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Results in Journal Revista Sobecc: 239

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Daniela Silva Dos Santos Schneider, Michel Jose Anzanello, Rosane Silva Veiga Pirovano, Flávio Sanson Fogliatto
Revista Sobecc, Volume 23, pp 52-58; doi:10.5327/z1414-4425201800010009

Abstract:
Objetivo: Relatar a experiência de desenvolver uma sistemática para racionalização de instrumentais em bandejas cirúrgicas. Método: Estudode desenvolvimento de sistemática para racionalização de instrumentais, realizado em 2015, a partir do método qualitativo, em um centro de materiaise esterilização (CME) de um hospital universitário federal de Porto Alegre, Brasil. Resultados: Houve redução média do quantitativo de instrumentaisem bandejas institucionais em 10,92%; diminuição de bandejas de propriedade das equipes médicas, sendo 84,06% pertencentes à equipe da otorrinolaringologia;e inativação definitiva de 369 instrumentais da cirurgia ortopédica, o que significou 72,84% do total dos instrumentais inativados. Além disso,houve condução de melhorias no gerenciamento de instrumentais, otimização do tempo de preparo e redução da esterilização por expiração do prazode utilização. Conclusão: A realocação de instrumentais e o acréscimo de peças em bandejas específicas permitiu a reavaliação das solicitações de comprasde instrumentais e a melhoria das relações entre as equipes. Essa sistemática contribuiu significativamente para o gerenciamento de instrumentais,otimizando processos e envolvendo as equipes cirúrgicas no trabalho do CME e evidenciou que pode ser aplicada em outras instituições.
Jacqueline Ramos De Andrade Antunes Gomes, Renata Valero Barbosa Franco, Dalyanne Souza Vieira Diniz Morais, Beatriz Coêlho Barbosa
Published: 20 December 2018
Revista Sobecc, Volume 23, pp 184-188; doi:10.5327/z1414-4425201800040003

Abstract:
Objetivo: Identificar os principais fatores determinantes para a suspensão de cirurgias eletivas em um hospital público do Distrito Federal e calculara taxa de suspensão de cirurgias. Método: Trata-se de um estudo quantitativo, retrospectivo, descritivo, realizado no centro cirúrgico de um hospitalpúblico do Distrito Federal. Resultado: De janeiro a outubro de 2015 foram programadas 6.926 cirurgias, das quais foram realizadas 4.587 e suspensas 2.339,totalizando uma taxa de suspensão cirúrgica de 33,8%. O principal motivo de suspensão foram causas injustificadas, com 30,1%. Conclusão: Os determinantespara suspensão de cirurgias devem ser rigorosamente controladas e restringidas. Para isso, é essencial a conscientização de todos os envolvidos,com o intuito de diminuir os índices encontrados. Os achados permitem realizar uma análise situacional a respeito da assistência prestada e possibilitamidentificar fragilidades, melhorar o desempenho e adequar o processo de trabalho às necessidades do paciente e do setor.
Gisele Santana Muniz, Naracelia Sousa Barbosa Teles, Ilse Maria Tigre De Arruda Leitão, Paulo César De Almeida, Marcelo Chagas Leitão
Published: 1 January 2014
Revista Sobecc, Volume 19, pp 79-86; doi:10.4322/sobecc.2014.009

Andréa Borges Araruna, Maria Belén Salazar Posso
Published: 1 January 2014
Revista Sobecc, Volume 19, pp 140-145; doi:10.4322/sobecc.2014.022

Jael Maria De Aquino, Lívia Pereira Barros, Sâmara Aline Brito, Emanuela Batista Ferreira, Sílvia Elizabeth Gomes De Medeiros, Elizabeth Rafaela Dos Santos
Published: 1 January 2014
Revista Sobecc, Volume 19, pp 146-152; doi:10.4322/sobecc.2014.023

Karina Pinheiro Teixeira, Graciele Fernanda Costa Linch, Rita Catalina Aquino Caregnato
Published: 1 January 2014
Revista Sobecc, Volume 19, pp 153-161; doi:10.4322/sobecc.2014.024

Marly Maria De Oliveira, Katiane Martins Mendonça
Published: 1 January 2014
Revista Sobecc, Volume 19, pp 162-170; doi:10.4322/sobecc.2014.025

Janice De Oliveira Lopes, Rachel De Carvalho
Published: 1 January 2014
Revista Sobecc, Volume 19, pp 171-175; doi:10.4322/sobecc.2014.026

Wanderlei Barbosa Dos Santos, Maria Gabriella Silva Araujo, Jeferson Caetano Da Silva, Thaís Honório Lins Bernardo, Maria Lysete De Assis Bastos, Regina Célia Sales Santos Veríssimo
Revista Sobecc, Volume 21; doi:10.5327/z1414-4425201600010007

Abstract:
Resumo Objetivo: Identificar a microbiota de feridas operatórias infectadas descritas em produções científicas. Método: Revisão integrativa realizada em bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, Medical Literature Analysis and Retrieval System Online, Scientific Electronic Library Online, Cochrane e SciFinder Scholar. Para a seleção dos artigos foram utilizadas cinco palavras-chaves contempladas nos Descritores em Ciências da Saúde e os operadores booleanos OR e AND. Utilizou-se formulário com informações: identificação dos artigos, objetivo, tipo de estudo e resultados. Resultados: Foram selecionados 56 artigos, publicados entre 1960 e 2013. Os principais microrganismos infectantes foram as bactérias, seguidas pelos fungos. Infecções foram causadas principalmente por: Staphylococcus aureus (39,3%), Escherichia coli (30,4%), Pseudomonas aeruginosa (19,6%), Staphylococcus epidermidis (17,8%), Klesbsiella spp (12,5%) e Enterobacter spp (10,7%). Conclusão: Bactérias Gram-negativas são os mais frequentes microrganismos infectantes de feridas cirúrgicas. Contudo, Staphylococcus aureus é o microrganismo de maior frequência. Palavras-chave: Bactérias. Infecções por protozoários. Vírus. Fungos. Infecção da ferida operatória.
Solinei Paulo Borgheti, Karin Viegas, Rita Catalina Aquino Caregnato
Revista Sobecc, Volume 21; doi:10.5327/z1414-4425201600010002

Abstract:
Resumo Objetivos: Conhecer as dúvidas dos profissionais da saúde sobre biossegurança no Centro de Materiais e Esterilização (CME) e refletir sobre as respostas emitidas. Método: Estudo exploratório descritivo qualitativo. O cenário da pesquisa foi um site nacional reconhecido que dispõe uma lista de discussão por e-mail. O corpus foram 2.260 mensagens enviadas à lista de discussão em 2014; a amostra foi composta por 109 mensagens com conteúdo relacionado à biossegurança no CME. Utilizou-se para interpretação dos dados a Análise de Conteúdo de Bardin. Resultados: Na análise emergiram quatro categorias temáticas das dúvidas mais frequentes denominadas: soluções; equipamentos e materiais; Legislação; e validação do processo. Evidenciou-se forte relação entre CME e Controle de Infecção Hospitalar (CIH), tanto nos questionamentos quanto nas respostas. Conclusão: A maioria dos profissionais que encaminharam dúvidas foram enfermeiros. As dúvidas mais frequentes sobre biossegurança relacionavam-se a soluções usadas, equipamentos e materiais. As respostas foram fundamentadas na legislação vigente e emitidas por profissionais com experiência. Palavras-chave: Segurança de equipamentos médicos. Enfermagem. Material.
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