Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa

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ISSN / EISSN : 21837678 / 16772067
Current Publisher: Fundacao Getulio Vargas (10.12660)
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Antonio Iacono, Marcelo Seido Nagano
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 18, pp 146-168; doi:10.12660/rgplp.v18n2.2019.78459

Abstract:
Este artigo tem por objetivo analisar os processos de aprendizagem e identificar os mecanismos de aquisição e conversão de conhecimento que contribuem significativamente para o processo de acúmulo de capacidade tecnológica. A fim de alcançar tais objetivos, realizou-se um estudo exploratório junto a 44 empresas do setor de bens de capital mecânico no Brasil. Para analisar a contribuição dos mecanismos de aquisição e conversão de conhecimento, foram utilizados o Índice de Capacidade Tecnológica (ICT) e a regressão linear múltipla com seleção de variáveis stepwise. Os resultados da análise econométrica revelaram a aderência de poucos mecanismos de aprendizagem para a aquisição externa de conhecimento, aquisição interna de conhecimento e codificação de conhecimento. O uso de apenas um ou outro mecanismo, por mais eficiente que se apresente, não é suficiente para contribuir e explicar o ICT. É necessário ampliar e aprimorar continuamente uma variedade de mecanismos em todos os tipos de processos de aprendizagem, para rotinizar a conversão de aprendizagem individual em organizacional.
Edson Vinicius Pontes Bastos, Vinícius Matos, Marcelo Alvaro Da Silva Macedo
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 18, pp 104-125; doi:10.12660/rgplp.v18n2.2019.78785

Abstract:
Objetiva-se verificar se o lucro líquido por ação (LPA) e o fluxo de caixa operacional por ação (FCO_A) apresentam capacidades distintas de explicar o comportamento dos preços das ações ordinárias e preferenciais. Formaram-se três grupos: o primeiro, com ambas as classes acionárias; o segundo, apenas com ações ordinárias; e o terceiro, apenas com preferenciais. Para cada grupo foram aplicados dois modelos de regressões, um usando o LPA e outro usando o FCO_A, tendo em ambos o patrimônio líquido, QTobin e o tamanho como variável de controle. Os modelos foram estimados por OLS e, posteriormente, por GMM como análise de robustez. Os resultados sugerem que o FCO é mais relevante para as ações ordinárias do que para as ações preferenciais. Já a variável LPA é significativa para ambas as classes acionárias, e seus modelos apresentaram maior capacidade explicativa para as ações preferenciais. Logo, têm-se evidências de que o lucro líquido (LL) é mais relevante para as ações preferenciais do que para as ações ordinárias.
Roberto Da Costa Pimenta
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 18; doi:10.12660/rgplp.v18n2.2019.80528

Sara Las Cunha, Renato Lopes Da Costa, Rui Alexandre Henriques Gonçalves
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 18, pp 79-103; doi:10.12660/rgplp.v18n2.2019.79779

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Mara Juliana Ferrari, Altair Borgert, Pedro Alberto Barbetta
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 18, pp 126-145; doi:10.12660/rgplp.v18n2.2019.79781

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Inês Lisboa
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 17, pp 24-42; doi:10.12660/rgplp.v17n2.2018.78223

Abstract:
As empresas familiares estão presentes mundialmente, contribuindo positivamente para a economia, criação de riqueza e emprego. A continuidade destas empresas depende essencialmente da sua sucessão. Neste trabalho é apresentado um enquadramento teórico sobre a sucessão das empresas familiares, o que deve ser feito e os principais erros. Posteriormente, é feito um levantamento sobre a sucessão das empresas familiares da região de Leiria, em Portugal. Por fim, é analisado o impacto da geração da empresa e da existência de gestores não familiares no endividamento destas empresas. Os resultados evidenciam que a maioria das empresas se encontra na geração do fundador e que os gestores são maioritariamente familiares. Porém, uma percentagem de 45% dos inquiridos já se preocupou com a sucessão e elaborou um plano, embora o tenha feito maioritariamente sem o apoio de especialistas na área. Por fim, a geração da empresa e o tipo de gestor não tem impacto no endividamento destas empresas.
Arménio Rego, Miguel Pina E Cunha, Victor Meyer Jr.
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 17, pp 43-57; doi:10.12660/rgplp.v17n2.2018.78224

Abstract:
Uma das dificuldades associadas à realização de investigação qualitativa remete para a dimensão das amostras. Com alguma frequência, os investigadores não justificam a sua escolha de N e são por isso criticados. Este artigo apresenta linhas de orientação para a determinação e justificação do número de casos a usar numa investigação qualitativa. Defende que (a) o aumento da dimensão da amostra não é, em si, uma vantagem, e (b) a quantidade desejável de casos da amostra depende da pergunta de investigação e da declinação da mesma numa série de linhas orientadoras.
Edzangela De Vasconcelos Santos, Lígia Maria Quitério, Renata Mahfuz Daud-Galotti, Marcia Cristina Zago Novaretti
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 17, pp 58-72; doi:10.12660/rgplp.v17n2.2018.78226

Abstract:
Falhas assistenciais podem comprometer a segurança de pacientes. No hospital, em especial na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a gestão de operações depende de tarefas administrativas, mas não foi estudado até então seu papel na segurança de pacientes. Esta pesquisa analisou incidentes decorrentes de falhas administrativas em pacientes internados em UTI com abordagem empírica de caráter exploratório-descritivo e estratégia de pesquisa-ação. Detectamos 653 incidentes decorrentes de falhas administrativas (6,94%), sendo 280 eventos adversos (42,8%). A ocorrência de falhas administrativas prolongou internação na UTI em 1,84 dias, (p<0,0005) e no hospital (p=0,002). A maioria dos incidentes (99,3%) era evitável. O gestor pode atuar neste cenário monitorando tarefas administrativas de risco à segurança do paciente usando diferentes ferramentas e até preveni-las, colocando barreiras buscando melhoria da qualidade e maior eficiência operacional.
Renato Lopes Da Costa, Nelson S. António
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, Volume 17, pp 4-23; doi:10.12660/rgplp.v17n2.2018.78222

Abstract:
Embora a literatura existente apelide o setor de consultoria de gestão como um setor extraordinário e um fenómeno único no contexto empresarial, na verdade, estas afirmações não vêm acompanhadas por um número de estudos académicos que realcem a importância do trabalho efetivo dos consultores de gestão. Para combater a falta de estudos nesta área emergente, este artigo visa construir um modelo que permita combinar, numa mesma estrutura, os papéis dos consultores de gestão, as variáveis a equacionar em cada um destes papéis e o tipo de consultoria implícita em cada uma destas análises. Os resultados da análise empírica sob a forma de entrevistas semiestruturadas e questionários aplicados a consultores de gestão e gestores de PME em Portugal demonstram que os papéis dos consultores não podem ser apenas definidos nas variáveis visibilidade organizacional e estatuto do consultor.
Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa; doi:10.12660/rgplp