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Results in Journal Caligrama: Revista de Estudos Românicos: 455

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Thiago Saltarelli
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 15, pp 49-65; doi:10.17851/2238-3824.15.1.49-65

Abstract:
Resumo: Após um breve histórico dos conceitos de mímesis e emulação na poética clássica, pretende-se demonstrar como a tradução pode configurar-se como uma forma de emulação de escritores-modelo e refletir sobre alguns exemplos desse processo entre as línguas românicas.Palavras-chave: Tradução; emulação; poética clássica. Dopo una breve esposizione dei concetti di mímesis e emulazione nella poetica classica, si intende dimostrare in che modo la traduzione può configurarsi come forma di emulazione di scrittorimodello e si intende riflettere su alcuni esempi di questo processo tra le lingue romanze.Parole chiave: Traduzione; emulazione; poetica classica.Keywords: Translation; emulation; classical poetics.
Graciela Ravetti, Sara Rojo
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 2, pp 103-112; doi:10.17851/2238-3824.2.0.103-112

Abstract:
Este artigo é um comentário à Antologia bilíngüe de dramaturgia de mulheres latino-americanas escrita por nós durante 1995-1996. A antologia escrita em português e espanhol é um estudo de três peças: A beata Maria do Egito de Rachel de Queiroz, Del sol naciente de Griselda Gambaro e Cariño malo de Inés Margarita Stranger. O artigo reflete sobre os fundamentos teóricos do trabalho realizado.Palavras-chave: .Este artículo es un comentario a la Antología bilíngüe de dramaturgia de mujeres latinoamericanas escrita por nosotros durante 1995-1996. La antología escrita en portugués-español consiste en um estudio de tres piezas: A beata Maria do Egito de Rachel de Queiroz, Del sol naciente de Griselda Gambaro y Cariño malo de Inés Margarita Stranger. El artículo reflexiona sobre la fundamentación teórica del trabajo realizado.Palabras-clave: .Keywords: .
Félix Bugueño Miranda
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 5, pp 73-99; doi:10.17851/2238-3824.5.0.73-99

Abstract:
Resumo: No percurso da história do espanhol, o século XVI marca um momento de importância vital para o desenvolvimento dessa língua. Consumada a maioria dos câmbios fonéticos, a língua espanhola experimenta durante o século XVI uma forte contribuição de origens muito diversas (das línguas clássicas, das línguas ameríndias e de outras línguas românicas).Palavras-chave: Língua espanhola; lexicologia; contato lingüístico; lingüística histórica.Resumen: El siglo XVI representa para la historia del español un hito de singular importancia, no sólo por los cambios y fijaciones en sus sistemas gramatical y fonológico, sino que también por las contribuciones léxicas de origen tan diversa que recibe.Palabras-clave: Lengua española; lexicología; contacto lingüístico; lingüística histórica.Keywords: Spanish; lexicology; linguistic contact; historical linguistics.
Márcia Maria De Arruda Franco
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 5; doi:10.17851/2238-3824.5.0.159-174

Abstract:
Resumo Resumo: A prática luso-castelhana de Sá de Miranda é compreendida à luz da aliança cultural ibérica e da centralidade do critério poético-linguístico no sistema trovadoresco, justificando-se o primado poético do castelhano, durante o século XV e parte do XVI. Então, com base em critérios como a manipulação de temas e imagens, o trabalho busca demonstrar que Sá de Miranda é o autor de um soneto luso-castelhano, provavelmente escrito à esposa, por ocasião da morte do primogênito em Ceuta, em 1553. Verifica-se a manipulação desse tema do sacrifício religioso do filho em dois poemas – um luso-castelhano, outro português – assim como no soneto em questão.Palavras-chave: Literatura portuguesa; Sá de Miranda; língua espanhola.Résumé: On comprendra ici la pratique linguistique luso-castillane de Sá de Miranda à partir de l’alliance culturelle ibérique et du critére poétique de l’utilisation de la langue dans la poésie ds troubadors, justifiant de même la primauté poétique du castillan au XVème siècle et dans la première moitié du XVIème siècle environ. Il est possible de restituer à Sá de Miranda la qualité d’auteur d’un sonnet luso-castillane, écrit probablement à sa femme, après la mort de son fils aîné, à Ceuta, en 1553. On retrouve d’ailleurs la manipulation de ce thème du sacrifice religieux du fils dans deux poèmes - l’un luso-castillan, l’autre portugais – de même que dans le sonnet en question.Mots-clés: Littérature portugaise; Sá de Miranda; langue espagnole.Keywords: Portuguese literature; Sá de Miranda; Spanish.
Maria Romano Schreiber, Maria Renault De Castro Silva
Caligrama: Revista de Estudos Românicos; doi:10.17851/2238-3824.0.2.75-97

José Cláudio De Almeida Abreu
Caligrama: Revista de Estudos Românicos; doi:10.17851/2238-3824.0.1.115-129

Nabil Araújo De Souza
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 16; doi:10.17851/2238-3824.16.1.45-64

Abstract:
Resumo Resumo: Partindo de uma certa aporia no próprio coração do programa arqueológico foucaultiano, este ensaio se volta para o modo como um texto de Borges é mobilizado por Foucault no prefácio de sua opus magnum, e procura mostrar que a relação heterodoxa que o escritor argentino estabelece com os “arquivos” da tradição ocidental antes desmobiliza do que favorece a pretensão de uma arqueologia do saber.Palavras-chave: Foucault; arqueologia; arquivo; Borges; desarquivamento. Résumé: En partant d’une certaine aporie dans le coeur même du programme archéologique foucaldien, cet essai se tourne vers la mobilisation d’un texte de Borges par Foucault dans le préface de sa opus magnum, et montre que la relation hétérodoxe que l’écrivain argentin établit avec les «archives» de la tradition occidentale démobilise plutôt que favorise la prétention d’une archéologie du savoir.Mots-clés: Foucault; archéologie; archive; Borges; “desarquivamento”.Keywords: Foucault; archeology; archive; Borges; unfiling.
Elisa Maria Amorim Vieira
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 9; doi:10.17851/2238-3824.9.0.75-96

Abstract:
Resumo Resumo: Este ensaio propõe uma reflexão sobre a questão da memória e do esquecimento no Quixote com base nas observações levantadas por Harald Weinrich em Lete: arte e crítica do esquecimento. Analisa-se o esquecimento presente na estrutura da obra de Cervantes; as tentações do esquecimento; a relação do perdão e da anistia com o esquecimento público e a relação estabelecida por Weinrich entre esquecimento e engenho, cujo principal representante seria Don Quijote, em contraposição à memória e à incapacidade de invenção que caracterizariam Sancho Panza. Por último, observa-se como a presença da oralidade, à qual se relaciona Sancho, pode desfazer o esquema proposto pelo autor do Lete.Palavras-chave: Literatura espanhola; Miguel de Cervantes; Don Quixote; Harald Weinrich; memória; esquecimento.Resumen: Este ensayo propone una refexión sobre la cuestión de la memória y del olvido en el Quijote com base en las observaciones levantadadas por Harald Weirinch en Lete: arte e crítica do esquecimento. Se analiza el olvido presente en la estructura de la obra de Cervantes; las tentaciones del olvido; la relación del perdón y de la amnistía con el olvido público y la relación estabelecida por Weinrich entre olvido e ingenio que caracterizaría a Sancho Panza. Por último, se observa de qué modo la presencia de la oralidad, a la que se relaciona Sancho, puede deshacer el esquema propuesto por el autor del Lete.Palabras-clave: Literatura española; Miguel de Cervantes; Don Quixote; Harald Weinrich; memoria; olvido.Keywords: Spanish literatura; Miguel de Cervantes; Don Quixote; Harald Weinrich; memory; oblivion.
Claudemir Francisco Alves
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 13; doi:10.17851/2238-3824.13.0.25-47

Abstract:
Resumo Resumo: Na obra do escritor italiano Giorgio Manganelli, autor, leitor e texto se desontologizam e se tornam componentes performativos, papéis pragmáticos que fazem, da literatura, um jogo de produção de sentidos contingentes. Privilegiando a leitura de um gênero textual manganelliano aqui designado como dispersão narrativa, essa peculiar teoria da leitura é analisada à luz da teoria formal da recepção, de Karlheinz Stierle, e da antropologia literária, de Wolfgang Iser.Palavras-chave: Teoria formal da recepção; antropologia literária; Giorgio Manganelli. Nell’opera dello scrittore italiano Giorgio Manganelli, l’autore, il lettore e addirittura il proprio testo si deontologizzano e diventano componenti di una performance, ruoli pragmatici che fanno della letteratura un gioco di produzione di sensi contingenti. Privilegiando la lettura di un genere testuale manganelliano qui designato come dispersione narrativa, questa peculiare teoria della letteratura viene analizzata alla luce della teoria formale della ricezione, di Karlheinz Stierle, e dell’antropologia letteraria, di Wolfgang Iser.Parole chiave: Teoria formale della ricezione; antropologia letteraria; Giorgio Manganelli.Keywords: Formal theory of reception; literary antropology; Giorgio Manganelli.
Graciela Ravetti
Caligrama: Revista de Estudos Românicos, Volume 10, pp 183-207; doi:10.17851/2238-3824.10.0.183-207

Abstract:
Resumo: Estudam-se, neste artigo, formas de desenhar o espaço literário com a perspectiva do “lugar” e do “movimento no lugar” em escritores com fortes vínculos com, pelo menos, duas tradições. É possível afirmar que cada tradição _ e dentro delas, cada período histórico _ consolida um modo de representação do espaço e, com isso, reflete uma visão de mundo particular. A expectativa é encontrar novas formas de inteligibilidade da cultura a partir dos problemas de figuração. Os três autores estudados são latino-americanos: José María Arguedas é peruano e considerado um escritor bicultural, sendo como foi ligado tanto às culturas indígenas de sua região (aymara e quéchua) quanto ao que de mais moderno apresentava a literatura de América Hispânica nas décadas de 50 e 60 (o realismo mágico e o testemunho); Graciliano Ramos é comumente associado à tradição literária brasileira no que esta tem de ocidental e moderna, mas mostra fortes vínculos com o interior do nordeste, o que lhe empresta um perfil ligado a dois aspectos determinantes da cultura brasileira; Juan José Saer é argentino e ligado, por um lado, à tradição argentina dos séculos XIX e XX, e, por outro, conectado, pelas circunstâncias de seu exílio (1968 até sua morte, em 2005) à França e à cultura européia. De Graciliano Ramos privilegia-se aqui seu romance Vidas Secas; de José Maria Arguedas seu conto A agonia de Rasu-Ñiti; de Juan José Saer, seu romance El limonero real.Palavras-chave: Graciliano Ramos; Vidas Secas; José María Arguedas; A agonia de Rasu-Ñiti; Juan José Saer; El limonero real; espaço; cultura.Resumen: Se estudian, en este artículo, formas de bosquejar el espacio literario desde la perspectiva del “lugar” y del “movimiento en el lugar” en escritores con fuertes vínculos con, por lo menos, dos tradiciones. Es posible afirmar que cada tradición — y en su interior, cada período histórico — consolida un modo de representación del espacio y, de ese modo, refleja una visión de mundo particular. La expectativa es encontrar nuevas formas de inteligibilidad de la cultura a partir de los problemas de figuración. Los tres autores estudiados son latinoamericanos: José María Arguedas es peruano y considerado un escritor bicultural, siendo como fue ligado tanto a las culturas indígenas de su región (aymara y quechua) como a lo que de más moderno presentaba la literatura de América Hispánica durante las décadas de 50 e 60 (el realismo mágico y el testimonio narrativo); Graciliano Ramos es comúnmente asociado a la tradición literaria brasileña en lo que ésta tiene de occidental y moderna, por sus elecciones literarias e ideológicas (su adhesión al Partido Comunista Brasileño), pero no podemos dejar de vincularlo con el interior del nordeste, lo que le presta un perfil ligado a dos aspectos determinantes de la cultura brasileña de la época; Juan José Saer es argentino y vinculado, por un lado, a la tradición argentina de los siglos XIX y XX, y, por otro, conectado, por las circunstancias de su exilio (1968 hasta su muerte, en 2005) a Francia y a la cultura europea. De Graciliano Ramos privilegia-se aqui seu romance Vidas Secas; de José Maria Arguedas seu conto La agonía de Rasu-Ñiti; de Juan José Saer, su novela El limonero real.Palabras-clave: Graciliano Ramos; Vidas Secas; José María Arguedas; A agonia de Rasu-Ñiti; Juan José Saer; El limonero real; espaço; cultura.Keywords: Graciliano Ramos; Vidas Secas; José María Arguedas; A agonia de Rasu-Ñiti; Juan José Saer; El limonero real; space; culture.
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