Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas

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EISSN : 1981-061X
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Ronaldo Vielmi Fortes
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 228-262; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.551

Abstract:
A estética de Hegel significa, no campo da filosofia da arte, o ápice do pensamento burguês, das tradições burguesas progressistas. Os conhecidos aspectos positivos do pensamento hegeliano e seu modo de escrever se manifestam com mais clareza neste trabalho; a universalidade de seu conhecimento, seu profundo e fino senso pelas peculiaridades e contradições do desenvolvimento histórico, a conexão dialética dos problemas históricos com as questões teóricas e sistemáticas das legalidades objetivas universais: todos esses traços positivos da filosofia hegegeliana aparecem mais claros em sua estética. Os clássicos do marxismo mantinham particularmente grande apreço por esse trabalho.
Miguel Vedda
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 07-15; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.565

Juarez Torres Duayer
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 96-105; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.519

Abstract:
Resumo: Os escritos estéticos de Lukács durante a emigração na URSS constituem uma súmula de seu posicionamento contra o despotismo stalinista e a ortodoxia soviética. A despeito das “autocríticas protocolares”, os textos expressam a crítica interdita pelo dogmatismo e o sectarismo característicos do período e irão repercutir a preocupação do autor de que a Estética e Para uma Ontologia do Ser Social, fossem consideradas como sua contribuição à urgência da construção de um projeto de renovação e renascimento do marxismo.
Henrique Coelho
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 278-300; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.472

Abstract:
O texto visa mostrar, a partir das análises do Roberto Schwarz e Georg Lukács, como a análise de lastro marxista autêntico é divergente da leitura meramente sociológica, procurando superar a dualidade “esteticismo x sociologismo”, dois reducionismos anti-dialéticos. Em outros termos, trata-se de expor, dentro de nossos limites, como o autor brasileiro ao buscar a inflexão realista de algumas obras não deixa de debater problemas da especificidade estética, portanto, sem que a vida social explique absolutamente a arte, mas ao mesmo tempo, seja seu substrato indispensável. Para tanto, faremos uma primeira reflexão sobre o decurso lukacsiano (Georg Lukács) onde o autor, referência importante para Schwarz, deslinda a arte através, primeiramente, de posições Idealistas (arte em-si-mesmada) e, logo após, a partir da emergência e redescoberta gradual da ontologia marxiana.
María Belén Castano
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 216-227; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.530

Abstract:
La propuesta se detiene en analizar el eco del pensamiento utópico de Ernst Bloch presente en los ensayos de Christa Wolf “Der Schatten eines Traumes. Karoline von Günderrode -ein Entwurf” (1978) y “Nun ja! Das nächste Leben geht aber heute an. Ein Brief über die Bettine” (1979) . Asimismo, se profundizará la caracterización del romanticismo de Wolf como revolucionario utópico, que implica una crítica a la Modernidad y a la civilización capitalista y que está ligado al feminismo
Vitor Sartori
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 330-352; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.485

Abstract:
Resumo: pretendemos mostrar, a partir daquilo que José Chasin chamou de análise imanente, o modo pelo qual Karl Marx, em seu Teorias do mais-valor, analisou o trabalho produtivo ao ter em conta o desenvolvimento da burguesia e o surgimento de camadas intermediárias entre o proletariado, a burguesia e o processo imediato de produção. Em um primeiro momento, com Smith e a crítica diante da sociabilidade feudal, haveria um elogio do trabalho produtivo e uma crítica à improdutividade do trabalho de comerciantes, juristas, funcionários públicos, entre outros. Depois, porém, a classe burguesa teria adotado a mesma postura que criticara na nobreza. E, assim, desenvolve-se uma concepção apologética no que toca o sentido da categoria trabalho produtivo. Os juristas, antes vistos com desconfiança, vêm a ser vistos de modo acrítico em um processo em que, ao mesmo tempo, tem-se um capitalismo senil e possibilidades abertas à superação deste.
Martin Salinas
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 126-144; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.529

Abstract:
El artículo analiza la lectura de György Lukács de la segunda novela de Soljenitsin, Pabellón de cáncer. La consideración de los contextos que enmarcan la crítica del autor húngaro posee implicancias políticas, filosóficas y estéticas patentes: el proceso de desestalinización, la coexistencia pacífica, y el “Renacimiento del marxismo”, que Lukács reconoce como una tarea impostergable. En este marco conceptual, la interpretación de Lukács de obra de Soljenitsin expresa el modo en las nociones de autonomía estética y perspectiva se articulan.
Bruno Daniel Bianchi
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 85-95; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.533

Abstract:
O presente artigo tem por objetivo compreender a discussão entre a alternativa entre uma arte autônoma e uma arte política/de tendência. A partir do referencial teórico do marxista húngaro György Lukács, o texto busca criticar o caráter enrijecido do debate devido à limitação da concepção de sujeito e sociedade inerente à ideologia burguesa, assim como sua tentativa de produzir uma filosofia da arte desvinculada das questões histórico-sociais de seu tempo.
José Deribaldo Gomes Santos
Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas, Volume 26, pp 44-63; doi:10.36638/1981-061x.2020.v26.516

Abstract:
Este artigo debate a relação entre a alegoria e o símbolo, temática importante para a Grande Estética de Lukács, uma vez que as distinções e as contraposições entre o alegórico e o simbólico possibilitam que o autor húngaro se aproxime do conceito de realismo. O realismo, para o esteta de Budapeste, é o que marca a autenticidade artística. Este trabalho opta por um estudo de caráter teórico-bibliográfico. Por meio de uma análise imanente sobre recorte da Estética do esteta magiar, o artigo considera que a chamada arte de vanguarda, por se inclinar para uma alegoria vazia de conteúdo, abandona as demandas do drama humano. Esse abandono faz com que a arte moderna, de modo geral, caminhe em direção, do conformismo decorativo, por um lado, e, por outro, do inconformismo irracional.
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