FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária

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EISSN : 1983-4373
Published by: Revista de Cultura Teologica (10.23925)
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Annita Costa Malufe, Ana Luísa Vilela
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 1-4; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2021i26p1-4

Abstract:
Apresentação da edição número 26 da Revista FronteiraZ.TRANSLATE with x EnglishArabicHebrewPolishBulgarianHindiPortugueseCatalanHmong DawRomanianChinese SimplifiedHungarianRussianChinese TraditionalIndonesianSlovakCzechItalianSlovenianDanishJapaneseSpanishDutchKlingonSwedishEnglishKoreanThaiEstonianLatvianTurkishFinnishLithuanianUkrainianFrenchMalayUrduGermanMalteseVietnameseGreekNorwegianWelshHaitian CreolePersian // TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack//
Sérgio Valadas Das Neves
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 78-93; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2021i26p78-93

Abstract:
Este artigo pretende reflectir o corpo, a partir de uma perspectiva alquímica, interpretando este como um receptáculo de símbolos herméticos. A linguagem metafórica da alquimia explora as transmutações ocorridas no corpo e no espírito, bem como a correspondência entre micro e macrocosmo, corpo e mundo. A partir da história, da alquimia, da sua interpretação, e da literatura, apresento o processo alquímico como um processo interior, experienciado no próprio corpo humano, entre vivências eróticas e místicas. Em última análise, é tudo uma questão de potencialidades simbólicas do corpo, concluindo que a expansão da consciência, almejada pela alquimia, reconstrói um corpo hermafrodita e primordial, símbolo de toda a criação e simbolizado não só pela pedra filosofal, mas também pelo ouroboros e por Cristo, todos eles aspectos de uma prima materia em devir.TRANSLATE with x EnglishArabicHebrewPolishBulgarianHindiPortugueseCatalanHmong DawRomanianChinese SimplifiedHungarianRussianChinese TraditionalIndonesianSlovakCzechItalianSlovenianDanishJapaneseSpanishDutchKlingonSwedishEnglishKoreanThaiEstonianLatvianTurkishFinnishLithuanianUkrainianFrenchMalayUrduGermanMalteseVietnameseGreekNorwegianWelshHaitian CreolePersian // TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack//
Carla Ferreira de Castro
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 104-115; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2021i26p104-115

Abstract:
The present text deals with the deployment of images of a mutilated body as means of expressing, celebrating, and overcoming pain, loss and trauma. Based on a true story, a violent crime against a 52-year-old woman shot at point-blank by a former boyfriend, her 20-year-old daughter, trying to initiate a form of healing process, depicted in a series of photographs and literary references the unfathomed manner her mother’s life was shattered, on a February night in 2020. The visual story will be analysed under the notions presented by Maurice Merleau-Ponty, Susan Sontag, and Rita Charon, among others, bearing in mind the concepts of illness, perception, the body as narrative, and the underlying urge to produce an enduring artistic testament to illustrate and crystallize that epistemological break marking life before and after the tragedy.
Rosicley Andrade Coimbra
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 45-61; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2021i26p45-61

Abstract:
O objetivo deste artigo é analisar dois tópicos no romance Corpo presente, de João Paulo Cuenca (2003): imaginação erótica e errância do corpo. Em um primeiro momento, tendo na concepção de erotismo de Octavio Paz (1994) e Georges Bataille (2013) o ponto de partida, pretende-se investigar o entrelaçamento da imaginação erótica, que busca tocar o corpo do outro, e o corpo desejado, que se dispersa, tornando-se pura errância. Já no segundo momento, levanta-se a possibilidade de ler o romance como uma crítica à mercantilização do corpo pelo modelo neoliberal. Nesse aspecto, a perda de referenciais sobre o corpo confunde os limites e os deixa imprecisos, tornando o equilíbrio problemático, quase impossível, sobretudo quando cada um precisa se construir e se desconstruir constantemente. Corpo presente coloca em evidência a necessidade de pensar o corpo em desamparo que, invertendo todos os fluxos que tentam delimitá-lo, se inscreve como corpo vivo e ativo.TRANSLATE with x EnglishArabicHebrewPolishBulgarianHindiPortugueseCatalanHmong DawRomanianChinese SimplifiedHungarianRussianChinese TraditionalIndonesianSlovakCzechItalianSlovenianDanishJapaneseSpanishDutchKlingonSwedishEnglishKoreanThaiEstonianLatvianTurkishFinnishLithuanianUkrainianFrenchMalayUrduGermanMalteseVietnameseGreekNorwegianWelshHaitian CreolePersian // TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack//
Ana Luísa Vilela
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 5-15; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2021i26p5-15

Abstract:
No presente trabalho, pretendo reler o romance A Cidade de Ulisses, de Teolinda Gersão (2012), perspetivando-o através da sua organicidade estruturante e do seu teor erótico. Partindo de excertos selecionados pela própria autora, apoio-me em críticos, teóricos e autores literários como George Steiner, David Hillman e Ulrike Maude ou David Mourão-Ferreira. Desenvolvo aqui, por meio de uma estratégia discursiva muito livre, um diálogo ficcional com o narrador autodiegético. Procuro pôr em relevo, discutir e problematizar aspetos conjugados na obra, tais como a filiação homérica da personagem e da sua cidade, a espacialização erótica, o papel da arte ou a génese libidinal do processo criativo. Neste universo romanesco, creio, tais elementos são globalmente subsumidos pela reconstituição artística de um corpo feminino mitificado, a que este ensaio pode conferir virtualmente uma voz.TRANSLATE with x EnglishArabicHebrewPolishBulgarianHindiPortugueseCatalanHmong DawRomanianChinese SimplifiedHungarianRussianChinese TraditionalIndonesianSlovakCzechItalianSlovenianDanishJapaneseSpanishDutchKlingonSwedishEnglishKoreanThaiEstonianLatvianTurkishFinnishLithuanianUkrainianFrenchMalayUrduGermanMalteseVietnameseGreekNorwegianWelshHaitian CreolePersian // TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack//
Luís Miguel Oliveira De Barros Cardoso
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 62-77; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2021i26p62-77

Abstract:
O corpo no romance de Vergílio Ferreira constitui um dos símbolos centrais da sua criação e pensamento, pois traduz dimensão efémera e finita que é redimida pela Arte, verdadeira sublimação do físico em transcendente e eternidade. Pretendemos equacionar a presença desta sublimação artística em Cântico Final, romance e filme, consubstanciada na relação entre Mário e Elsa e na leitura que nos é oferecida por Vergílio Ferreira, transfigurada, posteriormente, pelo filme de Manuel Guimarães. Entre a literatura e o cinema, as relações intersemióticas são pautadas pela fidelidade na adaptação, o processo (re)criativo do realizador e a ascese da finitude do corpo à eternidade pela arte. De Vergílio Ferreira a Manuel Guimarães, a temática axial do romance é modelada pelas opções estéticas, diegéticas e ideológicas do realizador, que evidencia o fulcro narrativo, mas não resiste ao enquadramento epocal, modificando o epílogo e associando-lhe uma leitura simbólica que não existia no romance.TRANSLATE with x EnglishArabicHebrewPolishBulgarianHindiPortugueseCatalanHmong DawRomanianChinese SimplifiedHungarianRussianChinese TraditionalIndonesianSlovakCzechItalianSlovenianDanishJapaneseSpanishDutchKlingonSwedishEnglishKoreanThaiEstonianLatvianTurkishFinnishLithuanianUkrainianFrenchMalayUrduGermanMalteseVietnameseGreekNorwegianWelshHaitian CreolePersian // TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack//
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 60-74; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2020i25p60-74

Abstract:
O presente trabalho pretente investigar as marcas da desrazão na escrita da poeta Sylvia Plath, em especial, em seu livro Ariel. Veremos não a suposta loucura da escritora, mas uma loucura da própria escrita. Para analisar o projeto poético da autora, partiremos de algumas propostas teóricas de Roland Barthes acerca do desejo insensato da literatura, cotejando-as com propostas teóricas de Michel Foucault, dos filósofos Giorgio Agamben e Gilles Deleuze e do psicanalista Jacques Lacan. Veremos quais são os loucos procedimentos poéticos utilizados pela poeta, no seu esforço para dizer o impossível. Será possível ver como a poeta tensiona ao máximo a linguagem e revela um grão de loucura no centro do texto. Neste ponto, a insensatez da poesia ameaça vencer o juízo da língua, a escrita enlouquece e murmura, enquanto se afasta do utilitarismo comunicacional e se livra dos comuns princípios linguísticos.
Osvaldo Fontes Filho, Leila De Aguiar Costa
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 142-158; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2020i25p142-158

Abstract:
É proposta deste artigo focalizar algumas construções textuais em torno do olhar na crônica “As Mariposas do Luxo”, de João do Rio (1881-1921), inserida em seu livro A Alma encantadora das ruas, publicado em 1908. A partir do texto do escritor e cronista carioca elabora-se uma análise da cena de rua como metonímia de uma democratização das formas artísticas, aproximadas das formas da vida cotidiana em suas facetas citadinas. Para tanto, alude-se aos modos com os quais Jacques Rancière entende a modernização do olhar e as consequentes revisões do que o filósofo francês chama a partilha do sensível. Entende-se, assim, mostrar um modo de aproximação da cena escritural pelo sensível do qual ela é partícipe mais do que sua mera expressão.
Marcelo Hime Funari
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 126-141; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2020i25p126-141

Abstract:
Este estudo se propõe a uma análise da relação entre pacto demoníaco e loucura em Grande sertão: veredas (1956), a qual é corroborada pelo misticismo que se desenvolve, no romance, em torno do sertão. A princípio, mostra-se como esse ambiente impulsiona a inventividade e a fantasiação, da mesma forma que outros elementos do texto, como sua constituição incerta enquanto produto da memória e tentativa de organização do sujeito. A partir disso, o trabalho percorre brevemente a tradição do motivo fáustico na literatura, situando-o, no romance de Rosa, no terreno da subjetividade, da ambivalência e das vicissitudes do sujeito pactário. Faz-se, ainda, uma aproximação entre a obra em questão e Doutor Fausto, romance de Thomas Mann contemporâneo ao primeiro e que se ocupa do mesmo leitmotiv, possibilitando comparações elucidativas.
Ramaiana Freire Cardinali, Christian Ingo Lenz Dunker
FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária pp 14-28; https://doi.org/10.23925/1983-4373.2020i25p14-28

Abstract:
Este artigo traz uma leitura interdisciplinar de Nadja, romance escrito por André Breton em 1928, a partir das concepções de realidade propostas pelos surrealistas e pela psicanálise. No surrealismo, através da critica ao realismo, surge o conceito de surreal, com o qual artistas passaram a se exprimir em produções artísticas e em uma conduta particular de vida no pós-guerra. Na psicanálise, Freud foi levado a superar a dicotomia entre interno/externo, assim como entre normal/patológico, implicando, com isso, uma nova concepção de realidade, que posteriormente foi reformulada por Lacan sob o conceito de real. Esta leitura traz como decorrência a denúncia ao conformismo e a superação das falsas dicotomias, ensejando, tanto com a psicanálise quanto com o surrealismo, uma transformação na práxis do sujeito.
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