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EISSN : 2594-5033
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Milena Rincón Castellanos
Geopauta, Volume 4, pp 31-45; doi:10.22481/rg.v4i4.7719

Abstract:
Este texto fue escrito durante el estallido social en Chile, el pasado 18 en donde la exigencia del derecho a la vivienda es uno de los temas que está en el centro de esta convulsión social. El foco está en que las diferencias en el habitar quedan invisibilizadas en el discurso de la igualdad que subyace en el discurso de las políticas públicas. Arquitectura sin piel representa la rebeldía misma del derecho a la vivienda, que también se desnuda y se une la manifestación. Esta manifestación apunta a una reconceptualización del derecho a la vivienda camina hacia la búsqueda de una nueva medida del mundo que, permita en el actual marco neoliberal operar con mayor resistencia y oposición a las acciones de política pública.
Geopauta, Volume 4, pp 68-92; doi:10.22481/rg.v4i4.7717

Abstract:
Entrelaçando diferentes visões críticas, analisamos os processos de subjetivação que construíram os corpos e territórios de Abya Yala como zonas de sacrifício. Diante do projeto suscitado pelo padrão hegemônico de poder, que se impõe violentamente aos corpos-territórios, nos opomos à proposta de ura que mulheres e homens dessas geografias encarnam; explorando como eles defendem e alimentam diferentes formas de subjetividade, que colocam a sustentação da vida no centro. Vamos problematizar como o conflito entre capital e vida se resolve em corpos e territórios a partir de práticas, processos de produção de sentido e emoções para distinguir a radicalidade das contribuições das lutas de Abya Yala.
Evânio Dos Santos Branquinho, Nickolas dos Santos Vieira
Geopauta, Volume 4, pp 113-139; doi:10.22481/rg.v4i4.6943

Abstract:
Os objetivos do presente trabalho são entender as transformações na paisagem a partir da construção da represa de Furnas, no sul de Minas Gerais, e porque a população de Alfenas usa tão pouco o lago como opção de lazer e turismo no próprio local, fazendo uso em outros municípios banhados pelo lago. Com efeito, o uso do lago em Alfenas acaba ficando mais restrito à população dos bairros periféricos no entorno. Parte-se do pressuposto que em Alfenas a infraestrutura é inferior em ralação aos outros municípios banhados pelo lago, assim como o apoio ao lazer e ao turismo, mas que além disso há um componente acerca da paisagem que é considerada inferior comparativamente aos municípios da parte norte do reservatório.
Altemar Amaral Rocha
Geopauta, Volume 4, pp 4-6; doi:10.22481/rg.v4i4.7864

Delmy Tania Cruz Hernández, , Gabriela Elizabeth Ruales Jurado
Geopauta, Volume 4, pp 7-17; doi:10.22481/rg.v4i4.7064

Abstract:
O artigo apresenta algumas contribuições teóricas e metodológicas para compreender o significado da geografia feminista descolonial. Enfatiza as contribuições para a noção de território e os vínculos que a disciplina estabelece com a categoria corpo-território-terra que emana dos feminismos comunitários de AbyaYala. Também torna visível a contribuição metodológica de diversos grupos e organizações sociais no mapeamento de opressões, resistências e subversões.
André Santos Da Rocha, Maria Clara Leadebal Celestino
Geopauta, Volume 4, pp 140-156; doi:10.22481/rg.v4i4.7029

Abstract:
O artigo apresenta a intima relação entre a integração regional e a geopolítica e geoeconomia, a partir da compreensão do papel das empresas da construção pesada no projeto geoeconômico brasileiro, que obteve espaço de espraiamento das ações na América do Sul com a participação delas em obras do IIRSA. A partir da revisão teórica e de dados sobre a construções, destacamos que as empreiteiras servem como elementos estratégicos de expansão econômica brasileira, que legitimam, as transformações e grandes impactos territoriais. Exemplificamos esse exemplo a partir do caso da construção do Corredor Viário Interoceânico Sul que sintetiza ao mesmo tempo as estratégias, os impactos sociais e ambientais, e o projeto hegemônico do Brasil.
Sócrates Oliveira Menezes
Geopauta, Volume 4, pp 157-167; doi:10.22481/rg.v4i4.6003

Abstract:
O presente artigo tem como objetivo analisar a relação entre a ciência geográfica e a categoria trabalho, objetivando as dimensões teórica e metodológica que envolve o debate. A respeito da teoria, a discussão seguiu no sentido de entender os significados do valor-trabalho e da relação sociedade natureza, bem como as possibilidades de sua inserção na análise geográfica. A respeito do método, a discussão se orientou no debate sobre a dialética e sua constituição a partir de Hegel e Marx, demonstrando como que ela é o resultado interpretativo das contradições reais estabelecidas no interior da relação capital-trabalho, própria da sociedade moderna. Por fim, o texto conclui com um chamado à repensar a importância da centralidade do trabalho para a Geografia.
Diana Lan, Heder Leandro Rocha
Geopauta, Volume 4, pp 46-67; doi:10.22481/rg.v4i4.7552

Abstract:
Entendemos que la configuración asimétrica de las relaciones de poder plasmadas en las intersecciones entre género, clase y raza/etnia concreta la vivencia de las personas a partir de diferentes formas de opresiones y resistencias. Nuestro objetivo con el presente texto es evidenciar algunas experiencias desarrolladas en la Argentina que tienen la potencia de mapear las diferentes opresiones y también las resistencias, en distintas escalas geográficas. La primera es la realización del mapeo de los femicidios en la Argentina, ya la segunda, surge a partir del contra-mapeo realizado por el colectivo Geógrafas haciendo Lugar en el marco del 8M y evidencia los territorios del miedo en la ciudad de Tandil.
Sofia Zaragocin
Geopauta, Volume 4, pp 18-30; doi:10.22481/rg.v4i4.7590

Abstract:
Este artículo define la geografía feminista descolonial desde una multiplicidad de lugares. En el campo de la geografía crítica hay una mayor producción sobre descolonialidad fuera del sur que dentro del Abya Yala. Por lo que hay una variedad de propuestas que coinciden en las distintas geografías feministas desde geografías de la negritud, geografías indígenas y geografías LatinX. Desde un encarnamiento de la movilidad humana y la translocalidad, propongo una definición de la geografía feminista descolonial que cuestione profundamente a los nacionalismos metodológicos, hacia espacios geográficos imaginarios como el Abya Yala y el Atzlán.
Mario Rubem Costa Santana
Geopauta, Volume 4, pp 190-208; doi:10.22481/rg.v4i4.6002

Abstract:
A proposta deste texto não é de aprofundamento das questões habitacionais na cidade de Vitória da Conquista, mas de mostrar um painel da repercussão, nessa cidade, do problema habitacional no Brasil através da espacialidade de alguns componentes da precariedade habitacional por setores censitários do IBGE. Para tanto apresenta-se um rápido histórico da construção do problema desde o período colonial da instituição da cultura patrimonialista, da exploração da força de trabalho das pessoas escravizadas e da sua desigual inserção na sociedade brasileira, continuando em situação de precariedade, com baixa ou nenhuma renda.A necessidade de um alto investimento na mercadoria habitação leva as famílias mais vulneráveis a adotar diversas para morar, como a ocupação de terras públicas e áreas de proteção ambiental.
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