/Campus Picuí. O trabalho foi dividido em três momentos: implantação do banco de proteínas; construção de barramento; manejo do Bosque florestal e identificação das espécies. Proporcionou-se aos futuros profissionais da Agroecologia vivenciar o manejo de um módulo de SAFs. As ações realizadas no período da implantação do banco de proteínas e bosque florestal puderam contribuir para a mantença da flora local. Além da conservação da flora foi constatado no aumento de espécie da fauna como abelhas, pássaros e roedores. As ações realizadas no período da implantação do Banco de proteínas e Bosque florestal pode contribuir para a mantença da flora local. Através da implantação do Bosque florestal constata-se que o Sistema Agroflorestal cabe no âmbito da agricultura familiar, experiência que ser socializada com os demais discentes e produtores da região do Curimataú Paraibano.
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.6704

Abstract:
O projeto de implantação do meliponário associado com o componente de Sistema Agroflorestais foi implantado no Campus Picuí do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, localizado sob as coordenadas geográficas (Latitude de 6° 32’ 50” N, Longitude 36o 21,44” W ". A criação de abelhas sem ferrão pode a ser uma atividade atrativa ao agricultor de baixa renda, podendo gerar impactos positivo na geração de renda e qualidade de vida. Portanto, a atividade teve como objetivo a implantação de um meliponário nas dependências do Campus Picuí como componente agroflorestal. A experiência de implantação do primeiro meliponário do Campus Picuí foi vivenciada pelos alunos responsável pelo manejo do Bosque florestal do Campus Picuí do curso de Tecnologia em Agroecologia do IFPB Campus-Picuí, a atividade de manejo e implantação do meliponário está ligada as atividades extracurricular da disciplina de Sistemas Agroflorestais e Produção Animal III. A implantação do projeto atendeu a uma demanda postas pelo professor titular da disciplina juntamente com o Técnico Agropecuário da Emater-RN com o intuito de proporcionar oportunidade aos alunos das disciplinas relacionadas ao projeto como os demais alunos envolvidos, assim disponibilizando um espaço de área de estudos práticos, como também em ações futuras promover dias de campo aos produtores locais. Ficou evidente que a associação da meliponicultura aos sistemas agroflorestais, contribuir com o aumento da produção e qualidade do mel produzido. Dessa forma, a Meliponicultura pode servir como alternativa socioeconômica aos alunos de agroecologia como também as comunidades circunvizinhas ao Campus Picuí-PB.
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.6912

Abstract:
A pimenta-do-reino foi bastante cultivada no município de Serraria-PB, porém com o passar do tempo foi substituída pelas culturas de subsistência. Todavia, encontram-se alguns exemplares da cultura em poucas propriedades, precisando de atividades de multiplicação e divulgação, a fim de garantir a sustentabilidade do cultivo. O objetivo desse trabalho foi avaliar a produção de mudas assexuada de pimenta-do-reino com e sem o nó na estaca, para posterior plantio da piperácea em uma área de mata nativa. O trabalho foi desenvolvido no Sítio Matinha, zona rural do município de Serraria-PB, de maio a agosto de 2017, em uma área em transição agroecológica. Para produção das mudas de pimenta-do-reino foi utilizado o método de reprodução assexuada, com a técnica de estaquia, onde foram feitas 200 estacas de 30 cm a partir das ramas. As estacas da piperácea com o nó foram as que melhor se desenvolveram dentro das condições trabalhadas, validando assim a experiência dos agricultores.
João Paulo Da Silva, Rener Luciano De Souza Ferraz, , Patricia Da Silva Costa, Antonio Manoel Da Silva Filho,
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.6995

Abstract:
O aumento populacional mundial requer uma maior demanda por alimentos e, com isso, vem expansão de áreas agrícolas e/ou potencialização das áreas utilizadas atualmente através da agricultura convencional, que minam os recursos naturais. Entretanto, para solucionar essa problemática, faz-se necessário o uso de tecnologias e inovações que preservem os recursos naturais. Nesse contexto, objetivou-se avaliar a influência de concentrações de fitormônios na morfogênese e consumo de água por estacas de romã. O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Fitopatologia e em ambiente protegido, pertencentes ao CCAA/UEPB. Foram estudadas quatro concentrações de fitormônios (0, 25, 50 e 100%) com três repetições. As variáveis analisadas foram: número de brotações, número de raízes e consumo de água pelas estacas de romãzeira. Os resultados demostraram que não houve efeito significativo das concentrações de fitormônios sobre as variáveis, embora, tenha-se observado variações no número de brotações e consumo de água. De acordo com as condições estudadas, concluiu-se que concentrações de fitormônios não influenciam a morfogênese e consumo de água por estacas de romã e outros estudos de maior complexidade envolvendo interações com outros fatores e concentrações dos fitormônios, bem como aumentar o intervalo de exposição das estacas de romãnzeira aos fitormônios, sejam realizados.
Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Volume 9; https://doi.org/10.18378/cvads.v9i7.7064

Abstract:
O algodoeiro (Gossypium hirsutum) é uma planta bem adaptada a regiões semiáridas, podendo ser cultivada com práticas comuns de base agroecológica. A pesquisa foi desenvolvida na Fazenda Agroecológica Dulinos no ano agrícola de 2018. Os ensaios foram conduzidos em delineamento de blocos ao acaso (DBC), no esquema fatorial 4x2, com 4 repetições, estabelecidos em oito tratamentos, constituídos de quatro arranjos populacionais (algodão + palma forrageira; algodão + feijão macassar; algodão + milho e algodão solteiro) na presença e ausência de adubação orgânica (esterco bovino). Objetivou-se avaliar a produtividade do algodão herbáceo BRS Aroeira, consorciado com diferentes culturas, na presença e ausência de esterco bovino. Foram avaliados o peso do capulho, caroço, pluma e pluma com caroço. No que diz respeito à produtividade de pluma e caroço, a palma é a espécie indicada para consorciar com o algodão herbáceo BRS Aroeira. A adubação orgânica eleva a produtividade Kg ha-1 do algodão herbáceo BRS Aroeira.
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