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Tialla Ravenna Silva Santos, Jerusa Da Mota Santana, Cinthia Soares Lisboa, Djanilson Barbosa Dos Santos
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42, pp 597-610; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n4.a2862

Abstract:
A inadequação no consumo de nutrientes pode comprometer o crescimento fetal e resultar em baixo peso ao nascer ou em macrossomia fetal. Busca-se aqui identificar a relação entre consumo de energia, macronutrientes e micronutrientes no primeiro e terceiro trimestre gestacional e o peso ao nascer. Trata-se de estudo transversal aninhado em coorte prospectiva longitudinal com 166 gestantes do serviço público entrevistadas, no período de abril de 2012 a novembro de 2013. Para comparar as médias de consumo alimentar no primeiro e terceiro trimestre com o peso ao nascer foi utilizado o Test T de Student, com nível de significância estatística com valores de p < 0,05. Foi observado que as crianças com peso ao nascer inadequado (< 3.000 g) apresentaram consumo médio mais elevado de calorias (p = 0,02) e carboidratos (p = 0,04) no primeiro trimestre. E no terceiro trimestre identificaram-se diferenças nas médias de consumo de proteína (p = 0,02) segundo as categorias de peso ao nascer, já que mulheres que tiveram crianças com peso adequado (≥ 3.000 g) apresentaram consumo médio maior de proteína (médias = 72,66 g). O consumo alimentar de gestantes tem influência sobre a situação nutricional do concepto, especialmente no terceiro trimestre de gestação, momento em que a ingestão proteica materna teve maior relevância para o peso ao nascer. Palavras-chave: Gravidez. Recém-nascido. Peso ao nascer.
Ronny Cleyton Santos De Sousa, Líscia Divana Carvalho Silva, Rosilda Silva Dias, Andréa Cristina Oliveira Silva, Paulo Eduardo Sousa Silva, Letícia De Paula Carvalho Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42, pp 686-699; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n4.a3007

Abstract:
Diferentes padrões dietéticos modulam múltiplos aspectos do processo aterosclerótico, como níveis lipídicos, resistência à insulina, metabolismo glicídico, pressão arterial, fenômenos oxidativos, função endotelial e inflamação vascular, o que consequentemente interfere na prevalência de eventos cardiovasculares. Este estudo investiga as evidências disponíveis na literatura sobre a alimentação na prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares. Trata-se de uma revisão integrativa. A coleta de dados foi realizada no período de abril a junho de 2018 nas bases de dados: Lilacs, Medline, PubMed, Cinahl e Capes. Obteve-se uma amostra de 12 artigos. Os padrões alimentares mais bem estudados foram a Dieta mediterrânea (MedDiet) e a Abordagem dietética para parar a hipertensão (DASH). A MedDiet e a DASH reduzem a pressão arterial, os níveis de lipoproteína de alta densidade e colesterol total, a glicemia e o ganho de peso a longo prazo, retardando a progressão subclínica da aterosclerose, associada ao menor risco de eventos clínicos. As evidências mostram que a relação da alimentação na prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares está cada vez mais elucidada. A utilização dessas dietas traz benefícios satisfatórios para a saúde cardiovascular. Palavras-chave: Fatores de risco. Doenças cardiovasculares. Prevenção de doenças.
Gabriela De Luca Meyer, Ramona Fernanda Ceriotti Toassi, Elisabeth Meyer, Daniel Demétrio Faustino-Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42, pp 579-596; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n4.a2822

Abstract:
A entrevista motivacional (EM) caracteriza-se como uma forma refinada de guiar uma conversa por meio de estratégias específicas que buscam estimular mudanças de comportamento. Esta pesquisa teve como objetivo compreender a apropriação dos conceitos e técnicas da EM por agentes comunitários de saúde após treinamento específico realizado em um serviço de atenção primária à saúde (APS) no Sul do Brasil. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa que incluiu a participação de agentes comunitários de saúde (ACS) em um grupo focal. O material textual produzido foi analisado pela técnica da análise temática de conteúdo. As três categorias que emergiram do grupo focal destacaram expectativas e lembranças do treinamento em conceitos de EM, com significados para o trabalho do ACS, e suas possibilidades e desafios. Os ACS expressaram conexões dos aprendizados durante treinamento às situações de trabalho e de vida pessoal. Desafios foram identificados na aplicação da EM por questões relacionadas ao tempo para realizar uma visita domiciliar, à intensa demanda no trabalho diário, às mudanças no processo de trabalho e à realização de atividades administrativas. A EM mostrou-se uma ferramenta apropriada e viável para a prática profissional dos ACS no contexto da APS. Palavras-chave: Entrevista motivacional. Agentes comunitários de saúde. Atenção primária à saúde. Sistema Único de Saúde.
Ana Paula Fernandes Gomes, Nayara Sanson De Souza, Shenara Lamberg Vidal, Marcelo Castanheira
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2815

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, Rosalice Araújo De Sousa Albuquerque, Angelisa Araújo De Sousa, Maria Eunice Nogueira Galeno Rodrigues
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2838

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Francisco Pinto Bezerra, Marcus Vinicius Azevedo Nepomuceno, Silvana Quadros Barbosa
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2311

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Natércia Janine Dantas Silveira, Angelo Giuseppe Roncalli Da Costa Oliveira, Alessandra Aniceto Ferreira Figueiredo
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2775

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Denize Francisca Da Silva, André Luís Cruz Da Rocha, Marco Antônio Vasconcelos Rêgo, Maria Da Conceição Chagas De Almeida
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2540

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Emelynne Oliveira Santos, Isabelle Ribeiro Barbosa
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2777

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Bárbara Marcela Beringuel, Cristine Vieira Bonfim, Amanda Santana Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a3077

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Andressa Silva Carneiro De Souza, Nathalee Ferreira Cordeiro, Ivan De Mattos Paiva Filho, Denise Santana Silva Dos Santos, Maria Carolina Ortiz Whitaker, Márcia Maria Carneiro Oliveira
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2808

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Daniela Pereira Da Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a3117

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Juciene De Jesus Barreto Da Silva, Felipe Silva De Miranda, Juliana Mercês De Oliveira E Oliveira, Ana Lúcia Moreno Amor, Isabella De Matos Mendes Da Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a3066

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Tânya Marques Cardoso, Camila Botelho Miguel, Renata Célia Moraes Cunha Vasconcelos, Ferdinando Agostinho, Karlla Kristinna Almeida Medeiros, Wellington Francisco Rodrigues
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2920

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André Emanuel Dantas Mercês, Angela De Souza Cajuhi, Lorena Conceição Souza Dos Santos, Rudval Souza Da Silva, Cleuma Sueli Santos Suto, Jones Sidnei Barbosa De Oliveira
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2784

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Sheyla Carvalho De Barros, Conceição Maria De Oliveira, Cristine Vieira Do Bonfim
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a3113

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Mateus Aparecido De Faria, Celina Maria Modena
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a2935

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Marcele Carneiro Paim
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n3.a3206

Revista Baiana De Saúde Pública
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 44; doi:10.22278/2318-2660.2020.v44.n0.a3205

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Jandesson Mendes Coqueiro, Roseane Vargas Rohr, Adauto Emmerich Oliveira, Túlio Alberto Martins De Figueiredo
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2746

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Paula Chuproski Saldan, Débora Falleiros De Mello
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2512

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Marcele Carneiro Paim
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a3196

Marina Pereira Moita, , Maria Da Conceição Coelho Brito, Lielma Carla Chagas Da Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2842

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Loiamara Barreto Santos, Jéssica Meira Mendes, Camila Rego Amorim, Alba Benemérita Alves Vilela, Adriana Alves Nery
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2519

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Yuri Messias Lisboa, Kennedy Ferreira Da Silva, Maria Sandra De Jesus Costa, Thiago De Souza, Ana Claudia Morais Godoy Figueiredo, Simone Seixas Da Cruz
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2758

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Cleyton Cézar Souto Silva, Soraya Maria De Medeiros
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2802

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Maria Ivoneide Veríssimo Oliveira, José Gomes Bezerra Filho, Regina Fátima Gonçalves Feitosa, José Edir Paixão Sousa
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2598

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Juraci Almeida Cesar, Luana Patricia Marmitt, Alessandra Coelho Dziekaniak, Maria Aurora Dropa Chrestani
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2605

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Joana Danielle Brandão Carneiro, Arlete Maria Gomes Oliveira, Luciane Zanin, Flávia Martão Flório, Paulo Frazão
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2780

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Vanessa Lopes Munhoz Afonso, Rosamaria Rodrigues Garcia, Carolina Menezes Sinato, Regina Garcia Nascimento, Francisco Souza Carmo
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2458

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Taynana Soares Oliveira Fequis, Eliana Sabrina De Souza Barbosa, Rozilaine Redi Lago, Lydhia Rubhia De Lima Torres
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n2.a2574

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Revista Baiana De Saúde Pública
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2892

Taiane De Oliveira Gonzaga Santos, Mariângela Silva De Matos, , , Andréia Cristina Leal Figueiredo,
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2451

Abstract:
As práticas de autocuidado são fundamentais para a manutenção da saúde bucal. Conhecer como elas estão inseridas na população favorece o planejamento de ações educativas e preventivas mais eficazes. O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre o perfil sociodemográfico e as práticas de saúde bucal de usuários do Programa Saúde da Família de um município de médio porte do estado da Bahia, Brasil. Trata-se de estudo transversal, realizado por meio de inquérito epidemiológico domiciliar com amostra de 475 usuários. Os resultados mostraram que a maioria foi do sexo feminino, entre 20 e 59 anos, e de etnia parda e negra. A média de renda familiar foi de 791,46 reais e a de escolaridade foi de 7,4 anos de estudo. A escovação, o uso do fio e do palito foram as práticas de autocuidado mais frequentes (55,8%, 59,1% e 54,9%, respectivamente). O uso de bochecho foi relatado por 16,1% dos usuários. Aqueles com maior escolaridade e mais jovens escovavam os dentes mais vezes ao dia e usavam mais o fio dental. O palito dental foi o menos utilizado por aqueles de maior escolaridade e entre mais jovens de 15-19 anos. Concluiu-se que quanto maior o nível de escolaridade e entre os adultos jovens, melhores são os hábitos de higiene oral. Palavras-chave: Práticas de saúde bucal. Perfil de saúde. Programa Saúde da Família.
Maria Fernanda Beirão Cabrera, Elisabeth Da Silva Eliassen, Aline Megumi Arakawa-Belaunde
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2616

Abstract:
O objetivo deste artigo é verificar as ações de promoção da saúde realizadas pelos fonoaudiólogos em âmbito nacional, assim como as temáticas abordadas em suas ações. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, por meio da busca nas bases de dados Bireme e SciELO, contemplando o período entre 2006 e 2015. Foram utilizados os descritores “promoção da saúde” e “fonoaudiologia”, sendo considerados artigos nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram excluídos as revisões de literatura e os estudos que não contemplavam a temática. Os resultados encontrados nos 34 artigos incluídos no estudo mostraram que, em sua maioria, foram utilizados questionários/entrevistas para alcançar os objetivos propostos, entretanto muitas pesquisas não citaram ou descreveram ações de promoção da saúde. Entre aqueles que realizaram ações de promoção da saúde, observou-se que a estratégia mais utilizada foi a abordagem em grupo. O enfoque no empoderamento ressaltou a importância do autocuidado em saúde para a população. Todavia foram observados empecilhos no planejamento das ações diante de questões administrativas e lacunas no conhecimento dos profissionais acerca da atuação fonoaudiológica. Concluiu-se que é relevante a ampliação da atuação do fonoaudiólogo com outros profissionais da saúde no desenvolvimento de ações e práticas de promoção da saúde, além do (re)conhecimento dos gestores sobre a importância do trabalho fonoaudiológico. Palavras-chave: Promoção da saúde. Fonoaudiologia. Saúde pública. Atenção primária à saúde. Prática profissional.
Luiza Taciana Rodrigues De Moura, Paula Rayanne Lopes De Carvalho Aninger, Amanda Vieira Barbosa, Cheila Nataly Galindo Bedor
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2363

Abstract:
A exposição humana a agrotóxicos pode causar intoxicações agudas e crônicas com diversas implicações no processo saúde-doença dos indivíduos; dentre os efeitos da exposição crônica aos agrotóxicos encontram-se as neoplasias malignas. O objetivo deste trabalho foi descrever o perfil clínico-epidemiológico dos trabalhadores com câncer em tratamento em um centro de oncologia. Participaram do estudo 83 pacientes com câncer divididos em dois grupos. Um constituído por 36 trabalhadores rurais expostos a agrotóxicos e outro por 47 participantes de outras profissões. Foi realizada entrevista com instrumento estruturado que abordou características clínico-epidemiológicas, ambientais e de morbidade. Realizou-se análise estatística descritiva e aplicou-se teste de Mann-Whitney. Os resultados indicam maioria de participantes do sexo masculino com predominância de neoplasias do sistema hematológico e câncer de próstata, evidenciando um perfil de adoecimento por câncer diferenciado das estimativas para o Brasil e região nordeste. Nos trabalhadores rurais, foram identificadas vulnerabilidades durante a exposição ocupacional como baixa escolaridade, longo tempo de exposição e descarte incorreto das embalagens vazias. Concluiu-se que o perfil de adoecimento dos trabalhadores rurais pode estar relacionado ao modo de produção agrário vigente na região, associado às vulnerabilidades durante a exposição ocupacional. A alta prevalência de câncer do sistema hematológico nos participantes não diretamente expostos a agrotóxicos pode sugerir a importância da exposição indireta a esses compostos. Palavras-chave: Agroquímicos. Neoplasias. Saúde do trabalhador. Epidemiologia.
, Milena Vaz Sampaio Santos, Paula Patrícia Santana Rios, Mirian Santos Paiva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2406

Abstract:
As peças publicitárias de campanhas midiáticas relacionadas à prevenção foram utilizadas como produção textual e se configuraram como ferramenta-chave na construção das representações sociais. O objetivo da pesquisa foi analisar a relação intertextual entre as publicações científicas sobre cuidado às pessoas com Vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, no período de 10 anos (2002-2011), e as campanhas midiáticas para o Dia Mundial de Luta Contra a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, nesse mesmo período. Trata-se de uma pesquisa documental e descritiva em bases de dados e em documentação oficial. Os resultados permitiram perceber a existência de quatro categorias: gênero, geração, preconceito/discriminação e raça, sendo que houve predomínio no foco das campanhas para o tema preconceito, demonstrando intenção governamental em interferir na representação social negativa, discriminatória e historicamente associada à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. A intertextualidade na categoria gênero identificou conteúdos que destacam o protagonismo feminino na prevenção/tratamento ou no estabelecimento das estratégias de enfrentamento. E, na categoria geração, independente do pertencimento geracional, a experiência com o Vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é difícil, complexa e limitante. Concluiu-se que a relação intertextual apresenta-se como forma de apreender a dinâmica dessa epidemia e pode trazer contribuição à forma de agir frente às suas diversas facetas. A intertextualidade constitui-se em um recurso eficaz para apreender a construção do sentido, conferindo-lhe coerência e credibilidade. Utilizá-la com propriedade, como apoio argumentativo ou simplesmente como um jogo linguístico, contribui para a compreensão das representações sociais sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida ao longo da epidemia. Palavras-chave: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida. Vírus da Imunodeficiência Humana. Publicidade como assunto.
Rafael Rodolfo Tomaz De Lima, Janete Lima De Castro, Kenio Costa De Lima
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2738

Abstract:
No Brasil, constata-se um crescimento acentuado da população idosa, onde isso se intensificará nas próximas duas décadas. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a assistência a essa população deve pautar-se em ações desenvolvidas pelas equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). O estudo teve o objetivo de analisar a formação dos profissionais da ESF e do NASF para atender às necessidades das pessoas idosas. Trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, realizada em duas etapas e com procedimentos metodológicos distintos. Na primeira etapa, buscou-se analisar como ocorre a abordagem do envelhecimento na formação dos profissionais que atuam na ESF e no NASF, a partir da leitura dos projetos pedagógicos dos seus cursos de formação. A segunda etapa consistiu em compreender, com a realização de grupos focais, a percepção das pessoas idosas atendidas por equipes da ESF e do NASF sobre as suas necessidades, bem como compreender a percepção das mesmas sobre as competências profissionais necessárias para o cuidado que essa parcela da população precisa. Os resultados da primeira etapa revelaram que a formação profissional para o cuidado à saúde da pessoa idosa está pautada exclusivamente na assistência e condução de doenças crônico-degenerativas, como também na identificação e prevenção de danos à saúde. Ademais, a operacionalização dos grupos focais permitiu classificar as necessidades das pessoas idosas participantes do estudo em duas temáticas: Necessidade de boas condições de vida e necessidade de acesso aos serviços de saúde. De acordo com os participantes, os profissionais da ESF e do NASF são bem qualificados para atendê-los, porém não possuem autonomia para solucionar as suas necessidades. Para a resolução dessas necessidades, qualificar os gestores (municipais, estaduais e federais) do setor saúde seria o caminho prioritário. Com a realização deste estudo, percebe-se que a discussão acerca da temática do envelhecimento no processo de formação dos profissionais que integram as equipes da ESF e do NASF ainda é incipiente e está desassociada das necessidades de saúde das pessoas idosas. Assim, faz-se necessário preparar pessoas que ofereçam atenção integral à crescente população idosa, conhecendo as suas subjetividades e necessidades, bem como para formular e gerir políticas públicas para a mencionada população que é usuária do SUS. Palavras-chave: Recursos humanos em saúde. Formação profissional em saúde. Saúde da família. Envelhecimento. Saúde do idoso.
Kalina Karla De Morais Veloso, Adriana Araújo Silva, Elayne Vieira Dos Santos, Luzia Maria Da Guia Malta Prata
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2492

Abstract:
O objetivo deste artigo foi descrever a ação de intervenção em saúde realizada com usuários do Sistema Único de Saúde de um serviço público do estado de Alagoas. Tratou-se de uma pesquisa qualitativa descritiva, tipo relato de experiência. As ações desenvolvidas foram divididas em dois tipos: Roda de Conversa na sala de espera e Oficina de Contação de História com as crianças. Utilizou-se a Análise de Conteúdo como método para qualificar vivências e percepções dos sujeitos envolvidos nas atividades. Os resultados mostraram que a Roda de Conversa contribuiu para o reconhecimento, por parte dos usuários, da sua importância para o fortalecimento do controle social e da cidadania, para compartilhamento de saberes e experiências e empoderamento dos sujeitos. A Contação de História apontou para a importância da viabilização de espaços constantes de prevenção e promoção da saúde voltados ao exercício do acolhimento do público infantil. Concluiu-se que as ações desenvolvidas junto com usuários do Sistema Único de Saúde, em um dos serviços de saúde do estado de Alagoas, atenderam principalmente à diretriz de Defesa dos Direitos do Usuário, da Política Nacional de Humanização, contribuindo para a disseminação de conhecimentos acerca do Sistema e dessa política pública, formando multiplicadores desses saberes, instruindo-os sobre o seu papel de protagonistas e sobre sua corresponsabilidade na gestão do Sistema Único de Saúde. Palavras-chave: Saúde pública. Política Nacional de Humanização. Promoção da saúde. Controle social. Cogestão.
, , , Luciane Marques Raupp, Morgana Salvadori, Ana Luísa Freitag
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2589

Abstract:
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis configuram-se como a principal causa de morte no mundo, especialmente em regiões menos desenvolvidas. O objetivo do trabalho foi investigar o perfil epidemiológico das doenças crônicas não transmissíveis nos municípios que integram a 16ª Coordenadoria Regional de Saúde, no Rio Grande do Sul, dentre as que constam na Lista Brasileira de Mortes Evitáveis por Intervenções do Sistema Único de Saúde, e relacionar com a cobertura da Estratégia Saúde da Família. Trata-se de um estudo ecológico retrospectivo das doenças crônicas não transmissíveis evitáveis e das internações por condições crônicas consideradas sensíveis à atenção primária, correlacionando os óbitos e as internações com a cobertura da Estratégia de Saúde da Família na região, no período de 2001 a 2010, na população de 20 a 74 anos. Os resultados indicaram que os óbitos evitáveis por doenças crônicas não transmissíveis representaram 41,30% entre os óbitos por todas as causas. Em ordem de prevalência, destacaram-se as neoplasias malignas (17,38%), a doença isquêmica do coração (10,59%), a hemorragia intracerebral (4,30%), o diabetes mellitus (3,79%), a doença hipertensiva (2,15%), a insuficiência cardíaca (1,93%), doenças pulmonares obstrutivas crônicas (0,94%) e a aterosclerose (0,21%). As internações reduziram 49,32% e os óbitos 28,56%, apresentando correlação inversa com a cobertura de Estratégia Saúde da Família. Observou-se impacto positivo do aumento da cobertura da Estratégia Saúde da Família na redução da morbimortalidade evitável por doenças crônicas não transmissíveis. Concluiu-se que devido à região ser composta por pequenos municípios, onde a atenção básica é a principal ou única oferta de serviço de saúde no território, há a necessidade de organização de uma rede de atenção às pessoas com doenças crônicas na Região de Saúde. Palavras-chave: Políticas públicas de saúde. Assistência à saúde. Avaliação em saúde. Doenças crônicas.
Cinoelia Leal De Souza, Leide Jane Ferreira Mamédio, Mônica Farias Brito, Vandeilton Damião Oliveira Da Silva, Kelly Albuquerque De Oliveira, Elaine Santos Da Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2430

Abstract:
A escolha do tipo de parto está diretamente relacionada aos indicadores de qualidade de saúde materno-infantil positivos e, na atualidade, observa-se que o número de parto cirúrgico tem aumentado. Com isso, este estudo objetivou analisar os fatores associados à ocorrência do parto cesáreo em um hospital público, no ano de 2014. Trata-se pesquisa quantitativa de corte transversal, com amostra probabilística de 263 partos realizados no Hospital Regional de Guanambi, Bahia. Os resultados indicaram que, no modelo de investigação, os fatores associados à ocorrência do parto cesáreo foram o índice de Apgar, com associação negativa e o parto prematuro; o sexo masculino; a raça negra e apresentação não cefálica apresentaram associação positiva. Após ajuste, mantiveram-se no modelo à raça negra, a apresentação não cefálica, o sexo masculino e a prematuridade como fatores associados à ocorrência do parto prematuro. Concluiu-se, diante da importância do ciclo gravídico-puerperal para a saúde da mulher e indicadores de saúde populacional, que é necessário estudar junto aos profissionais de saúde quais são os fatores que são associados à ocorrência de partos cesáreos nos serviços de saúde pública, buscando identificar questões que possam diminuir o número de cesariana desnecessária e as complicações decorrentes desse processo. Palavras-chave: Cesárea. Parto normal. Parto humanizado. Saúde da mulher.
Rebeca Valentim Leite, Ana Paula Chancharulo De Morais Pereira
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2619

Abstract:
O trabalho do Agente Comunitário de Saúde para a vinculação e acompanhamento dos usuários pelas Equipes de Saúde da Família é primordial para o funcionamento dessa estratégia da Atenção Básica, necessitando a população masculina ser notada, devido à baixa frequência neste nível de atenção. Este estudo tem como objetivo compreender a percepção e as práticas dos Agentes Comunitários de Saúde junto à população masculina. Trata-se de estudo de caso, de abordagem qualitativa, do tipo descritivo-exploratório, realizado com Agentes Comunitários de Saúde de quatro Equipes de Saúde da Família de um município da Região Metropolitana de Salvador, Bahia, Brasil. A coleta de dados foi feita por meio de questionário semiestruturado e para a análise dos dados utilizou-se a técnica de Análise de Conteúdo. Os resultados apontaram quatro categorias analíticas: Ser Homem na Perspectiva dos Agentes Comunitários de Saúde; O Trabalho do Agente Comunitário de Saúde e os Homens; Barreiras do Trabalho do Agente Comunitário de Saúde com os Homens; e Visão dos Agentes Comunitários de Saúde sobre a Promoção do Acesso Masculino em seu Trabalho. Concluiu-se que os Agentes Comunitários de Saúde utilizaram questões de gênero para explicar o comportamento masculino diante de sua saúde e justificar as facilidades e os limites em seu trabalho direcionado a essa população, assim como realizavam atividades que não correspondiam às suas atribuições. Palavras-chave: Saúde do homem. Trabalho. Agentes comunitários de saúde. Estratégia Saúde da Família.
Kivia Kelly Bezerra Do Nascimento, Bruna Yhang Da Costa Silva
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2745

Abstract:
Diversos hábitos alimentares de crianças e adolescentes podem influenciar na qualidade nutricional da dieta. O objetivo deste trabalho foi avaliar o impacto de uma intervenção nutricional nas práticas alimentares de estudantes de uma escola de Russas, Ceará, Brasil. Trata-se de estudo quantitativo, longitudinal, de intervenção nutricional, do tipo descritivo-analítico, realizado no período de outubro de 2013 a junho de 2014, em uma escola particular da cidade de Russas, utilizando uma amostra de 40 alunos, matriculados do 3º ao 8º ano. A pesquisa compreendeu três etapas: coleta de dados com aplicação de dois recordatórios alimentares de dias não consecutivos e questionário de práticas alimentares; uma intervenção nutricional; e uma nova coleta de dados pós-intervenção. Todos os dados colhidos foram incluídos em planilha de Excel e apresentados em frequências simples e percentual, média e variações. Os resultados mostraram, na pré-intervenção, consumo inadequado de nutrientes importantes como cálcio, fósforo, vitamina A, ácido ascórbico e fibras. O cálcio foi o mineral com predominância de possível baixo consumo (97,50%). Em relação à pós-intervenção, observou-se um aumento no percentual de estudantes cujo consumo dos nutrientes referidos estava possivelmente adequado. Concluiu-se que houve efetividade parcial das intervenções realizadas nesta pesquisa na modificação dos hábitos alimentares das crianças avaliadas de uma escola particular de Russas, uma vez que nem todos os achados podem ser considerados favoráveis, como, por exemplo, o aumento do consumo de refrigerantes. Palavras-chave: Dieta. Comportamento alimentar. Estudantes.
Lilia Campos Nascimento, Vladimir Andrei Rodrigues Arce, Fernanda Dos Reis Souza
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2436

Abstract:
Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família devem apoiar as ações da Atenção Primária à Saúde e contribuir para a integralidade do cuidado aos usuários do Sistema Único de Saúde. O presente trabalho teve o objetivo de identificar as concepções e práticas de integralidade desenvolvidas por um Núcleo de Apoio à Saúde da Família do Distrito Sanitário do Subúrbio Ferroviário de Salvador, Bahia. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, do tipo estudo de caso, desenvolvida por meio de entrevistas individuais semiestruturadas, realizadas com cinco profissionais de diferentes áreas que atuavam no núcleo. Foi realizada Análise de Conteúdo do material produzido e os resultados indicaram duas categorias referentes às concepções de integralidade: a Integralidade Associada à Articulação de Saberes e a Integralidade Associada à Integração de Diferentes Ações. Quanto às práticas, duas categorias foram identificadas: Práticas de Integralidade Voltadas para as Necessidades de Serviços e Práticas de Integralidade em Resposta aos Programas e Políticas de Saúde. Concluiu-se que o referido Núcleo de Apoio à Saúde da Família apresenta aspectos que favorecem a orientação das suas práticas por meio da integralidade, no entanto, simultaneamente, o núcleo também demonstra características organizacionais que seguem no sentido oposto de tal perspectiva ou, ainda, não apresenta noções fundamentais que possibilitem a apreensão das necessidades de saúde da população. Palavras-chave: Atenção primária à saúde. Estratégia de saúde da família. Integralidade em saúde. Prática de saúde pública.
Fernanda De Moura Soares, Rafael Monteiro Pereira
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2600

Abstract:
A candidíase vulvovaginal é uma das infecções endógenas mais frequentes que ocorrem durante a vida reprodutiva feminina, entre a puberdade e a menopausa. O objetivo deste estudo foi caracterizar as pesquisas nacionais e internacionais sobre candidíase vulvovaginal durante a gestação. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. O levantamento bibliográfico abrangeu as publicações de 2006 a 2016 presentes nos bancos de dados LILACS e MEDLINE. Para a busca dos artigos foram utilizados os termos presentes nos Descritores em Ciência e Saúde (DeCS): “candidíase vulvovaginal” e “gravidez” e o conector “AND”. Foram identificados 12 artigos que compuseram a amostra do estudo. Os resultados apontaram que o tema é de interesse internacional, com publicações em diferentes países. Concluiu-se que a grande prevalência de candidíase vulvovaginal em gestantes, especialmente colonizadas por Candida albicans, observada nas pesquisas nacionais e internacionais, evidencia a importância de exames rotineiros para as afecções vaginais, independentemente do status sintomático, a fim de garantir melhor assistência à mulher durante seu período gravídico. Palavras-chave: Candidíase vulvovaginal. Gravidez. Saúde pública.
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2501

Abstract:
No Brasil, os idosos apresentam mais de uma doença crônica, destacando-se o Diabetes Mellitus, entre as cinco principais patologias que afetam essa população. O objetivo deste estudo é analisar a qualidade de vida em idosos diabéticos assistidos na Estratégia Saúde da Família. Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo, de corte transversal realizado no município de Recife, Pernambuco, Brasil. Utilizou-se o instrumento Medical Outcomes Study Short-Form-36 para avaliar a qualidade de vida. Os dados foram coletados por meio de entrevistas domiciliares e consultas aos prontuários disponíveis nas unidades básicas de saúde, no período de julho a novembro de 2012, e analisados pelo programa Statistical Package for Social Sciences for Windows, versão 14.0. Participaram do estudo 202 idosos. Os resultados apontaram que a maioria dos idosos era aposentada e possuía rendimento entre um e dois salários mínimos, prevalecendo mulheres idosas, idosos jovens, e com baixa escolaridade. Observou-se piores escores de qualidade de vida (estatisticamente significante) nas idosas e naqueles que não executavam prática de atividade física. Concluiu-se que a qualidade de vida de idosos diabéticos assistidos na Estratégia Saúde da Família apresentou escores baixos para a Qualidade de vida. Palavras-chave: Qualidade de vida. Saúde do idoso. Diabetes mellitus. Saúde da mulher. Envelhecimento.
Sueli Vieira Dos Santos, , , Sheylla Nayara Sales Vieira,
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n1.a2533

Abstract:
A Estratégia Saúde da Família destaca-se como uma das estratégias resultantes do planejamento municipal efetivo, criada para operacionalizar a nova maneira de gerir a saúde para garantir a assistência à saúde. A pesquisa objetivou identificar as dificuldades e facilidades que as equipes da Estratégia Saúde da Família encontram no processo de planejamento em saúde. Trata-se de um estudo de caso, descritivo, de abordagem qualitativa, realizado com 30 profissionais que atuam nas Estratégias Saúde da Família do município, por meio de entrevista semiestruturada e observação sistemática. Para análise dos dados, optou-se pela técnica do Discurso do Sujeito Coletivo, com o auxílio do software Quantiqualisoft. Os resultados apontaram cinco ideias centrais que geraram os respectivos discursos do sujeito coletivo: não participação de sujeitos estrategicamente importantes no planejamento em equipe; demandas que dificultam a execução do planejamento; conflito de interesses; planejar em equipe possibilita troca de conhecimento, facilita as decisões e proporciona melhores resultados; os sujeitos envolvidos no processo de planejamento são compromissados com o serviço. Concluiu-se que, no município analisado, os profissionais de saúde que atuam nas Estratégias Saúde da Família encontram dificuldades e facilidades no processo de planejamento das ações de saúde desenvolvidas pelas equipes. Palavras-chave: Planejamento. Planejamento em saúde. Práticas de planejamento. Estratégia Saúde da Família.
Ivanilza Carminha Da Silva, Layla Nayara Da Silva Santos, Lenuzia Da Silva Carneiro, Thayná Oliveira Militão, Emily Da Cruz Lima, Adriana Braitt Lima
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n0.a2883

Abstract:
Trata-se do relato da experiência de cinco estudantes de graduação em enfermagem após a primeira prática hospitalar em uma instituição pública na cidade de Feira de Santana, Bahia, no ano de 2014, cujo objetivo foi compreender os significados e mudanças no ser do estudante de enfermagem durante a primeira prática hospitalar. Foram utilizadas a abordagem qualitativa e a análise de conteúdo temático-categorial para a análise dos relatos, depreendendo-se duas categorias: significados e percepções de mudanças. A categoria significados emergiu do relato sobre o medo de causar danos à pessoa hospitalizada e de não alcançar as expectativas de ajuda pautadas no altruísmo, na gratidão pelo cuidado prestado e na aprendizagem alcançada. A categoria percepções de mudanças surgiu do relato sobre a confiança adquirida pelo crescimento pessoal, o que possibilitou vencer as inquietações e tomar decisões sobre o cuidado, considerando como subsídio o amor, a dedicação, a responsabilidade, o apoio da equipe e a comunicação. Concluiu-se que a prática é significada como uma experiência envolta de medos, expectativas e desafios que precisam ser enfrentados para se chegar a um objetivo final, pautado por um novo olhar frente ao que se pode fazer para ser humano ao ajudar a pessoa cuidada. Palavras-chave: Educação em enfermagem. Estudante de enfermagem. Estágio clínico.
Thiago Da Silva Santana, Maria Lúcia Silva Servo, Anderson Reis De Sousa
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n0.a2876

Abstract:
O objetivo deste estudo foi analisar a ocorrência do estresse no processo de trabalho realizado por enfermeiras que atuam na unidade de emergência hospitalar. Trata-se de um estudo qualitativo, exploratório e descritivo, realizado na unidade de emergência de um hospital público do estado da Bahia, Brasil. Participaram do estudo 13 enfermeiras que, sob aspectos éticos da pesquisa, submeteram-se à entrevista individual guiada por um roteiro semiestruturado. Tais entrevistas foram organizadas e analisadas, tendo os critérios consolidados para o Consolidated Criteria For Reporting Qualitative Research como ferramenta de apoio. Os resultados apontaram o estresse enquanto fenômeno imbricado no cenário da emergência hospitalar e que permeia as práticas e ações das enfermeiras no desenvolvimento do processo de trabalho, por meio de estressores relacionados à organização tecnológica do trabalho na unidade em estudo. Concluiu-se que existe a necessidade de repensar o modo de como está organizado o processo de trabalho da enfermeira na Unidade de Emergência Hospitalar, uma vez que, bem estruturado, com normas e rotinas estabelecidas, previsão de material, planejamento de atividades, recursos humanos quantitativo e qualitativo suficiente, favorece o desenvolvimento do processo de trabalho de forma satisfatória. Caso contrário, as práticas tornam-se mecânicas, desgastantes, causando sentimentos de desgaste psíquico e desânimo no enfermeiro, conforme sinalizado nas falas das participantes do estudo. Palavras-chave: Estresse. Processo de trabalho. Emergência hospitalar.
Karolina Carvalho Da Silva, Bruna Brandão Da Silva, Cinthia Reis Almeida, Luciano Marques Dos Santos, Nalú Pereira Da Costa Kerber
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n0.a2877

Abstract:
Planos e expectativas são criados em torno do nascimento, porém quando esse evento ocorre prematuramente e o recém-nascido é levado para uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, a família, em especial as mães, precisa enfrentar seus medos e fortalecer-se para auxiliar o bebê. Esta pesquisa objetivou analisar as forças utilizadas por mães de recém-nascidos prematuros hospitalizados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Trata-se de um estudo multicêntrico do tipo descritivo e qualitativo, realizado com 13 mulheres que tiveram parto prematuro, cujos recém-nascidos foram hospitalizados nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital Geral Clériston Andrade e do Hospital Inácia Pinto dos Santos, em Feira de Santana, Bahia. Os dados foram coletados entre maio de 2014 a dezembro de 2015, por meio de entrevista semiestruturada, e foram analisados pela Análise de Conteúdo. Os resultados indicaram que poder ter o contato e cuidar do recém-nascido durante cuidado intensivo modifica o sentimento materno de vulnerabilidade, deixou a mãe mais fortalecida para enfrentar a situação. Conclui-se que, torna-se necessário que os trabalhadores de saúde atuantes na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal reconheçam as forças maternas, e da própria família, utilizando-as como recurso para o enfrentamento do processo de hospitalização do prematuro e das demandas decorrentes desse processo. Palavras-chave: Enfermagem neonatal. Prematuro. Unidades de Terapia Intensiva Neonatal. Sentimentos. Relações mãe-filho.
Nilvaneide Teixeira De Souza, Zannety Conceição Silva Do Nascimento Souza, Deisyane Vitoria Alves, Ana Jaqueline Santiago Carneiro, Rosana Oliveira De Melo
Revista Baiana de Saúde Pública, Volume 42; doi:10.22278/2318-2660.2018.v42.n0.a2875

Abstract:
A presença do acompanhante no processo parturitivo estimula a segurança e a confiança para a parturiente amenizando o medo e ansiedade. Em muitas instituições, a Lei do Acompanhante ainda não foi efetivada e as estratégias utilizadas pelos gestores e profissionais de saúde podem ser eficazes ou não para o sucesso da sua implementação. O objetivo deste estudo é conhecer as estratégias utilizadas pelos gestores e profissionais de saúde no processo de implementação da Lei do Acompanhante. Trata-se de estudo qualitativo, descritivo e exploratório, com 24 participantes de dois hospitais públicos do interior da Bahia, Brasil. A coleta de dados foi feita por meio de entrevista semiestruturada. Para a análise de dados utilizou-se a técnica de análise de conteúdo de Bardin. Os resultados apontaram que as estratégias mencionadas para a implementação da lei foram: adequação da estrutura física para acomodação do acompanhante, o empoderamento e orientação das mulheres para exigirem seus direitos, a conscientização e sensibilização da equipe obstétrica. Concluiu-se que, para que a Lei do Acompanhante seja implementada com sucesso é necessário um conjunto de ações para inserção do acompanhante durante o parto, desde a sensibilização de gestores, apoio institucional às iniciativas individuais, amplo projeto de humanização da assistência ao parto e nascimento, até discussões sobre o tema no ambiente de trabalho. Palavras-chave: Humanização. Parto. Lei do acompanhante. Implementação. Enfermagem.
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