Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG

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EISSN : 1982-3053
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Heloiza Montenegro Barbosa, Karine Da Rocha Oliveira
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 51-62; doi:10.35699/1982-3053.2020.25601

Abstract:
Este artigo analisa o filme Yentl, de 1983 – protagonizado e dirigido por Barbra Streisand – inspirado no conto de mesmo nome de Isaac Bashevis Singer, enquanto quebra de paradigma, ao colocar uma mulher em posição de poder e de dona de seu próprio destino num ambiente religioso onde a posição da mulher é restrita, conectando com o trabalho da própria Barbra Streisand, enquanto protagonista e diretora do filme, além de observar como o papel de Streisand enquanto diretora abriu espaço para outras que vieram posteriormente, deixando – ainda mais – seu nome marcado na história do cinema.
Abraham Ofir Shemesh
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 86-95; doi:10.35699/1982-3053.2020.24632

Abstract:
This study discusses two stories in Jerusalem Talmud on R. Pinḥhas ben Yair who controls mice and forces them to gather in one place and to do his wishes. The two stories have in common their demonstration of the learned sage’s power to utilize miracles to deal with a harmful animal, thereby saving the people. The "decree" issued by R. Pinḥas ben Yair is permissible kind of ḥover ḥaver as it operates within the framework of Jewish rules and does not contain forbidden supernatural elements customary in the pagan world.
Renato Somberg Pfeffer
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 113-127; doi:10.35699/1982-3053.2020.26477

Abstract:
Este artigo busca discutir, de forma sucinta, como alguns filósofos judeus refletiram sobre o enigma do mal. Permeado de conflitos e contradições, o pensamento judaico sobre o tema tem sido discutido sob as vertentes ética e metafísica, porém, sempre partindo do pressuposto monoteísta característico do judaísmo. No primeiro apartado, o artigo analisa como Maimônides (1135-1204) afirma a ideia do mal como privação do bem. A segunda parte busca refletir sobre a promessa divina de salvação a partir de algumas ideias de Abraão Isaac Kook (1865-1935) e Joseph Dov Soloveichic (1903-1993). A título de reflexões finais, o artigo defende que a resposta do judaísmo à falta de sentido de uma vida de sofrimentos oculta um plano divino de construção de uma nova realidade apontando para a possibilidade da redenção.
Deonísio Da Silva
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 196-198; doi:10.35699/1982-3053.2020.26492

Abstract:
Resenha a: KERTZER, David I. O sequestro de Edgardo Mortara. Trad. Nivaldo Montigelli Jr. Rio deJaneiro: Rocco, 1998. 333p
Sônia Manski
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 177-179; doi:10.35699/1982-3053.2020.26486

Nancy Rozenchan
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 165-169; doi:10.35699/1982-3053.2020.26484

Abstract:
Resumo Humor judaico e resiliência
Lúcia Barnea
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 155-161; doi:10.35699/1982-3053.2020.26482

Alcebiades Diniz Miguel
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 2-15; doi:10.35699/1982-3053.2020.25679

Abstract:
A iconoclastia, em geral, costuma estar associado acriticamente ao judaísmo como uma espécie de exclusão por preconceito ou por observância excessivamente estrita de dogmas religiosos. Tal associação, surgida na Idade Média – que alimentou vasta literatura antijudaica, focada na conversão dos judeus ao cristianismo – alicerça uma visão do judeu quase como um inimigo das artes visuais, da perspectiva do espectador e do observador. Mas tal perspectiva, evidentemente, é equivocada; pois a iconoclastia no judaísmo possuía muitas outras funções e uma complexidade teórica muito própria. E tal complexidade, de certa forma, sobreviveu e persistiu em plena modernidade – como veremos no caso do grupo de vanguarda Infra-noir, majoritariamente judeu, em suas relações com a imagem estética e cinematográfica.
André Vaillant
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 96-112; doi:10.35699/1982-3053.2020.26476

Abstract:
Este artigo procura analisar como o conflito entre cultura e barbárie, sobretudo nos grandes episódios de violência da história recente, influencia os modos de representação e a linguagem fotográfica a partir de dois registros: o retrato da fotógrafa norte-americana Lee Miller na banheira de Hitler e a planície de Balaclava, fotografada por Roger Fenton.
Daniela Goldfine
Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG, Volume 14, pp 33-50; doi:10.35699/1982-3053.2020.24239

Abstract:
In his 2017 documentary The Impure Daniel Najenson straddles the notions of past and present to denounce the horrors and the injustice of sex trafficking in Argentina. Following a family tale of a great-aunt who migrated from Eastern Europe to South America at the beginning of the twentieth century, he digs deep into Israeli and Argentine archives to tell the story of the Zwi Migdal and the way Jewish women were forced into prostitution. To give voice to these women, he brings in Sonia Sánchez, originally from northern Argentina, and forced into prostitution in Buenos Aires when she was seventeen years old. Sánchez tells her own story, but also reads letters from the now deceased victims of sex trade a century ago. This self-professed feminist and activist is also shown in demonstrations and interviews fueling the NiUnaMenos movement in Argentina, while the #MeToo and TimesUp movements explode in the U.S.
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