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(searched for: doi:10.17851/2237-2083.28.3.1249-1290)
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Alfa: Revista de Linguística (São José do Rio Preto), Volume 64; doi:10.1590/1981-5794-e11868

Abstract:
RESUMO: Sentenças com o verbo acabar seguido de uma oração infinitiva encabeçada pela preposição de apresentam duas leituras. Uma, que chamarei de culminativa, aponta para o menor subevento final de um evento denotado pelo verbo no infinitivo; a outra, que chamarei de leitura de recência, coloca o tempo do evento da oração infinitiva relativamente próximo, e anterior, a outro tempo tomado como referência. Neste artigo, proponho que as duas leituras envolvem estruturas e interpretações para o verbo acabar radicalmente distintas. O trabalho, assumindo o arcabouço teórico da Morfologia Distribuída, apresenta evidências de que: (1) na leitura culminativa, temos, tipicamente, controle, enquanto na leitura de recência, alçamento; (2) as orações infinitivas na leitura de recência veiculam informação temporal/aspectual não veiculada pelas infinitivas na leitura culminativa; (3) enquanto na leitura culminativa o verbo acabar introduz um subevento do evento denotado pela oração infinitiva, na leitura de recência o verbo somente veicula um conjunto de relações temporais.
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