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Keitty Aline Wille Becker, Paula Carolina Ferretti, Sciprofile linkMaria José Carvalho De Souza Domingues
Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, Volume 18, pp 35-35; doi:10.17143/rbaad.v18i1.339

Abstract: O objetivo deste estudo foi verificar a percepção dos alunos a respeito dos atributos de um bom professor tutor e o uso dos recursos tecnológicos na sala de aula em uma Instituição de Ensino Superior, na modalidade de educação a distância. Os dados foram coletados mediante aplicação de questionários para alunos EAD, totalizando uma amostra de 175 alunos. O estudo caracteriza-se como quantitativo. A análise de resultados ocorreu por meio da técnica estatística descritiva e análise fatorial exploratório. Os principais atributos para um bom professor tutor na percepção dos alunos EAD foram a postura, o relacionamento e a didática, por outro lado, a capacidade profissional e a motivação foram os atributos com menor relevância. Os recursos tecnólogos mais utilizados em sala de aula e destacados pelos alunos foram o Projetor Multimídia e o Power Point, enquanto o Tablet e o Socrative resultaram em menor uso. Estes achados indicam que, embora seja possível ampliar o uso destes recursos para o processo de ensino e aprendizagem de forma produtiva, os professores tutores ainda utilizam recursos tecnológicos tradicionais. Os resultados contribuem ainda para expandir a literatura sobre o professor tutor na EAD, comprovando seu papel de mediador.
Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, Volume 2; doi:10.17143/rbaad.v2i0.369

Abstract: A partir de experiências do autor em implantação e uso de tecnologias interativas no ensino superior, este artigodiscute questões relacionadas à incorporação de recursos virtuais na educação presencial. Após apresentaçãodas principais classes de ferramentas e recursos tecnológicos para Educação Virtual Interativa (EVI), sãoidentificados cinco níveis de utilização de tecnologia virtual na educação, abrangendo um espectro que vai doparadigma totalmente presencial (nível zero) ao totalmente a distância (nível 4), e que passa pela ideal integraçãode virtual e presencial (nível 2). São então discutidas possíveis estratégias de implantação, bem como problemase soluções, para uma instituição que se encontre no nível zero e pretenda atingir, gradativamente, os demaisníveis de virtualização da educação.
Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, Volume 1; doi:10.17143/rbaad.v1i0.368

Abstract: O profissional com experiência na organização de cursos a distância sabe que, quando possível, a inclusão de algumasatividades presenciais em programas a distância torna o aprendiz mais comprometido e melhora a qualidade dasinterações aluno-professor e aluno-aluno no ambiente virtual. Este artigo analisa e discute o processo inverso, ou seja, aincorporação de atividades virtuais em cursos presenciais, e os benefícios dessa união. Discute-se também como essesdois movimentos, de uma modalidade de educação em direção a outra, tendem a se acelerar, impulsionados pelos bonsresultados que trazem. O corolário é a convergência entre educação a distância e educação convencional, rumo a umnovo conceito, que integra o potencial de aproximação oferecido pelas tecnologias interativas ao melhor da educaçãotradicional.
Carlos Eduardo Rocha Dos Santos, Solange Fernandes
Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, Volume 18, pp 19-19; doi:10.17143/rbaad.v18i1.326

Abstract: O presente artigo tem como finalidade apresentar a trajetória e alguns resultados de três pesquisas de mestrado desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Matemática da Universidade Bandeirante de São Paulo (Brasil). As pesquisas tinham como objetivo comum verificar a possibilidade de interação entre pessoas com algum tipo de limitação sensorial (em nosso caso, surdos e cegos) e pessoas que não possuíam limitações no ambiente virtual de aprendizagem (AVA) Moodle, que foi devidamente adaptado para se tornar acessível. Após a aplicação de algumas fases e da realização de (re)designs do ambiente, aplicamos alguns problemas matemáticos; depois disso, realizamos coleta de dados; com a ferramenta Fórum de discussão, pudemos constatar que foi possível que pessoas cegas, surdas e aquelas que não apresentaram limitações sensoriais fizessem uso do mesmo AVA, estabelecendo assim, que nosso objetivo comum foi alcançado. Palavras-chave: Educação a distância. Ambiente virtual de aprendizagem. Necessidades educacionais especiais. Inserção no mercado de trabalho.
Katia Cilene Da Silva, Associação Brasileira De Educação A Distância, Ana Beatriz Gomes Pimenta De Carvalho, Querte Teresinha Conzi Mehlecke
Apresentações Trabalhos Científicos; doi:10.17143/ciaed/xxvciaed.2019.31728

Luiz Fernando Gomes Pinto, Associação Brasileira De Educação A Distância, Antonio Vico Mañas
Apresentações Trabalhos Científicos; doi:10.17143/ciaed/xxvciaed.2019.30466

Marcelo Augusto Marretto Esquisatto, Associação Brasileira De Educação A Distância, Antonio Carlos Magagnini Junior, Cintya Aparecida Christofoletti De Figueiredo, Olavo Raymundo Júnior
Apresentações Trabalhos Científicos; doi:10.17143/ciaed/xxvciaed.2019.30928

Maria Cleidia Klein Oliveira, Associação Brasileira De Educação A Distância, Paula Maines Da Silva, Simone Soares Echeveste
Apresentações Trabalhos Científicos; doi:10.17143/ciaed/xxvciaed.2019.31025

Alessandra De Paula, Associação Brasileira De Educação A Distância, Elton Ivan Schneider, Luciano Furtado Correa Francisco, Roberto Candido Pansonato, Robson Seleme, Rosinda Angela Silva
Apresentações Trabalhos Científicos; doi:10.17143/ciaed/xxvciaed.2019.35218

Lívia Carolina Vieira, Associação Brasileira De Educação A Distância, Ana Carolina De Souza
Apresentações Trabalhos Científicos; doi:10.17143/ciaed/xxvciaed.2019.30043

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