Revista da FAEEBA - Educação e Contemporaneidade

Journal Information
ISSN / EISSN : 0104-7043 / 2358-0194
Published by: Revista da FAEEBA (10.21879)
Total articles ≅ 884
Current Coverage
DOAJ
Archived in
SHERPA/ROMEO
Filter:

Latest articles in this journal

Daniel Valério Martins, Ángel Baldomero Espina Bárrio
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 13-19; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p13-19

Abstract:
O Dossiê Educação, Etnogênese Indígena e Interculturalidade visa compartilhar estudos, frutos de debates travados entre pesquisadoras(es) a fimde entender edifundir os impactos sociais voltados para o manejo da relação entre diferença e igualdade, com vistas a auxiliar na construção de um projeto intercultural crítico-inclusivo que passa pelo reconhecimento e pelo respeito étnico, cognitivo, político e sociocultural de grupos historicamente excluídos dos processos de constituição das Nações Modernas
Jane Adriana Vasconcelos Pacheco Rios, Lívia Fialho Costa
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 12-12; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p12

Abstract:
Neste momento comemorativo dos trinta anos de atuação na área da Educação, a Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade publica mais um dossiê comprometido com temáticas atuais e relevantes para a Educação no Brasil. A Revista vem desenhando sua história e, com ela, documentando processos, produções e modos de (re)existências de povos que ganham contornos em suas páginas com os diferentes estudos divulgados.Desde a promulgação da nova Constituição de 1988, assistimos à luta incessante dos movimentos indigenistas, de organizações ligadas aos povos indígenas e de certos setores da sociedade civil em prol da garantia, aos povos originários, do direito à terra e à preservação de sua cultura. Mais de trinta anos depois, assistimos a outros desafios, como enfrentamento do racismo, do preconceito, da falta de acesso à saúde e aos serviços públicos. Além disso, são muitos os dados que apontam e denunciam o aumento do número de invasões às terras indígenas a partir de 2019
Livia Fialho Costa, Jacques Julles Sonneville
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 413-419; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p413-419

Abstract:
Entrevista de Jacques Julles Sonneville um dos idealizadores da Revista da FAEEBA - Educação e Contemporaneidade, concedida a professora Livia Fialho Costa, eidtora cientifica da Revista da fAEEBA.
, Beleni Saléte Grando, Cristiane Ribeiro Barbosa da Silva
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 37-54; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p37-54

Abstract:
O artigo em questão faz parte de pesquisa de Pós-Doutorado em diálogo com parceiras do Projeto omitido segundo as normas da revista A proposta resulta de experiências de ensino, pesquisa, extensão e atuação na pós-graduação, tendo como método a pesquisa-formação multirreferencial (SANTOS, 2019; ARDOINO,1998) no campo da educação e comunicação com os povos indígenas do Brasil. Objetiva discutir questões envolvendo a etnocomunicação como dispositivo de luta identitária, ancestral e decolonial, e os diferentes usos das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs). A metodologia utilizada é a pesquisa-formação com imersão nos movimentos assumidos pelos povos originários, no movimento nacional de luta por direitos constitucionais e da terra, e com ações articuladas ao projeto de formação de professores indígenas ASIE. Pistas iniciais nos levam a compreender que as tecnologias digitais contemporâneas são apropriadas para comunicação, mas ainda pouco inseridas nas práticas educativas no contexto investigado.
Ivonete Nink
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 364-382; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p364-382

Abstract:
O presente artigo traz discussões acerca da escolha do livro didático no Brasil, da sua importância e interferência no contexto educacional e, propõe uma análise da obra aprovada e disponibilizada pelo Programa Nacional do Livro e Material Didático, da coleção Singular e Plural, da editora Moderna, Ensino Fundamental, anos finais, 6º ano, no quadriênio 2020-2023, e utilizada pela rede estadual de Rondônia, na qual leciono. O objetivo deste estudo é analisar o tratamento dado à literatura indígena na obra, observando os textos sugeridos para leitura, as atividades propostas aos alunos e as orientações destinadas ao professor. A partir de uma metodologia de pesquisa bibliográfica e documental ancoradas, principalmente, em Silva e Costa (2018), Bonin (2008), Oliveira (2008) e Munduruku (2016), são tecidas reflexões acerca da efetivação da Lei 11.645/08, que fala da obrigatoriedade do estudo da história e cultura indígena na educação básica, por meio do estudo da literatura indígena. Dentre as análises realizadas destaco que o livro didático contribui de certa forma para a execução da referida Lei, embora haja alguns equívocos e lacunas no tocante à questão indígena, mostrou-se expressivo para a efetivação de uma educação intercultural, expôs um espaço aberto ao diálogo, sobretudo quando utilizado de modo crítico.
Noé Cardoso Silva, Genivaldo Frois Scaramuzza
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 113-126; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p113-126

Abstract:
O presente artigo descreve as percepções de docentes a respeito da cultura indígena e seu ingresso em uma escola pública urbana amazônica com abordagem para as identidades e diferenças culturais desses povos originários. A pesquisa dialoga com autores/as do campo teórico dos Estudos Culturais e sua articulação com a educação (HALL, 1997; SKLIAR, 2003, CANDAU, 2014, 2012, FLEURI, 2003). A experiência de pesquisa se constituiu a partir do pressuposto da Bricolagem (NEIRA; LIPPI, 2012; KINCHELOE; BERRY, 2007), articulando entrevistas semiestruturadas, grupos de discussão on-line através de ferramentas digitais, além de análise documental. Após a realização das diferentes estratégias para produção de dados, evidencia-se a partir das narrativas e discursos que os/as professores/as, representam a cultura e identidade dos povos indígenas numa visão construída historicamente por meio do discurso colonial eurocêntrico que busca sua invisibilidade e/ou marginalização na sociedade.
Maria Veirislene Lavor Sousa
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 163-176; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p163-176

Abstract:
Este artigo tem como objetivo promover uma reflexão e discussão sobre os direitos indígenas, seu histórico, os principais marcos legais nacionais, internacionais, além de apontar as referidas instituições responsáveis no Brasil, buscando dar mais visibilidade aos debates atuais do cenário brasileiro sobre a temática e promover conhecimento coletivo. A metodologia se constitui sobre uma pesquisa bibliográfica e documental, a partir de um recorte de tese autoral. Nos resultados deu-se destaque a discussão sobre os principais pontos da legislação vigente e demais questões ligadas ao tema proposto. As considerações revelam os grandes desafios impostos numa luta constante desses povos por seus direitos, apesar das conquistas desde a colonização, esses direitos estão constantemente sob ataque, através de vários processos de violações, pelo descumprimento da legislação vigente, em seus aspectos culturais, ambientais, territoriais, de saúde, educação, dentre outros.
Ivan Rodriguez
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 194-213; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p194-213

Abstract:
Este texto discute as limitações e as possibilidades de exposições colaborativas e etnográficas para o desenvolvimento de um discurso de caráter educativo e socioambiental nos museus de história natural. Para tal, se analisa uma exposição com participação indígena desenvolvida no Museu Paraense Emílio Goeldi. A metodologia usada foi do tipo qualitativo, e os dados foram levantados mediante a análise de documentos e de entrevista do tipo semiestruturada. A análise revela a presença de modelos antagônicos da comunicação se pensada a exposição em relação ao público indígena ou ao público ocidental. Por outro lado, se identificaram emergências socioambientais na exposição. Por fim, é possível afirmar que exposições colaborativas realizadas com a participação indígena oferecem grandes possibilidades para o desenvolvimento de um discurso expositivo de caráter educativo e socioambiental nos museus de história natural.
Maria Gorete Neto
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 214-231; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p214-231

Abstract:
A entrada dos povos indígenas na universidade tem visibilizado suas culturas, cosmovisões, epistemologias e o uso que fazem de suas línguas, dentre elas a língua portuguesa. Os estudos sobre o português falado por povos indígenas são ainda poucos e necessitam de aprofundamento. É com o objetivo de contribuir para esta reflexão que este artigo discute algumas características do português indígena e analisa duas dissertações de mestrado escritas por indígenas, com o intuito de compreender como essa variedade aparece em textos acadêmicos. Espera-se que a discussão contribua para uma maior compreensão do significado desta língua para os povos indígenas e para a sua valorização, principalmente nas universidades. Palavras-chave: português indígena; línguas indígenas; português acadêmico; identidades.
Henrique De Moraes Junior, Kôkôixumti Tembé Jathiati Parkatejê
Revista da FAEEBA- Educação e Contemporaneidade, Volume 31, pp 177-193; https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2022.v31.n67.p177-193

Abstract:
A história Tembé perpassa pela colonização até o fortalecimento cultural-educacional. O artigo tem por objetivo analisar a resistência, a (re)existência, a luta e o poder na construção histórica do Povo Tembé Tenetehara na Amazônia Paraense entre os séculos XV e XXI. A construção metodológica do estudo caracteriza-se em uma pesquisa de campo com abordagem qualitativa de método analético com procedimento bibliográfico, fontes documentais, entrevista dialógica freireana e os cuidados éticos. Consiste também em um recorte de uma Dissertação de Mestrado, financiada pela Fundação Amazônia de Amparo à Estudos e Pesquisas do Estado do Pará. Infere-se, que a construção histórica do Povo Tembé de poder, de luta, de (re)existência e de resistência deu-se com o Movimento Indígena Tenetehara na (re)conquista do seu território na Amazônia Paraense
Back to Top Top