Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies

Journal Information
ISSN / EISSN : 2177-3440 / 2177-3459
Current Publisher: Universidade Federal de Juiz de Fora (10.34019)
Total articles ≅ 16
Filter:

Latest articles in this journal

Flávia Rodrigues Faria, Eduardo Siqueira Fernandes
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 10; doi:10.34019/2177-3459.2018.v10.27456

Abstract:
Introdução: Câncer de endométrio é o mais prevalente do trato genital feminino nos países desenvolvidos ocidentais e se manifesta principalmente por sangramento. Na vigência de sangramento na pós-menopausa, investigação adicional do endométrio deve ser realizada com ultrassonografia e, se indicado, biópsia endometrial. Objetivo: traçar perfil das pacientes investigadas por sangramento pós-menopausa, com espessamento endometrial e verificar a relação entre espessamento endometrial e câncer de endométrio. Metodologia: Estudo transversal retrospectivo realizado através da análise de prontuários de pacientes submetidas a curetagem semiótica e/ou histeroscopia cirúrgica, entre janeiro de 2010 a dezembro de 2014, no Hospital Julia Kubitschek/FHEMIG. Variáveis analisadas: idade da paciente; etnia; nível educacional; paridade; idade da menarca; idade da menopausa; doenças associadas; método diagnóstico para câncer endometrial e espessura endometrial no momento do diagnóstico do câncer. Resultados: mediana de idade foi 58,5 anos, maioria das pacientes de etnia parda e ensino fundamental incompleto. Média da menarca e menopausa: 13,4 e 48,3 anos, respectivamente. Maioria das pacientes foram multíparas e os fatores de risco associados a câncer de endométrio foram diabetes mellitus, hipertensão arterial e colelitíase. Procedimentos diagnósticos mais utilizados: histeroscopia cirúrgica (43,9%), curetagem semiótica (28,8%) e histeroscopia diagnóstica associada à curetagem semiótica (10,6%). Pouco mais da metade dos procedimentos foi realizado em pacientes com endométrio de 5,0 a 10,0mm (51,5%) e o diagnóstico de câncer foi feito em sete casos, com espessura endometrial média de 12,4mm. Conclusão: Não houve associação entre faixa de espessamento endometrial e câncer de endométrio, sendo o método mais utilizado, a histeroscopia cirúrgica.
Ailton Paranaíba Vilela Neto, Bárbara Pacheco De Assis, Jade Souza Ferreira Pinto, Leda Marília Fonseca Lucinda, Márcio Heitor Stelmo Da Silva, Ricardo Leão Carmo, Vanessa Oliveira Damasceno
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 10; doi:10.34019/2177-3459.2018.v10.27455

Abstract:
Introdução. A insatisfação corporal aumentou nos últimos anos, devido à busca de se enquadrar em um padrão definido, o que pode levar os jovens a se submeterem a medidas drásticas, como o uso de substâncias anabolizantes ou anorexígenas, além do maior risco de atitudes alimentares patológicas. Objetivo. Avaliar a satisfação corporal de acadêmicos matriculados em faculdades em uma cidade do interior de Minas Gerais, dividindo-os em cursos de área “saúde” e “não saúde”, e buscar a prevalência de atitudes alimentares patológicas, uso de medicamentos anorexígenos e anabolizantes. Materiais e Métodos. Pesquisa de corte transversal, baseada na aplicação de questionários preenchidos por estudantes de faculdades de Barbacena, MG. Foram incluídos apenas maiores de 18 anos que consentiram em participar do estudo e foram aplicados os questionários Body Shape Questionaire (“BSQ”)`, e Eating Attitude Test(“EAT-26”). Resultados. O grupo não “saúde” apresentou maior média de IMC [23,4(DP±4,35) x22,69(DP±3,34)]. Já o grupo “saúde” apresentou maior prática de atividade física (44,04%x32,40%), insatisfação corporal (46,79%x31,77%), presença de atitudes alimentares patológicas (17,25%x9,03%), e uso de substâncias anorexígenas e anabolizantes (16,88%x10,18%).Conclusão. Os universitários estão, na maioria, satisfeitos com a imagem corporal e não apresentam atitudes alimentares patológicas, entretanto dentre aqueles que as apresentam, os do grupo “saúde” tiveram maior prevalência de insatisfação corporal e atitudes alimentares patológicas, e fazem maior uso de substâncias anorexígenas e anabolizantes, mesmo com o maior conhecimento repassado pelas disciplinas de graduação de estudantes da saúde, que abordam mais sobre os efeitos e riscos do uso indiscriminado de tais substâncias e da importância de uma alimentação saudável.
Beatriz Julião Vieira Aarestrup
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 11; doi:10.34019/2177-3459.2019.v11.27462

Abstract:
REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS EXPERIMENTAIS Animais e Humanos RESUMOS Anais do I Fórum Científico e Tecnológico em Odontologia de Juiz de Fora
, , Laura Tôrres Guerra Camilo De Oliveira, , , Júlia Sant’Anna Rocha Gomes, Jussara Ramos Ribeiro, Leda Marília Fonseca Lucinda
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 10; doi:10.34019/2177-3459.2018.v10.27453

Abstract:
Objetivo. Avaliar a prevalência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular (DTM) e os correlacionar com fatores psicológicos em estudantes de medicina. Materiais e Métodos. Trata-se de um estudo de corte transversal baseado em questionário sobre sinais e sintomas de DTM, avaliação de ansiedade e depressão e avaliação clínica de DTM. A amostra foi composta por acadêmicos dos primeiros, quintos e oitavos períodos. Resultados. Predominância feminina 60,78%; média de idade 21,7±2,9 anos; bruxismo em 24,84%. O oitavo período apresentou maior prevalência de DTM moderada (52,63%) e grave (60%). Não houve diferença estatisticamente significativa quando se comparou os graus de DTM entre os períodos acadêmicos. No exame clínico, apresentaram significância estatística: desvio de abertura, com maior prevalência na DTM leve (47,62%) e dor (42.86%), com maior prevalência na DTM moderada. Apenas 8,5% já fizeram uso de placa miorrelaxante. Em relação à cefaleia, 14,38% apresentavam frequentemente e 28,1% esporadicamente. Conclusão. Os entrevistados apresentaram alta prevalência de DTM, sendo a moderada e grave mais prevalente nos acadêmicos do oitavo período. Cefaleia e bruxismo foram os sintomas mais encontrados em acadêmicos com DTM leve e moderada. Verificou-se uma relação entre ansiedade e DTM entre os entrevistados. No entanto, não houve significância estatística entre o grau de DTM e depressão.
Bruna Rezende Bonfim, Carolina Silva Vieites, Jonas Campos Cruz, Larissa Freitas Moreira Malta, Mariane Franco Rios, Renata Alvares Brandão, Sofia Silva Pinto, Raissa Lopes Giacomini, Igor Antunes Aguiar, Rodrigo Schinniger Assun Garcia, et al.
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 10; doi:10.34019/2177-3459.2018.v10.27459

Abstract:
Objetivo: Avaliar o nível de dependência e fatores associados às atividades da vida diária em pacientes dialíticos submetidos ou não ao programa de fisioterapia. Métodos: 236 pacientes em hemodiálise (56,7±14,7 anos) foram incluídos, 96 pacientes realizavam o programa de fisioterapia na sessão de hemodiálise e 140 pacientes que não realizavam tal programa. Foram avaliados os níveis de dependência e qualidade de vida dos pacientes por meio da escala de Lawton e pelo questionário SF36. Os dados laboratoriais foram coletados, os grupos foram comparados usando os testes do qui-quadrado, T de Student ou Mann Whitney. As correlações foram feitas pelos testes de Pearson ou Spearman (p < 0,05). Resultados: Os pacientes foram classificados como não dependentes em ambos os grupos. O grupo submetido a fisioterapia apresentou maiores valores de índice de massa corporal [26 (7,9) vs 23,1 (6,2)], albumina [4,2 (0,6) vs 4 (0,7)] potássio [5 (0,9) vs 4,6 (0,5)], fósforo [5,4 (2,6) vs 4,4 (2)], ureia [127 (76) vs 107 (30)], vitalidade [60 (22,5) vs 75 (35)], aspectos sociais [50 (12,5) vs 87,5 (37,5)], saúde mental [56 (8) vs 80 (32)] quando comparado ao grupo não submetido a fisioterapia. Nos dois grupos o nível de dependência mostrou uma correlação com aspectos sociodemográficos e de qualidade de vida. Conclusão: A maioria dos pacientes submetidos foram classificados como não dependentes pela escala de Lawton. O programa de fisioterapia em pacientes em hemodiálise não mostrou nenhuma melhora em relação ao grupo não submetido à fisioterapia nos aspectos clínicos ou na qualidade de vida.
Wellington Dorigheto Andrade Vieira, Akinori Cardozo Nagato, Maria Inês Da Cruz Campos
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 10; doi:10.34019/2177-3459.2018.v10.27458

Abstract:
Introdução: A mucosite oral é considerada um efeito colateral agudo frequente do tratamento antineoplásico, com lesões ulcerativas de sintomatologia dolorosa, que acometem a cavidade bucal, devido ao tratamento antineoplásico. Para estudar esses efeitos colaterais, são necessários estudos em animais de experimentação, conhecer qual o melhor medicamento e tratamento. O objetivo é apresentar alternativas do modelo experimental de mucosite oral utilizando outro tipo de roedor. Métodos: Foi realizada uma pesquisa em base de dados Pubmed, Lilacs e Scielo, selecionando estudos de relevância para o tema. Discussão: Mucosite oral é descrita como alterações na mucosa bucal decorrentes do tratamento anticâncer. Vários estudos vêm sendo desenvolvidos como forma de tratamento e até mesmo sua prevenção; para isso diversos estudos utilizam modelos animais, sendo o hamster o mais utilizado, porém há outros tipos de roedores que podem ser utilizados como os ratos Wistars. Conclusão: Na ausência de hamsters é possível utilizar outros roedores para estudo da mucosite oral.
Darci Gilson Santos, Jéssica Camila Viana Da Cunha, João Luís Costa Pinto, Marcelo José De Moraes, Rubens Rios Gussen Junior, Andressa Motta Meurer, Mariana Leitão De Faria, Tânia Maria Gonçalves Quintão, Leda Marília Fonseca Lucinda
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 10; doi:10.34019/2177-3459.2018.v10.27457

Abstract:
Objetivo: Determinar a prevalência e os fatores de risco para Hipertensão Arterial em acadêmicos do primeiro e oitavo períodos da Faculdade de Medicina de Barbacena. Metodologia: Foram utilizados questionários e aferição de pressão arterial para obtenção dos resultados. Valores maiores ou iguais a 140 mmHg para a pressão sistólica e/ou 90 mmHg para a pressão diastólica em pelo menos duas aferições realizadas em momentos diferentes foram considerados como risco do desenvolvimento da HA. Nos questionários foram obtidas informações sociodemográficas e acerca dos fatores de risco para a doença estudada. Resultados: A amostra foi constituída de 110 estudantes, dos quais 80 aceitaram participar da pesquisa. As variáveis relacionadas com o risco do desenvolvimento da HA foram: ICQ (índice cintura quadril), PAD (pressão arterial diastólica), tabagismo e etilismo. Conclusão: A prevalência de HA e de seus fatores de risco entre os acadêmicos de medicina foi baixa, entretanto observou-se que os que cursavam o oitavo período tiveram maior prevalência de fatores de risco como tabagismo e etilismo.
Darci Gilson Santos, Jéssica Camila Viana Da Cunha, João Luís Costa Pinto, Marcelo José De Moraes, Rubens Rios Gussen Junior, Andressa Motta Meurer, Mariana Leitão De Faria, Tânia Maria Gonçalves Quintão, Leda Marília Fonseca Lucinda
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 9; doi:10.34019/2177-3459.2017.v9.24038

Abstract:
Objetivo: Determinar a prevalência e os fatores de risco para hipertensão arterial em acadêmicos do primeiro e oitavo períodos da Faculdade de Medicina de Barbacena. Metodologia: Foram utilizados questionários e aferição de pressão arterial para obtenção dos resultados. Valores maiores ou iguais a 140 mmHg para a pressão sistólica e/ou 90 mmHg para a pressão diastólica em pelo menos duas aferições realizadas em momentos diferentes foram considerados como risco do desenvolvimento da HA. Nos questionários foram obtidas informaçõessociodemográficas e acerca dos fatores de risco para a doença estudada. Resultados: A amostra foi constituída de 110 estudantes, dos quais 80 aceitaram participar da pesquisa. As variáveis relacionadas com o risco do desenvolvimento da HA foram: ICQ (índice cintura quadril), PAD (pressão arterial diastólica), tabagismo e etilismo. Conclusão: A prevalência de HA e de seus fatores de risco entre os acadêmicos de Medicina foi baixa, entretanto, observou-se que os que cursavam o oitavo período tiveram maior prevalência de fatores de risco, como tabagismo e etilismo.
Ricardo Toledo Abreu, Jaiane Bandoli Monteiro, Edson Barroca De Medeiros, Celso Neiva Campos
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 9; doi:10.34019/2177-3459.2017.v9.24044

Abstract:
Introdução: O retratamento não cirúrgico é uma opção de tratamento quando ocorre o insucesso no tratamento endodôntico, porém, em muitos casos, há necessidade da remoção prévia de pinos intrarradiculares. Objetivo: Esta revisão de literatura tem como objetivo citar os riscos e os benefícios da opção pelo retratamento endodôntico não cirúrgico na presença de pinos intrarradiculares, bem como citar materiais e técnicas para a remoção de diferentes tipos de pinos. Conclusão: A opção pelo retratamento endodôntico não cirúrgico, em casos em que há necessidade de remoção de pinos, é segura e de índice de sucesso considerável, por isso, deve-se levar em conta o conhecimento de técnicas e os fatores que podem influenciar durante o processo, a fim de prevenir acidentes, bem como saber que apenas a presença do pino intrarradicular não é indicação para o tratamento cirúrgico.
Davilson Bragine Ferreira Junior, José Humberto De Queiroz, Virgínia Ramos Pizziolo, Tânia Toledo De Oliveira, Sérgio Luis Pinto Da Matta
Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais - Animais e Humanos Interdisciplinary Journal of Experimental Studies, Volume 9; doi:10.34019/2177-3459.2017.v9.24037

Abstract:
Introdução: Além da indução da osteoporose, os glicocorticoides ocasionam aumento da resistência à insulina e gliconeogênese hepática, tendo como consequência a hiperglicemia. Objetivo: Avaliar comparativamente os efeitos do alendronato de sódio e da atorvastatina cálcica nos níveis séricos de glicose e insulina na osteoporose induzida com dexametasona. Métodos: A indução da osteoporose consistiu na administração de dexametasona na dose de 7,5 mg/kgde peso corporal, uma vez por semana durante 4 semanas, à exceção dos animais do grupo controle (G1). Os animais foram distribuídos nos seguintes grupos: G1 (grupo controle sem osteoporose), G2 (controle com osteoporose sem tratamento), G3 (com osteoporose tratado com alendronato de sódio 0,2 mg/kg) e G4 (com osteoporose tratado com atorvastatina cálcica 1,2 mg/kg). No período de 30 e 60 após o início do tratamento, foram coletadas amostras desangue para as dosagens dos níveis séricos de glicose e insulina. Resultados: Os grupos G2 e G3, quando comparados com o grupo normal G1, apresentaram aumento da glicemia e insulinemia durante todo o período experimental. O grupo G4 apresentou, com 30 dias, aumento da glicemia e insulinemia e, com 60 dias, aumento da glicemia e queda da insulinemia. Conclusão: Os resultados demonstraram o quadro de hiperglicemia consequente do aumento daresistência à insulina, presentes na indução da osteoporose pela dexametasona. O alendronato de sódio não ocasionou nenhuma melhora da glicemia e insulinemia. A atorvastatina cálcica ocasionou agravamento da hiperglicemia ehiperinsulinemia, potencializando o quadro de resistência à insulina e levando a uma insuficiência relativa de insulina característica do diabetes mellitus tipo 2.
Back to Top Top