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(searched for: Nest of Evil)
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Maryam Naser, Parizad Hooshi, Danielle Westfall, Wayne Schultheis, Nafiseh Hashemi
Journal of Ophthalmology and Research, Volume 3, pp 41-44; doi:10.26502/fjor.2644-00240019

Abstract:
An 83 year-old patient was referred to the neuro-ophthalmology service with symptoms of headaches and vision loss. She had been diagnosed with stable size meningioma one year prior to presentation. She had a history of breast cancer treated by lumpectomy and radiation 20 years ago. MRI of the orbit showed encasement of the optic nerve on the right orbital apex. Craniotomy was performed and the specimen was diagnosed as a meningioma. After resection, the tumor grew rapidly. When it was resected for the second time, the diagnosis was metastatic breast adenocarcinoma.
Sciprofile linkCarlos Almeida, Joaquim José Jacinto, Vitor Manuel Da Costa Pereira Rodrigues
História da Ciência e Ensino: construindo interfaces, Volume 20, pp 39-51; doi:10.23925/2178-2911.2019v20espp39-51

Abstract:
Resumo Por vezes, é a realidade da doença que desperta a consciência de que somos seres de cuidado e de cuidar. Neste sentido, também quando procuramos a história dos cuidados de saúde facilmente chegámos à conclusão que eles se encontram intimamente ligados à génese do próprio Homem. É perante a consciência da morte e do adoecer, que o Homem descobre a necessidade do cuidado. A consciência da fragilidade da vida faz realçar no humano a necessidade de cuidá-la, a importância de “tomar conta” da vida, de modo a garantir a sua permanência por um período maior de tempo e, por isso, o Homem começa a cuidar dos mais fracos, dos doentes, dos feridos, de si próprio, revelando o humano essencialmente como um ser que cuida e é cuidado , sendo esta talvez a característica mais distinta da humanidade. Assim, podemos encontrar o cuidar como a “arte que precede todas as outras”1. Mas, se esta versão de cuidado “original” se baseia em práticas arcaicas, muitas vezes instintivas ou mais ou menos empíricas, atualmente os cuidados de saúde são altamente científicos e tecnológicos. Assim, desde as conceções mágico- religiosas que apontavam as doenças como resultantes dos maus espíritos ou das iras de Deus contra os pecados humanos, até aos modelos biomédicos atuais, foi um longo caminho percorrido. Neste sentido, procuraremos analisar a evolução dos cuidados de saúde a partir das seguintes etapas: Do cuidar arcaico ao modelo helenista e do humanismo helénico ao tecnicismo moderno. Palavras-chave: Cuidado, Saúde, Evolução Abstract There are few things nowadays as capable of bringing Humanity into the realm of existential reflection as the moment when we are faced with the need for Healthcare. Sometimes, it is the reality of a disease that awakens the awareness that we are creatures of care and caring. when we look at the History of Healthcare we easily conclude that it is closely linked to the genesis of Humanity itself. It is faced with the consciousness of death and sickness that Humanity discovers the need for care. The awareness of life’s fragility rouses a person to care for it; to realise the importance of ‘take care’ of life, in order to guarantee its permanence for a longer period. Therefore, Humanity begins to care for the weakest, the sick, the wounded, and for itself, revealing the human being essentially as a creature who cares for and is cared for: perhaps the most distinctive feature of humanity. It is in this sense that we can see caring as the "art that precedes all others, without which it would not be possible to exist"2. If this original care is based on archaic practices, instinctive or empirical, nowadays we live in a time of highly scientific and technological Healthcare. Thus, it has been a long way from the magical-religious conceptions that interpreted illness as the result of evil spirits or God’s wrath against human sins, to...
Médecine Palliative : Soins de Support - Accompagnement - Éthique, Volume 18, pp 89-98; doi:10.1016/j.medpal.2018.10.002

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Antônio Moser
Revista Eclesiástica Brasileira, Volume 73, pp 816-848; doi:10.29386/reb.v73i292.579

Abstract:
A boa-nova da Vida em todas as suas formas e em todas as suas fases é o horizonte do Autor. O ser humano a quem foi confiada a busca de caminhos de Vida, bem como a administração da mesma, nos últimos tempos, graças ao vertiginoso e rápido desenvolvimento das ciências e das tecnologias, particularmente das ciências relacionadas à genética e às biotecnologias, conhece um poder que anteriormente não conhecia: o biopoder, motivador de esperança e de assombro a todos que entendem de humanidade. Esperança e assombro, porque este poder está sujeito à ambiguidade do ser humano, que pode tanto utilizá-lo seja para o bem seja para o mal. Neste contexto, a Igreja, partilhando o realismo que lhe vem da sabedoria da cruz e da ressurreição de Jesus e os esforços de todas as pessoas de boa vontade, apresenta-se como Igreja do “sim” em relação aos avanços científicos e tecnológicos sabiamente comprovados e abertos à complexidade e às maravilhas da Vida. Embora sem haver abordado ainda estas questões, o Papa Francisco dá uma tônica eminentemente positiva na linha de uma Igreja que sorri para a vida e as conquistas humanas.The good tidings of Life in all its forms and in all its phases are the Author’s horizon. The human being to whom the search for the paths of Life, as well as for its administration were trusted, in view of the vertiginously rapid scientific and technological development that has happened in the last few years, particularly in the genetic and biotechnological sciences, now is aware of a power previously unknown: this power is bio-power, a reason for hope and astonishment to all those who understand mankind. Hope and astonishment, because this power is subjected to the human being’s ambiguity, and may be used for good or for evil. In this context, the Church, sharing the realism that comes to it from the wisdom of the cross and Jesus’ resurrection and from the efforts of all people of good will, presents itself as the Church of the “yes” with regard to the scientific and technological developments wisely proved and open to the complexity and wonders of Life. Even before dealing with these issues, Pope Francis gives an eminently positive tonic to the line of a Church that smiles to Life and to the human achievements.Keywords: Life. Genetics. Biotechnologies. Ethics. Dialogue.
Almeida, John (1572–1653); doi:10.1093/odnb/9780192683120.013.418

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Sciprofile linkNazli Kibria, Tobias Henry Watson, Saher Selod
Sociology of Race and Ethnicity, Volume 4, pp 192-205; doi:10.1177/2332649217731113

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N. Luttwak Edward
Published: 8 September 2017
The Virtual American Empire; doi:10.4324/9781351298001

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Pierre Suzanne Eyenga Onana
Aletria: Revista de Estudos de Literatura, Volume 27, pp 229-247; doi:10.17851/2317-2096.27.1.229-247

Abstract:
Résumé: Dans l’imaginaire féministe contemporain présent dans les œuvres de Francis Bebey, Evelyne Mpoudi Ngolle et Angéline Solange Bonono, violer la femme revient à néantiser son droit à l’existence, en remettant en cause son statut d’être humain nanti des droits inaliénables tels que fixés par un code social de bonne conduite. Dès lors, il devient intéressant de cerner les contours de l’acte de violer comme déclinaison du mal. Pourquoi contraindre une femme à entretenir avec vous un acte intime alors qu’elle n’y consent pas ? N’est-il pas opérant d’inférer que le viol traduit l’assujettissement de la femme dans une société phallocratique où sévit le mal puisque celle-ci n’est jamais sujette de son corps au point d’en disposer à sa guise ? Autrement dit, l’acte de violer ne témoigne-t-il pas que les biais androcentriques restent de mise dans un monde contemporain englué dans des batailles sexistes incessantes et qu’il convient de poursuivre le combat féministe aux fins de les exorciser ? Pour répondre à ces questions, la lecture de l’explicite et de l’implicite inspirée de la sociocritique de Pierre Barbéris nous sera d’un grand apport dans l’analyse des œuvres de ces trois auteurs africains.Mots-clés : imaginaire féministe ; Francis Bebey ; Evelyne Mpoudi Ngolle ; Angéline Solange Bonono ; viol ; sociocritique. In the contemporary feminist imagination present in the works of Francis Bebey, Evelyne Mpoudi Ngolle and Angéline Solange Bonono, violating the woman is tantamount to denying her right to exist by questioning her status as a human being with rights Inalienable as set out in a social code of good conduct. From then on, it becomes interesting to define the contours of the act of violating as the declination of the evil. Why force a woman to maintain an intimate act with you when she does not consent? Is it not an operation to infer that rape reflects the subjugation of woman in a phallocratic society where evil is rampant because it is never subject to its body to the point of disposing of it as it pleases ? In other words, does the act of rape not testify that the androcentric biases remain in a contemporary world engulfed in endless sexist battles and that it is appropriate to continue the feminist struggle to exorcise them? To answer these questions, reading the explicit and implicit inspired by the sociocritic of Pierre Barbéris will be of great help in the analysis of the works of these three African authors.Keywords: feminist imagination; Francis Bebey; Evelyne Mpoudi Ngolle; Angéline Solange Bonono; rape; sociocriticism.
REFLEXUS - Revista Semestral de Teologia e Ciências das Religiões, Volume 11; doi:10.20890/reflexus.v11i17.487

Abstract:
Resumo A obra Atos de André, produzida provavelmente no século II EC, apresenta uma série de eventos e situações domésticas que supostamente ocorreram durante o ministério do apóstolo André na cidade de Patras. O presente artigo analisa de que forma esse livro nos revela aspectos importantes da cultura popular da Roma antiga, especialmente da época de sua produção. Observa-se como o grupo subalterno responsável pela obra de nuances encratitas busca redefinir e inverter certos conceitos estabelecidos pela elite da sociedade romana. Um desses conceitos se relaciona com a ideia de família, vista em Atos de André não como uma relação marcada por laços de sangue, mas por pessoas que fazem parte do mesmo grupo religioso identificado com um líder específico, neste caso o suposto apóstolo André. A natureza do casamento também é redefinida, não mais como algo bom, exaltado por filósofos e líderes políticos de Roma, mas como uma relação maligna que mancha a dignidade do indivíduo. As relações entre senhores e escravos variavam, desde um profundo afeto entre ambos até ações caprichosas e violentas de senhores contra seus servos, que poderiam culminar na morte destes. Por fim, a obra revela um enredo bem construído com jogos de palavras e diversos temas e alusões bíblicos.The work Acts of Andrew, probably produced in the second century EC, presents a series of events and domestic situations that supposedly occurred during the ministry of the apostle Andrew in the city of Patras. This article analyzes how this book reveals important aspects of popular culture in ancient Rome, especially at the time of its production. It is observed how the subaltern group responsible for the work with encratites nuances seeks to redefine and reverse certain concepts established by the Roman elite. One of these concepts relates to the idea of family, seen in the Acts of Andrew not as a relationship marked by blood ties, but by people who are part of the same religious group identified with a specific leader, in this case the alleged apostle Andrew. The nature of marriage is also redefined, no longer as something good, exalted by philosophers and political leaders of Rome, but as an evil relation that blemish the dignity of the individual. Relations between masters and slaves varied from a deep affection between the two to arbitrary and violent actions of masters against their servants, which could culminate in their death. Finally, the work reveals a well-constructed storyline with puns and various biblical themes and allusions.
Educação e Filosofia, Volume 31, pp 169-189; doi:10.14393/revedfil.issn.0102-6801.v31n61a2017-06

Abstract:
* Doutor em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Professor substituto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFTRN).O dualismo e o problema do mal em RousseauResumo: Apresentaremos neste artigo duas possíveis interpretações sobre o dualismo de Rousseau expresso pelo Vigário saboiano na Profissão de fé. Uma delas refere-se à de Paul Hoffmann, que aponta a influência do pensamento teológico de Calvino e de Ostervald no dualismo defendido pelo Vigário. Hoffmann observa que além do dualismo entre corpo e alma, existe outro que divide a alma; o que aponta para a origem do mal enquanto resultado do conflito interno da alma. Robert Derathé, por outro lado, destaca o platonismo de Rousseau que vê o mal como proveniente da busca de satisfazer os interesses materiais, enquanto o bem se identifica com a satisfação dos interesses da alma.Palavras-chave: Alma. Dualismo. Mal. Rousseau. The dualism and the problem of evil in Rosseau We present in this article two possible interpretations of the dualism expressed in the Profession of Faith of the Savoyard Vicar. One of them refers to Paul Hoffmann, pointing to the influence of Calvin's theological thought and Ostervald. Hoffmann notes that beyond the dualism between body and soul, there is another that divides the soul, which points to the origin of evil as a result of the internal conflict of the soul. Robert Derathé, on the other hand, highlights the Platonism of Rousseau who sees evil as derived from the pursuit of satisfying material interests, while the good is identified with the satisfaction of the interests of the soul.Keywords: Soul. Dualism. Evil. Rousseau. Le dualisme et le problem du mal chez rousseauRésumé: Nous présenterons dans cet article deux interprétations possibles concernant le dualisme de Rousseau exposé par le Vicaire savoyard dans la Profession de foi. Une de ces interprétations est celle de Paul Hoffmann qui signale l'influence de la pensée théologique de Calvin et de Ostervald dans le dualisme soutenu par le Vicaire. Hoffmann remarque qu’au-delà du dualisme entre le corps et l'âme, il existe un autre qui divise l'âme elle-même; ce qui indique l'origine du mal en tant que résultat du conflit intérieur de l'âme. Robert Derathé, par ailleurs, souligne le platonisme de Rousseau et voit le mal comme conséquence de la quête de satisfaire les intérêts matériels, tandis que le bien s'identifie avec la satisfaction des intérêts de l'âme.Mot-clés: L’âme. Dualisme. Mal. Rousseau.Data de registro: 30/11/2015Data de aceite: 18/01/2017Referências:BERNARDI, Bruno. Présentation, notes, bibliographie et chronologie. In: ROUSSEAU, J.-J. Profession de foi du Vicaire savoyard. Paris: GF-Flammarion, 2010.BURGELIN, P. Notes et variantes (Émile ou De l’éducation). In:______. Oeuvres complètes de Jean-Jacques Rousseau. Bibliothèque de la Pléiade, Tome IV, Paris, Gallimard, 1969.______....
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