Revista USP

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ISSN / EISSN : 0103-9989 / 2316-9036
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Marcello Rollemberg
Revista USP pp 81-86; doi:10.11606/issn.2316-9036.v0i125p81-86

Abstract:
Este artigo recupera a memória das vezes em que o autor esteve com o escritor José Saramago, como a visita à sua casa em Lisboa e uma entrevista sobre o livro O evangelho segundo Jesus Cristo.
Jaime Bertoluci
Revista USP pp 53-66; doi:10.11606/issn.2316-9036.v0i125p53-66

Abstract:
Examino aqui a compaixão expressa pelo narrador de Memorial do convento (1982), quarto romance publicado por José Saramago, pelo sofrimento de bois de carga durante o transporte de uma pedra colossal destinada ao pórtico da igreja do convento em construção e de touros e outros animais massacrados em uma arena em Portugal no século XVIII.
Marcos Lopes
Revista USP pp 11-24; doi:10.11606/issn.2316-9036.v0i125p11-24

Abstract:
Este artigo sintetiza alguns aspectos principais da recepção de José Saramago nos anos de 1980 e 1990, considerando as transformações políticas e culturais do período. Em seguida, apresenta a seguinte hipótese de leitura para o conjunto de sua obra: a ficção de Saramago oscila entre o ceticismo filosófico, a crença política e a reserva moral. Por fim, faz uma interpretação do núcleo hermenêutico presente em História do cerco de Lisboa: a produção de sentido para o evento histórico depende de alguns dispositivos retóricos, sendo os mais decisivos as alegorias do nevoeiro e da muralha vazia.
Luis Fernando Franco Martins Ferreira
Revista USP pp 145-148; doi:10.11606/issn.2316-9036.v0i125p145-148

Marcelo Lachat
Revista USP pp 37-52; doi:10.11606/issn.2316-9036.v0i125p37-52

Abstract:
Em As intermitências da morte, obra de José Saramago publicada em 2005, relata-se uma fábula paródica, irônica e alegórica, cuja personagem central é a própria morte, ou melhor, a “pequena morte cotidiana” das pessoas de um país não nomeado. Tal relato se inicia com estas palavras: “No dia seguinte ninguém morreu”. Então, a partir de 1º de janeiro de um ano qualquer, não se morre mais naquele país. Assim, para discutir essa obra, propõe-se desenvolver neste artigo algo que ela mesma insinua: sua relação com o capítulo XX do livro I, dos Ensaios de Montaigne, intitulado “Que filosofar é aprender a morrer”. Pretende-se mostrar, enfim, que, nessa “inverídica história sobre as intermitências da morte”, fabular é aprender a morrer.
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