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Results in Journal Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades: 596

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Matheus Oliveira Costa
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8; doi:10.17271/2318847286120202342

Abstract:
Este artigo pretende fornecer um panorama do planejamento urbano da cidade de São Paulo ao longo do século XX até o início do século XXI, com o foco na relação entre edifício, espaço urbano e sociedade e de como a legislação possibilitou a transformação urbana, apoiando-se na fundamentação teórica e no referencial bibliográfico para atingir os objetivos propostos.
Francisco De Assis Souza Alexandre, Auzuir Ripardo De Alexandria, Lidia Andrade Lourinho
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8; doi:10.17271/2318847286120202437

Abstract:
O presente artigo apresenta uma revisão bibliográfica sobre sistemas de avaliação de cidades inteligentes e sustentáveis, direcionando o foco para aqueles que fazem referência ao sistema da norma ISO 37120: Desenvolvimento sustentável de comunidades - Indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida. Para isso elaborou-se uma pesquisa bibliográfica considerando três bases de dados: ScienceDirect, Web of Science e Scielo. Os artigos foram classificados, selecionados e, posteriormente, cada um foi discutido, sendo, por fim, apresentadas suas principais características. Como resultado, percebe-se que ainda são raros os trabalhos disponíveis sobre sistemas de avaliação de cidades inteligentes e sustentáveis baseados na ISO 37120 para cidades latino-americanas, a maioria dos trabalhos concentra-se na Europa. Evidencia-se também que existe uma forte conexão entre a inteligência e a sustentabilidade das cidades, sendo bem difícil dissociar um conceito do outro. E por fim, observa-se a dificuldade de aplicação de sistemas de avaliação padronizados que permitam a comparação entre diversas cidades do globo.
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 1-23; doi:10.17271/2318847286020202403

Abstract:
O Indicador de Salubridade Ambiental (ISA) foi criado em 1999 objetivando medir o nível de salubridade ambiental dos municípios paulistas e usá-lo como ferramenta para o gerenciamento do saneamento ambiental municipal. Para avaliar outros locais, os pesos e indicadores que estão na formulação original do ISA podem ser adaptados às características da localidade a ser avaliada – o que é sugerido no manual de criação. Todavia, escolher e a atribuir os pesos dos indicadores que compõe o ISA é um desafio. Há estudos que arbitram indicadores e pesos conforme o julgamento do autor. Em outros, as escolhas são baseadas na revisão bibliográfica e literatura. Outros optam pelo método Delphi – apenas citam a metodologia, sem apresentar detalhes da utilização. O método Delphi baseia-se em repetidas consultas (rodadas) a um grupo de especialistas buscando obter consenso entre eles sobre determinado tema, obtendo uma opinião consolidada do grupo como resposta. O objetivo deste estudo foi utilizar o referido método como ferramenta para a construção da fórmula do ISA para a cidade de Ouro Preto - Minas Gerais (ISA/OP) e detalhar a aplicação da metodologia. Duas rodadas de perguntas foram feitas via e-mail para um grupo contendo 40 especialistas em salubridade ambiental urbana. O consenso foi obtido estatisticamente ao final da segunda rodada. Considera-se o emprego dessa metodologia adequado para a criação do ISA/OP, tornando-o um importante instrumento de planejamento e gestão ambiental, capaz de subsidiar tomadores de decisões da administração municipal no que tange à avaliação dos componentes socioambientais analisados na formulação do ISA/OP.
Célia Regina Moretti Meirelles, Gilda Collet Bruna
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 41-55; doi:10.17271/2318847286020202420

Abstract:
Este artigo focaliza as condições de vida da população nos municípios da Região Metropolitana de São Paulo, associando a relevância da infraestrutura urbana como imprescindível para o acesso à saúde. Entre as infraestruturas, este artigo avalia, a água, esgoto, resíduos sólidos, energia e internet. E analisa a importância das políticas e serviços públicos para promoção da saúde por meio dos indicadores, sociais como IDH-M (índice de desenvolvimento Humano), e dos sócios demográficos entre estes: TGCA (taxa de geométrica de crescimento anual); mortalidade infantil; e porcentagem da população idosa. Como procedimentos metodológicos foram aplicados: a revisão da literatura, a análise dos indicadores e da infraestrutura por mapas correlacionando-os de modo crítico. Por fim conclui-se que existe uma relação direta entre a infraestrutura urbana e a saúde da população, pois a falta destes sistemas e dos serviços públicos leva ao aumento de doenças em especial nas cidades periféricas da Região Metropolitana de São Paulo. PALAVRAS-CHAVE: Infraestrutura Urbana, Região Metropolitana de São Paulo, Saúde na Cidade.
Douglas Gallo, Wanderson Da Silva Augusto, Valéria Cristina Lopes Gallo
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 154-169; doi:10.17271/2318847286020202426

Abstract:
O objetivo deste artigo foi refletir sobre as implicações urbanas e para o planejamento das cidades da pandemia COVID-19. O mundo vê emergir uma pandemia como não observada na última geração. A grande mobilidade atual disseminou o vírus rapidamente e as medidas para tentar conter o contágio têm causado fortes impactos econômicos e sociais, mas também ambientais, políticos e urbanos. A sociedade humana é fundamental e predominantemente urbana, e as projeções apontam para uma acentuação da urbanização e suas consequências. O texto faz uma discussão sobre a relação das epidemias e as cidades, discutindo questões de densidade, infraestrutura urbana e vulnerabilidades no enfrentamento de crises sanitárias. Foram abordadas implicações urbanas e problemas novos ou agravados com a emergência sanitária, tais como: moradia, espaços públicos urbanos, trabalho e ensino a distância, infraestrutura urbana, adaptabilidade humana e repercussões ambientais. Finalizamos com uma reflexão sobre os impactos humanos no planeta e como o distanciamento e isolamento social tem evidenciado e questionado a própria condição humana. PALAVRAS-CHAVE: Planejamento urbano. Covid-19. Saúde urbana.
Brenda Melo Bernardes, Raquel Garcia Gonçalves
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 137-153; doi:10.17271/2318847286020202425

Abstract:
A Constituição de 1988 e, posteriormente, a regulamentação dos instrumentos de política urbana, por meio da promulgação do Estatuto da Cidade em 2001 geraram, em contexto nacional, a expectativa de uma reforma urbana e da efetivação de mecanismos participativos nos processos de gestão democrática das cidades. Contudo, apesar de na teoria a participação ser vista como um caminho para legitimação das intervenções públicas pela sociedade civil, na prática, verifica-se a dificuldade pelo poder público de articulação de interesses, por vezes divergentes, dos distintos segmentos sociais. Nesse sentido, Belo Horizonte destaca-se como exemplo de cidade que tem implementado processos participativos na gestão, por meio de mecanismos como audiências e conferências públicas. Contudo, a ênfase dada às parcerias público-privadas na capital tem influenciado nos rumos da política urbana, favorecendo o atendimento de interesses dos setores privados em detrimento aos investimentos realizados voltados a melhorias urbanas, que poderiam ser usufruídas pela população de modo geral. Assim, o objetivo desse artigo é de analisar, por meio de estudo de caso do Bairro Lagoinha, como a participação popular tem sido abarcada nas propostas institucionalizadas e nas ações cotidianas da região. PALAVRAS-CHAVE: Gestão democrática. Participação popular. Bairro Lagoinha.
Joice Machado Garcia, Regina Márcia Longo
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 107-122; doi:10.17271/2318847286020202424

Abstract:
A urbanização desordenada e o aumento populacional configuram um desafio para a manutenção dos ecossistemas. O reconhecimento de que estes são provedores de benefícios econômicos, sociais e ambientais para as sociedades constitui um forte argumento para a elaboração de políticas públicas para a conservação da natureza. Para que estas sejam eficientes, faz-se necessária a adoção de instrumentos econômicos, tais como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Diante da percepção do agravamento da degradação ambiental, a ONU estabeleceu em 2015 os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Neste contexto, este trabalho teve como objetivo o levantamento bibliográfico de políticas públicas relacionadas a PSA e simultaneamente as metas estabelecidas pelo ODS 6 (gestão sustentável da água e saneamento). Para tanto, consultaram-se base de dados e sites governamentais. O levantamento permitiu concluir que a variedade de planos, programas e projetos de PSA é reflexo da conscientização acerca dos benefícios prestados pelos serviços ambientais. Com a iniciativa de PSA da Costa Rica, a América ainda desponta como um dos polos mais envolvidos no assunto, no entanto, iniciativas em outros países, tais quais França, EUA e Indonésia evidenciam maior interesse pelo tema. No Brasil, a regulamentação de PSA ainda é difusa, e quando analisado o PSA para a conservação hídrica, verifica-se que o mesmo foi recentemente adotado pelas políticas públicas brasileiras, tendo como caso de sucesso o Programa Conservador das Águas do município de Extrema (MG), que deu o start para a implantação de vários outros projetos no país. PALAVRAS-CHAVE: Serviços ecossistêmicos. Políticas públicas. ODS.
Danila Fernanda Rodrigues Frias, Rafael Silvio Bonilha Pinheiro, Juliana Heloisa Pinê Américo-Pinheiro, Ana Luíza Bíscaro Buosi
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 77-86; doi:10.17271/2318847286020202422

Abstract:
A qualidade microbiológica das águas superficiais pode indicar as atividades humanas que apresentam potenciais riscos a esse recurso e a saúde pública. Objetivou-se avaliar a variação espaço-temporal da concentração de Escherichia coli na água da Bacia Hidrográfica do Rio São José dos Dourados – SP e suas implicações na saúde pública. Para a avaliação da concentração de E. coli na água, utilizou-se seis pontos de monitoramento georreferenciados. Os dados avaliados foram extraídos dos Relatórios de Qualidade das Águas Interiores do Estado de São Paulo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, referente às analises de água dos anos de 2016 e 2017. Em 2016, 83,4% das amostras estavam de acordo com o limite estabelecido nas legislações brasileiras para águas doce superficiais de classe 2. No ano de 2017, essa porcentagem aumentou para 88,9%. Independente do mês e do ano, às águas superficiais próximas às áreas de criação animal e à jusante da estação de tratamento de esgoto apresentaram as maiores concentrações de E. coli. Os demais pontos de monitoramento da Bacia Hidrográfica do Rio São José dos Dourados apresentam a qualidade microbiológica da água adequada sem comprometimento dos usos destinados a corpos d´água de classe 2. PALAVRAS-CHAVE: Bacia hidrográfica. Microrganismos. Monitoramento.
Mariana Gimenez Casarim, Luís Gustavo Rocha Pereira, Ana Luiza Favarão Leão, Milena Kanashiro
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 56-76; doi:10.17271/2318847286020202421

Abstract:
A caminhada é um modal acessível e sustentável, que promove melhores condições de qualidade do ar e benefícios significativos à saúde da população. Evidências consistentes apontam a relação da caminhada utilitária à disponibilidade e proximidade de destinos, cuja distinção é fundamental. A caminhabilidade foi pouco estudada em países subdesenvolvidos e cidades pequenas, em especial tendo os destinos como objeto de análise. Essa pesquisa tem por objetivo analisar a relação dos destinos e das distâncias do deslocamento a pé na cidade de Rolândia-PR. Foram agregadas informações mais específicas ao banco de dados da pesquisa Origem-Destino e elaborada a categorização, que foi então aplicada nos pontos de destino georreferenciados – a partir disso foram também geradas as rotas, para que se analisasse as distâncias. A categoria com mais viagens foi “Educação”, com destaque para as viagens feitas por crianças e seus acompanhantes; perfis sociodemográficos estão relacionados a diferentes destinos e distâncias, sendo que adultos percorrem rotas maiores que idosos; a dispersão dos destinos de comércio de alimentos em áreas predominantemente residenciais pode ser relacionada às menores distâncias. PALAVRAS-CHAVE: Caminhabilidade. Transporte ativo. Destinos. Distâncias.
Izabele Colusso
Revista Nacional de Gerenciamento de Cidades, Volume 8, pp 123-136; doi:10.17271/2318847286020202427

Abstract:
Atualmente, o percentual das pessoas no mundo que vivem em cidades deve crescer de forma acelerada até 2050 (ONU, 2018). Sendo assim, a tendência é de que o consumo e produção de espaço urbanizado cresça igualmente, ampliando e muito as cidades já existentes, e transformando espaços livres em áreas urbanizadas. Como buscar que o consumo dos espaços ocorra de forma ordenada? Existe um modelo dentre os existentes e mais comumente encontrados, dentre cidades compactas e cidades dispersas, que melhor atende às questões de sustentabilidade? Esta pesquisa procura abordar os aspectos referentes à maneira como a cidade se apresenta em sua área urbanizada, e como podemos encontrar um modelo que seja mais sustentável para o seu desenvolvimento e crescimento horizontal. O estudo da forma urbana, tanto através dos conceitos morfológicos de relações entre os elementos da forma da cidade, definido por sua espacialidade, quanto pelos conceitos de relações dinâmicas entre atividades sociais e recursos físicos, busca identificar a composição dos elementos que estruturam o espaço urbano e suas inter-relações. O uso de indicadores pode contribuir para a elaboração de uma representação mais precisa da morfologia urbana, adicionando atributos e relações sintéticas da forma urbana. A ideia é de que esta avaliação física discriminada seja correlacionada com as questões de dispersão e compactação deste espaço, possibilitando concluir se as cidades se encaminham para uma forma mais ou menos sustentável. PALAVRAS-CHAVE: Cidade compacta. Cidade dispersa. Cidade Sustentável.
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