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Tamy De Macedo Pimenta
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a387

Abstract:
Livro resenhado:PIRES CABRAL, Rui. Oh! Lusitania. Lisboa: Paralelo W, 2014.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a387
Norma Sueli Rosa Lima
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a385

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Iris Maria Da Costa Amâncio, Madalena Simões De Almeida Vaz Pinto
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a400

Abstract:
Apresentação à Abril 17.--DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a400
Márcia Regina Rodrigues
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8, pp 55-66; doi:10.21881/abriluff.2016n17a358

Abstract:
Nesta abordagem da dramaturgia de Pepetela, produzida no contexto sociopolítico de Angola no período pós-independência, tratamos do caráter didático e épico que aproxima as suas peças da proposta teatral de Brecht. O autor angolano parte do ostensivamente didático em A corda (1978) para uma concretização mais efetiva dos pressupostos épico-brechtianos em A revolta da casa dos ídolos (1980), sem descartar a dimensão pedagógica em nenhuma de suas peças.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a358
Camila Lima Sabino
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8, pp 25-44; doi:10.21881/abriluff.2016n17a373

Abstract:
Este trabalho consiste em uma análise comparativa das obras O beijo da palavrinha e A chuva pasmada do escritor moçambicano Mia Couto, obras endereçadas ao público infantil e juvenil. O objetivo é investigar consonâncias e divergências dos tratamentos literários dados às temáticas da morte e da infância, e analisar, a partir desses tratamentos, processos histórico-culturais que permitem equacionar as heranças coloniais no contexto social e político de Moçambique. O protagonismo infantil e as representações literárias das famílias frente à morte permitem refletir sobre o lugar da infância como lugar de trânsito e de produção de cultura o que, em consequência, desloca o papel do adulto e das instituições sociais e permite pensar na multiplicidade sócio-cultural constitutiva das identidades individuais e sociais. Buscamos, com tais deslocamentos observados nas propostas literárias concernentes ao corpus deste trabalho, defender a necessidade de aprimorar o processo de descolonização política e epistemológica dos espaços sociais marginalizados, compreendendo a modernidade e o sistema-mundo capitalista como a dupla face da colonialidade.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a373
Erica Cristina Bispo, Heleno Alváres Bezerra Júnior
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a374

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Alexandre Montaury, Lara Nogueira Da Silva Leal
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a376

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Adriane Figueira Batista, Bruna Del Valle De Nóbrega
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a368

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Fernando Crespim Zorrer Da Silva
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a360

Abstract:
Em Estórias Abensonhadas, o autor moçambicano Mia Couto procura re-cuperar a tradição cultural através de personagens que são envolvidos por situações-limite em suas vidas. Entre os contos do livro, “Nas águas do tempo” destaca-se por apresentar traços tanto do profano como do sagrado que são peculiares às narrativas míticas. No enredo, o ser divino deve ser respeitado a fim de que não se rompa a unidade mantida com o homem e, deste modo, não se abale a ordem do mundo.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a360
Terezinha Taborda Moreira, Terezinha Taborda
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8, pp 13-21; doi:10.21881/abriluff.2016n17a380

Abstract:
Este estudo analisa a construção enunciativa em “As cicatrizes do amor”, de Paulina Chiziane (2007), evidenciando como a subjetividade de uma contadora de histórias se enuncia demarcando a presença de uma “gnose africana” (MUDIMBE, 2013) na escrita literária. Procura-se mostrar como a escritora moçambicana, por meio dessa estratégia narrativa, estabelece um comprometimento ético fundamentado na possibilidade de convivência com os saberes endógenos, ou seja, “os saberes e os saberes-fazer da África contemporânea” defendidos por Obarè Bagodo (2014).
Vima Lia De Rossi Martin
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a382

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Hélder Garmes
Published: 9 January 2017
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n17a388

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Jaime Dos Reis Sant'anna
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a315

Abstract:
Resumo O objetivo principal do estudo é analisar o Auto da barca do motor fora da borda (1966), de Luís de Sttau Monteiro, a partir do diálogo intertextual que ele trava com o Auto da barca do inferno (1517), de Gil Vicente. Signos cênicos náuticos, tais como a barca e o cruzeiro, são utilizados pelos autores como cronótopo literário para representar Portugal em momentos históri­cos distintos; todavia, tanto no contexto do século XVI quanto no século XX predomina a exclusão social das pessoas que fazem mover a nação.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a315
Rodrigo Corrêa Martins Machado
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a317

Abstract:
Resumo O presente trabalho parte de uma pergunta: qual o lugar do poeta na socie­dade? A fim de construir uma resposta, analiso neste ensaio a personagem camoniana Baco, presente n’Os Lusíadas. Tal sondagem pressupõe a leitura dessa personagem como alegoria do poeta à deriva, uma vez que, assim como o poeta expulso d’A República platônica, Baco encontra-se, após ter a sua opinião cabalmente rechaçada pelos deuses olímpicos no primeiro consílio da epopeia camoniana, exilado fisicamente, como também política e intelectualmente. A escolha dessa personagem justifica-se uma vez que, na epopeia camoniana, esse deus possui uma força contrária ao discurso oficial do Portugal quinhentista, o qual intentava sempre louvar a glória histórica portuguesa.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a317
Natasha Furlan Felizi
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a314

Abstract:
Resumo O artigo propõe uma leitura d’Os Lusíadas como viagem de descobrimen­to no sentido proposto por Sophia de Mello Breyner Andresen em 1980, o da aletheia ou revelação. Com apoio nas reflexões de Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena sobre Luís de Camões e do pensamento de Martin Heidegger sobre a aletheia no livro Parmênides, procurar-se-á fazer apontamentos sobre outros modos de ler Os Lusíadas como poema da “viagem de descobrimento”.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a314
Rita Chaves, Nazir Ahmed Can
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a348

Abstract:
Resumo O presente artigo reflete sobre a importância do espaço e do deslocamento nas narrativas de Ruy Duarte de Carvalho. Fundamental para o alargamento do território literário angolano, a geografia, em sua obra, convida-nos ainda a repensar o lugar das figuras radicalmente excluídas ao longo dos sucessivos regimes de historicidade. Representando as várias faces da alteridade que Angola ainda guarda, esses lugares e personagens permitem ao autor o escrutínio de velhos e novos poderes e, ao mesmo tempo, a criação de veredas para o pensamento artístico e científico. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a348
Sheila Ribeiro Jacob
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8, pp 77-87; doi:10.21881/abriluff.2016n16a326

Abstract:
Durante o período de lutas pela libertação de Angola, a cidade de Luanda tornou-se um dos espaços simbólicos privilegiados dos textos literários, sendo referência para o processo de construção da identidade nacional. Depois de conquistada a independência, autores angolanos passaram a abordar a consequente onda de desilusão e decepções e os novos desa­fios que se colocaram para o país. Nesse processo, Luanda também sofreu ressignificações, tornando-se o ponto de partida para novas e necessárias caminhadas. O objetivo deste trabalho é abordar tais alterações de senti­dos referentes a esse espaço simbólico, a partir de uma breve análise de textos de José Luandino Vieira produzidos durante o período colonial e dois romances angolanos escritos no pós-independência: A casa velha das margens (1999), de Arnaldo Santos, e Mãe, materno mar (2001), de Boa­ventura Cardoso. Nessas obras, Luanda deixa de ser o palco privilegiado dos acontecimentos, dando lugar ao protagonismo do deslocamento dos personagens-guias de ambos os textos e às descobertas de si e do país que suas viagens proporcionam.
Laura Cavalcante Padilha, Teresa Cristina Cerdeira
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a366

Abstract:
Resumo Apresentação da Abril 16. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a366
Editor Editor
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a367

Demétrio Alves Paz
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8, pp 65-75; doi:10.21881/abriluff.2016n16a328

Abstract:
O presente trabalho tem por objetivo analisar o simbolismo presente em Mornas eram as noites, de autoria da cabo-verdiana Dina Salústio, e pro­por uma tipologia temática para os contos, relacionando-a ao tópico da viagem. Nas trinta e cinco narrativas, observamos que há temas comuns em várias delas, tais como: partida e regresso; a condição feminina; rela­ções familiares; pobreza e necessidade; memória; violência (doméstica ou social). Da mesma forma, notamos que há figuras femininas diferenciadas, representando um amplo apanhado de todas as classes sociais e de diferen­tes idades. A grande maioria das histórias é narrada em primeira pessoa, o que aproxima o leitor e também funciona como uma espécie de pedido de cumplicidade por parte das narradoras. Percebemos que a noite surge em muitos enredos como um símbolo de transformação, tendo em vista o subtítulo da obra: “... De como elas se entregam aos dias”. Igualmente, cons­tatamos a dubiedade do subtítulo que pode tanto referir-se às noites (do título) como às personagens femininas representadas nos contos.
Vincenzo Arsillo
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a365

Abstract:
Resumo A partir da análise de algumas imagens figurais e retóricas que recorrem no texto Caminha, se esboça uma interpretação semiótico-icônica da Carta do achamento. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a365
Inocência Mata
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a351

Abstract:
Resumo As travessias e viagens que permeiam, desde o século XIX, a produção me­tropolitana sobre a África constituem-se como elementos configuradores da cultura imperial portuguesa e alargam-se ao atlantismo, a base matricial de uma “ideologia” de além-mar (primeiro, ultramarinista; e, já a partir do século XX, da colonialidade), e é uma categoria dos diferentes corpora da produção literária portuguesa no período colonial. Propõe-se, neste en­saio, analisar o deslocamento territorial, produtor de diferentes percepções de alteridade, como um dos mais importantes lugares do património colo­nial português – a literatura colonial.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a351
Aline Duque Erthal
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a352

Abstract:
Resumo Livro resenhado:ATHAYDE, Manaíra Aires (Org.). Literatura Explicativa: ensaios sobre Ruy Belo. Lisboa: Assírio & Alvim, 2015. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a352
Simone Pereira Schmidt
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a342

Abstract:
Resumo Muito já se escreveu sobre o drama vivido pelos ‘retornados’ a Portugal, findo o período colonial nos países africanos. Entretanto, alguns romances de publicação mais recente – nomeadamente, Caderno de memórias colo­niais, de Isabela Figueiredo (2009), e O retorno, de Dulce Maria Cardoso (2012) - retomam o tema pela chave da memória: subjetiva, familiar e his­tórica, ensejando uma reaproximação às experiências vividas pelos retor­nados, quarenta anos passados da independência das ex-colônias. Numa perspectiva feminista e pós-colonial, podemos identificar na leitura dos romances algumas particulares injunções de gênero e raça que subsistem ainda hoje, como rastros da memória colonial por resolver. Este artigo busca investigar esse aspecto, ao mesmo tempo em que procura identificar quem são e o que dizem os sujeitos que, colocando em xeque a ordem a colonial-patriarcal, acabam por se situar à margem da mesma, o que lhes permite, na forma do relato de memória ou de pós-memória, contruir uma contranarrativa da memória colonial.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a342
Raquel Aparecida Cesar Da Silva, Márcia Helena Saldanha Barbosa
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a325

Abstract:
Resumo A literatura produzida na África ocupa uma posição ainda incerta no pa­norama cultural do Ocidente, tanto pela condição incipiente de sua pro­dução quanto pelo pensamento, profundamente arraigado, de que haveria uma essencialidade africana a ser preservada contra toda e qualquer forma de intercâmbio, inclusive o intercâmbio de ideias. Porém, a verdade é que tal essencialidade, se de fato existiu, há muito que se tornou uma ilusão projetada sobre o continente de fora para dentro. Partindo desse princípio, o trabalho aqui apresentado procura analisar de que maneira a literatura e o pensamento do autor moçambicano Mia Couto, ao se afastarem da su­posta essencialidade africana, aproximam-se do que podemos considerar uma postura pós-modernista. Para tanto, recorremos a obras romanescas e ensaísticas do autor, assim como às ideias de Linda Hutcheon (1991), Homi Bhabha (2014) e Stuart Hall (2006) sobre identidade cultural e artística no pós-modernismo.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a325
Tania Celestino Macedo
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a341

Abstract:
Resumo O texto apresenta algumas das coordenadas do trabalho artístico de José Luandino Vieira em Luuanda, procurando demonstrar como esse livro constrói sua autonomia literária frente ao real, quer no que concerne à lin­guagem, à geografia ou às personagens, sem que no entanto destrua os seus vínculos com a História. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a341
Renata Quintella De Oliveira
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a327

Abstract:
Resumo Livro resenhado:TAVARES, Gonçalo M. Short movies. Porto Alegre: Dublinenses, 2015. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a327
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a350

Abstract:
Resumo Entre o “realismo” de Eça e a “modernidade” de Machado, há o imenso silêncio dedicado à obra de Aluísio Azevedo que, muito antes de Lima Bar­reto ou de João do Rio, foi capaz de transformar a cidade do Rio de Janeiro num cenário a ser (re)construído pelas linhas de sua ficção, testemunha da existência de uma cidade que seria posta abaixo pelo futuro governo higie­nizador de Pereira Passos. Este ensaio pretende problematizar a diferença e/ou o deslocamento inscritos na ficção de um autor que fez da geografia urbana um obsessivo tema. ---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a350
Isabel Pires De Lima
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a353

Abstract:
Resumo A pintura de Paula Rego tem desenvolvido um intenso e constante diálogo com a literatura. De entre um amplo número de autores, destacam-se os clássicos portugueses de oitocentos, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco e especialmente Eça de Queirós. Depois de O Crime do Padre Ama­ro, o romance queirosiano A relíquia mereceu a revisitação da pintora com oito trabalhos nos quais procede a uma prática de ilustração subversora que, não deixando de perseguir a narrativa queirosiana, dela se afasta pro­pondo versões alternativas da história canónica e exercendo por essa via o seu violento e iconoclasta espírito crítico sobre a sociedade contempo­rânea. Paula Rego pinta em tom paródico o orientalismo queirosiano, ora dele se aproximando, ora dele se afastando em movimentos de deslocação estético-ideológica, num jogo de intermedialidade com Eça de Queirós, que lhe permite confirmar algumas das linhas mestras da sua própria obra.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a353
Carmen Lucia Tindó Secco
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a340

Abstract:
Resumo Leitura de crônicas de Ana Paula Tavares publicadas recentemente na pá­gina da internet Rede Angola. A escritora – também poetisa de excelência – se vale de metáforas que atravessam vários de seus textos, cujos mul­tifacetados e sinuosos percursos as transformam em viagens por dentro do tempo e das palavras. Metáforas de dores, medos, opressões, silêncios, violências, mas também de utopias, tradições e sonhos que necessitam ser, criticamente, repensados, principalmente hoje, quando se comemoram os quarenta anos (completados em 2015) da independência de Angola.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a340
Maria Fernanda De Abreu
Published: 18 July 2016
Abril – NEPA / UFF, Volume 8; doi:10.21881/abriluff.2016n16a354

Abstract:
Resumo A viagem, em situação de desterro forçado, proporciona imagens de repre­sentações identitárias, pessoais e colectivas, que a literatura vem transmi­tindo ao longo da sua história. No presente ensaio, invocam-se modelos que, na chamada “literatura ocidental”, vêm de Homero e Ovídio e, na por­tuguesa, são actualizados por, entre outros, Luís de Camões, Filinto Elíseo e Almeida Garrett; um estudo de caso dá-nos a ver o recurso ao motivo da tempestade na escrita do exílio, na obra do romântico Alexandre Herculano.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n16a354
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