Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas

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EISSN : 2317-773X
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Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 90-105; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p90-105

Abstract:
O artigo propõe uma interpretação da ascenção da China a partir de uma síntese entre economia política Internacional e geopolítica e tem como objetivo decifrar dois processos políticos que se entrecruzam. Um de caráter doméstico, outro global. O primeiro é o surgimento da Nova Economia do Projetamento e seus impactos externos quanto os valores civilizacionais construídos ao longo de 5000 anos de história levando ao surgimento de um contraponto geopolítico à globalização neoliberal liderada pela grande finança e pelos Estados Unidos. O segundo processo é a globalização instituida pela China (GIC) que se apresenta como um constructo histórico institucional e multidimensional que se fortalece com a iniciativa do Cinturão e a Rota. A nossa hipótese é que ambos processos se conjugam, não sem contradições, desfaiando os fundamentos institucionais liberais de Ocidente em quatro dimensões simultâneamente: a) geopolítica: o multipolarismo frente ao unipolarismo imperial; b) econômica: a globalização instituída frente à globalização neoliberal; c) institucional: o multilateralismo inclusivo anticolonial frente ao unilateralismo imperial; e d) ideacional: a comunidade de destino compartilhada para a humanidade frente ao sistema westfaliano
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 106-130; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p106-130

Abstract:
La Pandemia aceleró un conjunto de tendencias de la transición histórica-espacial mundial contemporánea, a partir de lo cual se estableció un nuevo momento de dicha transición, manifestándose como una nueva situación en el mapa del poder mundial. Entre las tendencias centrales se destacan el ascenso relativo de China y Asia Pacífico y el declive relativo de Estados Unidos; crecientes contradicciones político estratégicas que alimentan guerras en múltiples frentes y territorios; la crisis de la hegemonía estadounidense-anglosajona y su devenir en la etapa de “desorden mundial”; una crisis económica estructural; transformaciones en las relaciones de producción articulado a un nuevo paradigma tecnológico. En el presente trabajo se aborda este nuevo momento de la transición histórica-espacial, en relación a las tendencias mencionadas y en dos dimensiones articuladas: la crisis económica acelerada por la pandemia en relación a la transformación geoeconómica mundial y, por otro lado, las características del nuevo momento geopolítico.
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 63-89; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p63-89

Abstract:
El ascenso de la República Popular China (RPCh) en el sistema internacional tieneefectos y consecuencias en todas las áreas de estudio, incluidas las RelacionesInternacionales (RI) como disciplina. Tras un inicial período de aislamiento, luegode la Revolución liderada por Mao Zedong, en 1949, el proceso de Reforma yApertura, conducido por Deng Xiaoping, a partir de 1978, hizo que la academiachina volviera a reconectarse con un campo de estudios dominado por marcosteóricos procedentes del mundo anglosajón. Esta reaproximación supuso quelos especialistas chinos vivieran una etapa de absorción acrítica de esos conocimientos,catalogada como de “aprendizaje y copia”, en la que se incorporaronlos mismos debates que se han dado en Occidente, sin mayores cuestionamientos.Sin embargo, en la segunda mitad de los 1980, surgen voces que plantean lanecesidad de una perspectiva china en el abordaje de estos asuntos. Se genera,así, una literatura propia en torno a esta temática, y ya en los 2000 aparecen y seconsolidan dos miradas integrativas: las de Yan Xuetong y Qin Yaqing, quienesproponen, con distintas énfasis e intenciones, vincular la Teoría occidental deRI con el pensamiento clásico chino. Otro autor, Zhao Tingyang, reivindica laTianxia (Todo lo que hay bajo el Cielo), cosmovisión de la era pre-Qin (2100a 221 a. C.), como una alternativa posible frente al paradigma westfaliano. Elsiguiente trabajo analiza este fenómeno, así como los nuevos enfoques epistemológicosque implica asumir este desafío.
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 131-149; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p131-149

Abstract:
O artigo analisa a política dos Estados Unidos (EUA) para a República Popular da China (RPC), nos governos de Barack Obama (2009-2016) e de Donald Trump (2017-2019). Para tanto, o artigo baseia-se na discussão teórica sobre grande estratégia, entendida como as coordenadas gerais de atuação de um Estado no sistema internacional, e sobre a operacionalização de seu estudo, pelo marco das políticas setoriais, cuja compreensão, sugere-se, deve ser realizada em relação à política global, ou seja, em relação à grande estratégia. É nesse sentido que a política dos EUA para a China é compreendida. Busca-se discutir seus principais elementos históricos e defende-se a tese de que há, nos governos de Obama e de Trump, a continuidade dessa política com vistas à constranger a China à ordem e normas internacionais historicamente lideradas e formuladas pelos EUA, em um contexto de crescente consenso bipartidário doméstico nesse sentido.
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 25-42; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p25-42

Abstract:
Para além da já reconhecida relevância da Nova Rota da Seda, ou Iniciativa do Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative - BRI), para a estratégia de inserção internacional da China, sua plena implementação também dialoga incisivamente com a continuidade do processo de unificação e reorganização nacional do país. Analisando as questões pertinentes à região de Xinjiang, o presente artigo sustenta a noção de que a Nova Rota da Seda interage diretamente com o imperativo e os esforços securitários nacionais de estabilização das fronteiras e de diluição das ameaças separatistas, ao promover a continentalização do desenvolvimento chinês. Além do mais, é possível argumentar que essa região representa um enlace territorial do processo de integração eurasiática liderado pela China. O artigo se divide em três partes: primeiro, apresentamos os principais vetores da ascensão e implementação da Nova Rota da Seda; em seguida, abordamos o histórico das tensões entre o processo de reconstrução nacional chinesa e os movimentos separatistas de Xinjiang; por fim, analisamos como a Nova Rota da Seda interage com as estratégias de contenção aos movimentos separatistas e terroristas da região.
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 7-24; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p7-24

Abstract:
Under the leadership of president Xi Jinping, the revitalisation of football has become a key strategic goal for China. His three wishes are to qualify regularly, host and win the FIFA World Cup by 2050. Considering the statehood of the international sports system and the Chinese political motivation to achieve such ambitious goals, this paper is going to apply an analysis of football from an International Relations perspective. In this regard, three basic premises are identified for the analysis of football: 1. The national interest in sport is winning titles. 2. The national interest is not as relevant as the state’s ability and capacity to win. 3. More resources and investments may guarantee a better performance, but not necessarily winning titles. In conclusion, although football in China is having a considerable development along this decade, if we consider that the conversion of resources into titles is not the same for every country, China might face a power paradox, being incapable to take advantage of its extraordinary capacities to win titles and become a global football power.
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 43-62; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n4p43-62

Abstract:
In the last decade, China has established itself as a key player in the international system and its influence irradiates to all corners of the world. Latin America is no exception to this phenomenon. Chinese economic involvement in the region had political impacts that have led to inevitable competition with the United States. It is in this context of competition that the COVID-19 pandemic emerges bringing profound consequences for Latin American countries. The aim of this article is to analyze the relations between Latin America and China in the context of competition with the United States and the COVID-19 pandemic. The article addresses how competition has evolved, particularly in the health area after the COVID-19 outbreak. To this end, the main actions of China in the region are discussed from a theoretical perspective of political economy and drawing on concepts as mask diplomacy and wolf warrior’s diplomacy.
Davide Riccardi, Jairo Agudelo Taborda
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 133-151; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n3p133-151

Abstract:
Este artículo examina acciones e intenciones de las políticas de cooperación internacional para la paz que Estados Unidos y la Unión Europea implementaron en Colombia durante las últimas dos décadas. Mediante una revisión de la principal literatura especializada sobre el tema, se halla cómo ambos donantes encontraron una proficua oportunidad para experimentar su propio modelo de cooperación internacional. Desde el lado estadounidense, el significativo apoyo militar respondió a lógicas propias de carácter interno (war of drugs) y externo (fortalecimiento del principal aliado regional). Desde la Unión Europea, más allá de la retórica discursiva que rechazó cualquier ayuda militar, las dinámicas de fragmentación interna dada por diferentes posiciones particulares de sus países miembros y los contradictorios intereses económicos, frustraron su posibilidad de consolidarse en Colombia como una “potencia civil global”. Queda en evidencia un importante apéndice en común dado por la firma de acuerdos de libre comercio con este país latinoamericano que, tras entrar ambos en vigor a distancia de pocos años, reforzaron una lógica de “cooperación neoliberal”, funcional al mantenimiento del statu quo económico internacional desigual.
Mónika Szente-Varga, Amadea Bata-Balog
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 75-95; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n3p75-95

Abstract:
The exodus from Venezuela increased in intensity until the Covid-19 pandemic. Arrivals in Europe were significantly lower than in Latin America, but also grew and displayed a shift in composition, including a decreasing percentage of people with European origins. This study investigates migration from Venezuela to Spain, Italy and Hungary, in the 21st century. It begins with a detailed theoretical framework and then examines the particular migratory flows. The analysis covers the major features of these migration moves, including antecedents, reasons and motivations, size, geographical distribution and indicators related to integration. Mixed methods are used, both qualitative and quantitative. Findings show that current emigration from Venezuela to Spain, Italy and Hungary can be considered as return migration because original flows existed in the 19th and 20th centuries, and actual counterflows not only incorporate descendants of immigrants but are also based on the existing migratory systems and networks between these countries.
Estudos Internacionais: revista de relações internacionais da PUC Minas, Volume 9, pp 96-113; https://doi.org/10.5752/p.2317-773x.2021v9n3p96-113

Abstract:
Este artículo analiza el proceso de transición hacia el autoritarismo que ha experimentado el sistema político de la Región Administrativa Especial de la Hong Kong a partir del análisis crítico y comparado de la literatura y de la normativa y la jurisprudencia constitucional. Si bien Hong Kong ha sido considerado en el pasado un régimen híbrido semidemocrático, desde 2014, las movilizaciones de la sociedad civil han provocado un endurecimiento de la estrategia del gobierno central y el progresivo vaciamiento del Estado de derecho de la región autónoma. Este estudio examina los principales factores que explican esta evolución: la inconcreción de su ordenamiento constitucional, el poder de interpretación de la Ley Básica de la región por parte del gobierno central y la adopción de la ley de seguridad nacional el 30 de junio de 2020.
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